Marseille. Foto A.A.Bispo. Copyright. Arquivo A.B.E.
Os trabalhos culturais da Academia Brasil-Europa relacionados com a França inserem-se em longa tradição.


Remontam a Darius Milhaud (1892-1974), compositor francês que esteve no Brasil acompanhando o embaixador Paul Claudel (1868-1955), em 1916.


A sua obra "Saudades do Brasil" tornou-se emblema da academia constituída por estudiosos centro-europeus que se dedicavam à renovação de concepções do Ocidente e que passaram a incluí-la de forma pioneira em sessões realizadas em vários países nos anos 20, entre êles Alemanha, Áustria, Croácia, Grécia e, naturalmente, o Brasil.


Alpes Franceses. Foto A.A.Bispo. Copyright. Arquivo A.B.E.
Essa composição era conotada com ideais culturais inovativos e de cooperação intelectual e artística de teor humanístico para além de delimitações nacionais. Inseria-se em processos de renovação européia e de um mais intenso relacionamento entre os países da América Latina, em particular o Brasil, e a Europa.


A revitalização dessa tradição deu-se por ocasião da fundação oficial da entidade que hoje constitui a organização Brasil-Europa, em 1968. Ela decorreu no âmbito dos esforços voltados à atualização teórica dos estudos culturais. A atenção passou a ser dirigida à processualidade na cultura, em particular a questões de difusão cultural. Significativos impulsos foram transmitidos por artistas e intelectuais em visita ao Brasil, entre êles M. Beroff, assim como por pesquisadores e professores franceses residentes no país, sobretudo N. Jeandot. Dentre os brasileiros que já há muito possuíam um vínculo particularmente estreito com a cultura francesa menciona-se J. de Souza Lima. A inauguração dessa nova fase dos trabalhos deu-se com uma sessão dedicada a O.Messiaen. Desenvolveram-se, em cooperação com escolas superiores, trabalhos de levantamento de fontes referentes a personalidades de origem francesa da história da vida cultural brasileira, entre êles A. e L. Levy, G. Giraudon e L. Bertin.

Na Europa, os estudos e contatos na França desenvolveram-se a partir de 1975. Deu-se início a um programa sistemático de visitas a instituições e personalidades que deveria vir a abranger todas as regiões do país. Foram levantadas fontes de interesse para os estudos brasileiros em biblotecas e arquivos franceses, estudiosos do país passaram a cooperar com eventos e publicações. Particulares elos foram desenvolvidos com Solesmes, centro de pesquisas semiológicas e paleográficas. Uma especial atenção foi dada desde o início ao estudo da presença e da contribuição de franceses para a história cultural do Brasil e, vice-versa, para a presença de brasileiros na França.


Principal mentor dos trabalhos realizados na França foi Luís Heitor Corrêa de Azevedo, CIM/UNESCO. Esse estudioso passou a participar ativamente dos principais eventos da organização a partir do simpósio internacional realizado em São Paulo, em 1981. Também co-orientou os trabalhos relativos ao Brasil desenvolvidos no âmbito dos simpósios dedicados às relações com a América Latina da Comunidade Européia. Em 1983, realizou-se um primeiro Forum internacional dedicado às relações histórico-culturais entre a França e a Alemanha sob a perspectiva do Brasil e que incluiu uma Semana de Música Francesa, realizada em cooperação com cidades da França, e co-orientada por M. de L. Cutolo. 


Do ponto de vista dos estudos de expressões culturais tradicionais e populares, os trabalhos foram desenvolvidos em estreita cooperação com a Associação Brasileira de Folclore e entidades do sul da França, destacando-se aqui Julieta de Andrade. Através de seu empenho, pesquisadores franceses que desenvolveram trabalhos no Brasil, em particular na Amazônia, entre êles Daniel Loddo, Midi-Pyrénées, participaram do Congresso Internacional realizado no Rio de Janeiro, em 1992.  Sob a ação desse pesquisador, a atenção passou a ser dirigida de forma mais intensa a questões de imigração na França e da emigração de franceses para outros países. Desde então, o sul da França passou a ser alvo mais frequente de estudos, em particular com relação a seus múltiplos elos com outros paises do Mediterrâneo e da Península Ibérica.


Dos vários seminários dedicados a temas relacionados com a França e realizados em universidades européias salientam-se aquele voltado ao assim-chamado Grupo dos Seis de compositores, efetuado paralelamente a exposição dedicada a Jean Cocteau, levada a efeito em Paris, assim como colóquios e cursos de teoria de orientação cultural da arquitetura e do urbanismo. No âmbito do triênio de estudos pelos 500 anos do Brasil, realizou-se um colóquio dedicado à filosofia e ao pensamento teórico francês no seu significado para os estudiosos brasileiros.


Várias regiões da França foram alvo de ciclos de estudos contextualizados, entre elas vários Departamentos do Norte, em diversas ocasiões, a Lorraine e a Alsácia, a Burgundia, o Vale do Loire, a Burgúndia, os Alpes e, sobretudo a Normandia e a Bretanha. A atenção dedicada a várias cidades portuárias explica-se pelo seu significado para a história das navegações e dos Descobrimentos, dos elos com o mundo extra-europeu e para os estudos da cultura popular. Em particular a Bretanha desempenhou papel de particular significado nos estudos das tradições populares e no vir-a-ser da disciplina Folclore, com implicações para o desenvolvimento dessa disciplina no Brasil.

Nos últimos anos tem-se dado especial atenção à questão da presença francesa em outros países da América Latina, considerados sob a perspectiva das relações interamericanas e no âmbito do Mercosul. Para isso, realizaram-se trabalhos in loco em vários países do Caribe e da América do Sul.


O relacionamento de esferas culturais francesas sob a perspectiva dos estudos eurobrasileiros passou a ser examinado mais pormenorizadamente também em outras regiões do mundo, entre elas a da antiga Île de France, hoje Maurício, no Taiti e no Vietnam, antiga Indochina Francesa. Em 2012, realizaram-se diversos trabalhos na Nova Caledônia.


Neste ano, precedendo a celebração de Marseille como Capital da Cultura 2013, deu-se início nessa cidade a um amplo programa de estudos de fundamentos de processos culturais que relacionam as esferas do Mediterrâneo com o Atlântico. Em Marseille, principal porto grego insular mais a Ocidente, a atenção foi dirigida sobretudo à ordenação de imagens do mundo antigo transmitida de forma cristianizada através dos séculos. As reflexões ali encetadas tiveram prosseguimento em diferentes contextos de vários países, irradiando assim o significado de Marseille, uma das cidades mais cosmopolitas da Europa, para além da esfera restrita às fronteiras da França.


                                        

Locais de reflexões

(lista incompleta)


Abbaye de Beauport
Aix Les Bains
Annecy
Avignon 1
Avignon 2
Barr
Béziers
Bodilis
Boscodon
Briançon
Carcassone
Castelnaudary
Chambéry
Chanonix
Clermont-Ferrand
Dehlingen
Dijon
Dinan
Dol de Bretagne
Embrun
Eu
Folgoet
Gap
Grenoble
Grenoble 2
Guimiliau
Guincamp
Haguenau
Haut-Andlau
Haut-Koenigsbourg
Hautcombe
Honfleur
Hyelzas
La Grave
La Grave 2
La Roche Jagu

La Salette
Lampaul
Langres
Lanmeur
Lanhouarne
Lille 1
Lille 2
Lyon 1
Lyon 2
Marly le Roi
Marseille 1
Marseille 2
Marseille 3
Marseille 4
Marseille 5
Meije
Mittelbergheim
Molsheim
Mont Saint Michael
Morlaix
Nancy 1
Nancy 2
Narbonne
Naurouze
Nice
Nimes
Papeete
Paray le Monial
Paris
Paris 2
Paris 3
Paris 4

Paris 5
Paris 6
Paris 7
Paris 8
Paris 9
Paris 10
Paris 11
Paris 12
Reims
Riom
Saint-Dénis 1
Saint-Dénis 2
Saint-Hippolyte
Saint Malo 1
Saint Malo 2
Saint Malo 3
Saint Pol de Leon
Saint Rafael
Saint Thégonnec
Sainte Odile
Solesmes
Strasbourg 1
Strasbourg 2
Strasbourg 3
Strasbourg 4
Strasbourg 5
Strasbourg 6
Toulouse
Tréguier
Tréguier 2
Valloire
Versailles
Vichy
Vittel
Vizille


Nomes
(lista incompleta)


Alencar, J.
Almeida Júnior, J. F. de
Alves de Mesquita, H.
Anne de Bretagne
Barrère, G.
Bertin, L.
Berthelot, P.
Blanchard, Ph.
Blosseville, J.
Bonaparte, R.
Bourget, P.
Bragança, J. M. de
Cardine, E.
Carneiro, P.
Castro Maier
Cavalier Darbilly, C.S.
Chateaubriand, F. R.
Condamine, Ch.-M. de
Corrêa de Azevedo, L. H.
Dabadie
Debret, J. B.
Delon, Ch.

Denis, F.
Derrida, J.
Duarte, O.
Duguay-Trouin, R.
Dulaurens, A.
Dumont d'Urville, J.-S.-C.
Durand
Alípio Dutra, A.
Ephrussi Rothschild

Eloi, Santo
Eugénie, Imperatriz
Pereira, E.
Franck, C.
Fróes, S. D.
Gonçalves de Magalhães, D. J.
Hahn, R.
Heidsieck, E.
Henri (Levy), L.
Hervé, Santo
Hübner, Baron de
Isabelle, Comtesse de Paris
Ivo, São
Lamartine, A. de
Lamennais, H.-F.R.
Leblanc, A.
Léry, J. de
Lesson, R.
Levasseur, E.
Long, M.
Louis-Philippe de Orléans
Magalhães do Valle, F.
Maistre, J. de
Marcoy, P.
Meirelles de Lima, V.
Mélar, São
Mesquita, C.
Mesquita, C. 2
Messiaen, O.
Morineau, A. de
Nabuco, J.
Napolén III
Nunes, J.
Pessoa, E.
Philipp, I.
Porto-Alegre, M. A
Pugno, R.
Rédempteur, M. du
Renan, E.
Reynold, G. de

Rienzi, G.L.D.
Rivet, P.
Saint-Hilaire, F.C.A.
Saint-Martin, L. de
Santa-Anna Nery, F. J. de
Schuré, E.
Sébillot, P.
Souza Lima, J,. de
Stella Schic, A.
Stendhal (Beyle, M.H.
Tagliaferro, M
Tagliaferro, P.
Taunay, A. d'E.
Terrien, F.
Toulouse-Lautrec
Widor, Ch. M.

Materiais
Apenas os disponíveis nos sites da A.B.E.

(em elaboração)


  1. Strasbourg & Paris - a „capital da Europa“ e a cidade luz em tempos críticos da União Européia e de identitarismo. Estudos euro-brasileiros em atmosfera de preocupações, inquietações e questionamentos

  2. „On est chez nous“ - „Oubliez l‘intégration“. Latino-americanos numa Europa que se volta a si própria. Identidade em processos integrativos de migrantes e o movimento social identitário na França. A Maison de l‘Amérique latine, Strasbourg

  3. Dimensões urbanológicas de problemas sociais, culturais e políticos da Europa atual. Leituras da Eurometrópole de Estrasburgo. A  École Nationale Supérieure d‘Architecture de Strasbourg

  4. A coluna do Juízo Final da catedral Notre Dame de Estrasburgo, cidade do Tribunal Europeu de Direitos do Homem.Straßburger Münster, Cathédrale de Strasbourg

  5. Ano Lutero 2017 - 500 anos da Reformação: Estrasburgo e Brasil. Cidade dos Direitos Humanos e a Ética de respeito à vida de Albert Schweitzer (1875-1965). Igreja de S. Tomás de Estrasburgo

  6. Saint-Dénis: mausoléu de reis franceses e centro da imigração islâmica. O „mundo saiu dos eixos“ na percepção identitária de um Ocidente sentido como em risco. Lembrando a Restauração: Ch.M. de Talleyrand (1754-1838) e Sigismund von Neukomm (1778-1858). Cathédrale Abbaye de Saint-Dénis

  7. Dimensões imagológicas de processos culturais na atualidade. A simbólica musical de um edifício cultural sentido como em risco em leituras do portal da catedral de Saint-Dénis. Cathédrale Abbaye Saint-Dénis

  8. Restauração e interações do Clássico e do Romântico em relações com o Brasil. O Te Deum pela reentrada dos Bourbons em Paris em 1814 de Sigismund von Neukomm (1778-1858). Cathédrale Notre Dame de Paris

  9. O Ano Olier na Église Saint-Sulpice de Paris em reflexões euro-brasileiras. Sulpicionismo, restauração e romantismo no século XIX. De Ch.M. de Talleyrand (1754-1838) e Eugène Delacroix (1798-1863). Église Saint-Sulpice, Paris

  10. Visões românticas do passado à luz de imagens do homem: Saint Julien como protetor daqueles que procuram asilo e do homem a caminho que canta. O seu significado para a história universitária e da música no exemplo de F. Chopin (1810-1849). Église de Saint Julien - le Pauvre, Paris

  11. A arte que desafia contextos e que fornece impulsos criadores. Reflexões pelos 40 anos do Centre national d’art et de culture Georges-Pompidou - lembrando a exposição Jean Cocteau (1889-1963) no seu significado para eventos euro-brasileiros. Centre Pompidou/Beaubourg

  12. A Fondation Louis Vuitton de Franz Gehry no Bois de Boulogne: arquitetura e arte de um Paris de velas abertas - O Novo no Velho Mundo em processos transatlânticos.

  13. „L‘Ethnologie va vous surprende“ - tentativas de renovação de uma área em tempos de mundialização. Ambivalências e paradoxias: o plädoyer pelo etnopluralismo dos identitaires que combatem o multiculturalismo. Musée du quai Branly Jacques Chirac

  14. 200 anos de  Antoine François Marmontel (2016-1816).
    O húngaro Henri/Henry Ketten (1848-1883) e Henri/Henry Oswald (1852-1931) sob o signo de Hans von Bülow (1830-1894) em contextos internacionais do virtuosismo pianístico do século XIX - Paris como referencial

  15. Leste/Oeste - Ocidente/Oriente: Je suis Paris. Processos humanizadores e desumanizadores no homem e na sociedade. Ciências, Filosofia e Psicologia Cultural - Relendo as „Meditações Sulamericanas“. Ciclos de estudos na Estonia, na Letônia e na Alemanha

  16. Seja alegre! A vida como Divina Comédia - a visão lúdica no processo humanizador

  17. Música e aviação no Brasil e no Alasca. A marcha two-step „Edu“ de J. Antão Fernandes. 100 anos do primeiro vôo São Paulo-Rio e da aviação no Alasca

  18. Concertos sinfônicos e educação estética no Rio de Janeiro nas suas dimensões político-culturais antes e depois da Primeira Guerra. A Sociedade de Concertos Symphonicos

  19. Rio de Janeiro „cidade-luz“. Light & Power Company Ltda. e metáforas de luz. O projeto hidroelétrico das Niagara Falls nas suas consequências para o Brasil

  20. Pianistas transbordantes de ufanismo e o ensino musical sob a égide feminina. A visita ao Instituto Nacional de Música da Professora Honorária Guiomar Novaes (1895-1979) em 1927

  21. Seychelles, La Réunion & Brasil. „Pronto para as ilhas?“ O europeu nos trópicos e o creolo no mundo: cultura, tempo livre e escravidão em processos coloniais. Pelos 350 anos da chegada dos franceses nas Mascarenhas e 450 anos do Rio de Janeiro

  22. Mahé de La Bourdonnais (1699-1753) e a mandioca no Índico - sua rejeição e imposição. O Brasil na colonização e na história da escravidão nas Mascarenhas

  23. Arquivística e estudos creolos. Colóquio nos Arquivos Nacionais das Seychelles em Victoria, Mahé

  24. Creolofonia, Creolidade,Creolismo. A internacionalização dos estudos creolos nas suas dimensões políticas francofones e o Brasil. Da lingua ao estudo de processos culturais - uma proposta de reorientação.Visita da A.B.E. ao Lenstiti Kreol Enternational

  25. Cultura e agricultura como arte universal - filosofia, estudos de povos e aclimatação de plantas na história colonial. Memória de Pierre Poivre (1719-1786) no Jardin de l‘Etat em Saint Denis e em Port Victoria

  26. Brasil e Índico na pintura de paisagens: Adolphe Martial Potémont (1827-1883) e Charles Merme (1818-1869). La Baie de Guanabara e Paysage du Madagascar. ilhas Comores ou Amazonas? Estudos no Musée Léon-Dierx, Saint-Denis

  27. História da Arte e Estudos Creolos Internacionais. Portraits em processos culturais em contextos coloniais. Arthur Grimaud (1784-1869) e Adèle Ferrand (1817-1848). Estudos no Musée Léon-Dierx, Saint-Denis

  28. La France chrétienne no Brasil e no Índico. Uma síntese histórico-simbólica na pintura mural da catedral de Saint-Denis. Restauração católica e galicanismo, universalismo e nacionalismo na arte e na música sacra

  29. Natureza tropical, alegria e luz: Gérard Devoud - uma saudação em cores das Seychelles ao Rio de Janeiro. Colóquio na Val Mer Art Gallery, Baie Lazare, Mahé

  30. Morar em sintonia com os trópicos: Gérard Devoud - um hino à casa creola. Imutabilidade da arquitetura como arte do espaço de um tempo a-temporal. Colóquio na Val Mer Art Gallery, Baie Lazare, Mahé

  31. Côco-de-Mar das praias das Maledivas nascidos no paraíso das Seychelles. O quebra-cocos na India e os cocos praianos no Brasil. Estudos no Mont Fleuri Garden e no National Biodiversity Centre at Barbaron, Seychelles

  32. Música e dança na identidade creola: contradanças, quadrilhas, polcas e mazurcas nas Seychelles e no Brasil. Pesquisa da Música Popular em Processos Transculturais e World Music 2015

  33. Hispanicidade na cultura creola e suas repercussões em desenvolvimentos artísticos na Europa e no Brasil do século XX: Ambroise Vollard (1866-1939) de Saint-Denis

  34. Estudos creolos pós-coloniais do Índico e do pós-Apartheid sul-africano. Sofia de Mary Sibande em exposição em La Réunion em pontes com o Brasil - lembrando Cecília Meirelles (1901-1964)

  35. Madagáscar-Brasil. Relações e paralelos malgache-brasileiros: riquezas e a realidade da pobreza em duas terras descobertas pelos portugueses. Estudos internacionais pelos 450 anos do Rio de Janeiro

  36. A Guanabara no Madagáscar? A grande baía malgache com o Pão de Açúcar e sua cidade

  37. Cristianismo no Brasil e no Madagáscar. História missionária e estudos jesuíticos no Atlântico e no Índico

  38. Passados apagados, ruínas da memória. Ações do homem e devastações naturais. Construções militares em duas grandes baías do Atlântico e do Índico

  39. A França Antártica no Brasil e a França Oriental no Madagáscar - Fort Dauphin. Em continuidade a ciclo de estudos euro-brasileiros em Malta (2014)

  40. Águas do Atlântico, do Índico e Maria. Notre Dame de Flots em Ambatoloak e Nossa Senhora de Copacabana. Na festa de 2 de fevereiro na igreja de Na. Sra. de Lourdes dos Missionnaires Oblats de Marie Immaculée em Tamoasina

  41. O Carnaval do Rio e o carnaval Donia no Madagáscar - o grande festival cultural e musical do Índico. Pesquisa da Música Popular em Processos Transculturais e World Music 2015

  42. Ida Pfeiffer (1797-1858) no Brasil e no Madagáscar sob o signo dos problemas da Imigração/Colonização e do Colonialismo. Costumes, dança e música como indicadores de processos transculturais. Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  43. O piano no Brasil e no Madagáscar. Um Débain para Ravalona I (1778-1861) no processo colonialista francês no Índico. História da música na esfera luso e brasileira em relações globais 2014 e 2015 pelos 30 anos de fundação do I.S.M.P.S. e.V.

  44. Abertura ao Exterior e europeizações no Brasil e no Madagáscar no século XIX. 150 anos do decreto de abertura de rios brasileiros e a política malgache sob Radama II (1829-1863). Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  45. A mulher em processos sociais e transculturais no Brasil e no Madagáscar: as ramatous malgaches e o colonialismo francês. Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  46. Alemanha, Brasil e Madagáscar nos anos 30. Orquídeas, cidades e ferrovias:
    relatos de viagens alemães em estudos culturais do Colonialismo de entre-Guerras
    . Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  47. A sega no Índico e a Latinidade. Processos transculturais e fundamentos imago-antropológicos em releituras de expressões de música e dança. Pesquisa da Música Popular em Processos Transculturais e World Music 2015

  48. Bruxelas-Rio de Janeiro, os Estudos Brasileiros na Sorbonne e a diplomacia cultural de Oliveira Lima

  49. Rio de Janeiro, São Paulo e os Estudos Brasileiros na Sorbonne. Evolução, futuro da latinidade e cultura francesa

  50. O Rio de Janeiro nos Estudos do Brasil na Europa. „Formação Histórica da Nacionalidade Brasileira“ na Universidade de Paris (Sorbonne) em 1910

  51. Henrique Oswald (1852-1931) e Leopoldo Miguez (1850-1902) por Braz Velloso. Duas gravações de relevância no contexto dos 450 anos do Rio de Janeiro

  52. São Paulo. Semana da Arte - 40 anos. Marco da história da Licenciatura em Educação Musical e Artística no Brasil nas suas ressonâncias no debate educativo internacional

  53. Semana Alemã-Brasileira da Escola de Música/Deutsch-Brasilianische Musikschulwoche de 1982. Marco da Educação e Pesquisa Musical referenciadas pelo Brasil na Alemanha

  54. A questão das equiparações de escolas de formação artística à Universidade. Uma circular a universidades e conservatórios europeus

  55. Lorraine, Champagne, Bourgogne, Auvergne, Provence, Languedoc-Roussilon: regiões francesas e dimensões globais de conhecimentos em referenciações com o Brasil. Pelos 300 anos de Denis Diderot (1713-1784) no ano de Marseille como Capital Européia da Cultura 2013

  56. Nancy. Renaissance Nancy 2013.  Renascimentos e Luzes através dos séculos - impulsos culturais da Lorraine/Lotríngia para um presente voltado ao futuro

  57. Langres. Langres Diderot 2013. Aproximações ao espírito da Encyclopédie na cidade de nascimento de Denis Diderot em tempos de globalização e renovado enciclopedismo

  58. Dijon. Relações entre o Velho e o Novo Mundo na historiografia do Romantismo e as reedições do Brésil français e da France Antarctique. Lembrando Paul Gaffarel (1843-1920) no ano de Marseille como Capital Européia da Cultura 2013

  59. Paray le Monial. O Amor Divino na restauração católica francesa do século XIX e suas expressões no Brasil. Retomada em Paray le Monial de reflexões em Cordiburgo e Biribiri/Diamantina

  60. Vittel. Luz nas águas que correm I: A cultura na revitalização de estâncias hidrominerais e a museologia do termalismo. Retomada em Vittel de reflexões em Caxambú

  61. Vichy. Luz nas águas que correm II - Aquae calidae na França e Águas Virtuosas de Minas. A capital hidroterápica francesa nas suas inserções políticas e suas irradiações no Brasil. Retomada em Vichy de reflexões em Lambari

  62. Riom. Pios e assobios na França e no Brasil e a Vierge à l'Oiseau. Do Musée des Arts et Traditions populaires de Paris como modêlo em Riom e S. Paulo ao Musée des civilisations de l'Europe et de la Méditerranée em Marseille

  63. Clermont-Ferrand. Em torno de "Brésil volcanique". Brasileiros na França Central e a memória de relações. À procura de entendimento de visões românticas: vulcões da França e o Amazonas

  64. Hyelzas/Tarn - Ecomuseus em diferentes contextos: Alcogida em Fuerteventura e La Ferme Caussenarde d'Autrefois - o Parque Nacional das Cévennes como Patrimônio Mundial/UNESCO

  65. Carcassone. De "Insensato Coração" ao ideal de cidade medieval no ano das Journées européennes du patrimoine 2013. Visões românticas do passado no debate patrimonial

  66. Béziers e Naurouze. O Canal du Midi - Canal dos Dois Mares - e a divisão das águas ao Mediterrâneo e ao Atlântico no seu significado histórico, na sua emblemática e nos seus sentidos atuais

  67. Narbonne. Latinização do sul da Gália nos seus elos com o mundo ibérico nos estudos de fundamentos de proximidades culturais. Das reinterpretações dos Dioscuros mo culto de S. Justo e Pastor em Narbonne e na Espanha

  68. Nîmes. Ressurgimentos do passado e de tradições no Sul da França no Romantismo e a simpatia pelo mundo ibérico/latinoamericano em Paris. De poesias de Jean Reboul (1796-1864) a Pedro II° a Marguerite Long (1874-1966) como mentora de brasileiros

  69. Avignon I. "Sur le pont d'Avignon" em reflexões relativas à Educação nos seus elos com os estudos culturais e musicológicos. Pelos 30 anos da Semana de Música França-Alemanha em iniciativa eurobrasileira

  70. Avignon II. Revisões do discurso teológico-musical do passado recente nas suas relações com a Musicologia no início de novo Pontificado. Relembrando a Constitutio Docta Sanctorum Patrum de João XXII (1245/9-1334)

  71. Castelnaudary. Da memória do combate medieval a infiéis no Lauragais como fator cultural do ardor missionário francês no século XIX. A Société des Missions Africaines e os brasileiros no Dahomey/Benim nos 200 anos de Melchior de Marion Bréssilac (1813-1859)

  72. Lyon I. Lyon como centro do comércio de sêda e dos estudos geográficos nos seus elos com o Brasil: Louis Desgrand e Pedro II

  73. Lyon II. O Catolicismo de Lyon e suas consequências para a África, o Brasil e os estudos africanos. Ferdinand Terrien (1799-1862) no apoio do Brasil às atividades missionárias na África

  74. A França como modêlo e como mediadora de relações musicais na Turquia e no Brasil: Cemal Reşit Rey (1904-1985), Yekta Teksel (*1912) e João de Souza Lima (1898-1982)

  75. Marselha e a colonização helênica do Ocidente. A união em paixão da nativa Gypse com o navegante Protis como imagem-tipo de início de processos culturais e fundamento de identidades coloniais

  76. A Navegação no programa emblemático da Bourse et Chambre de Commerce de Marseille. Euthymenes à luz do paradigma do Navegador que vem do Oceano e da África Ocidental segundo imagens da antiga geografia simbólica. De Dionísio e Esus

  77. O Comércio no programa emblemático da Bourse et Chambre de Commerce de Marseille. Pytheas e o caminho do Norte em direção a Thule à luz de Hermes em interações de imagens e fatos históricos

  78. O comerciante-viajante na noite do Ocidente, a lua e a luz na linguagem de sinais. Do culto a Artemis em colonias insulares gregas a Athene e Notre-Dame de la Garde

  79. A irradiação do conhecimento do Invicto e o sol como luminar na linguagem de sinais. Do culto a Apolo Python dos comerciantes marítimos gregos a Saint Victor de Marseille

  80. Itália-França-Espanha-Portugal-Brasil. A perspectiva científica nos Estudos Culturais a serviço do Esclarecimento. Dos fundamentos sistêmicos de processos culturais euro-mediterrâneo-atlânticos e suas extensões transoceânicas. 500 anos da morte de Americo Vespucci (1451-1512)

  81. A Gruta de Camões como Sábio por Excelência e Confúcio do Ocidente em paisagens sino-inglesas e em transfigurações românticas. Da Literatura à Filosofia intercultural nos estudos de relações China/Ocidente. Colina da Elegância Acumulada do Jardim Imperial

  82. A mulher nas relações sino-européias. Direitos Humanos e imagens: a "lília dourada" dos pés aleijados e a virgem das águas doces e salgadas na China e no Brasil. Local de emparedamento da concubina imperial. Cidade Proibida

  83. Heroísmo e sentimento, patriotismo e internacionalidade: o papel da Polonia. Chopin em Manchester e na China e o acariciar teclas de Anton de Kontski (1817-1899): O Despertar do Leão e a Marcha a Camões

  84. Iconic Places with iconic events: Rio 92-Sydney 2012. Brasil e Pacífico Sul descobrindo-se e revelando-se. Diálogos culturais com a Nova Caledônia, Fiji e Vanuatu

  85. Découvrez des richesses Historiques. Problemas historiográficos dos estudos culturais em mundos descobertos pelos europeus: Nova Caledonia e Amapá pelos 200 anos de Louis-Marie-François Tardy de Montravel (1811-1864)

  86. Bibliotecas nas suas inserções em processos culturais. A sêde de leitura em situações coloniais e o papel do mecenato no exemplo da Biblioteca de Nouméa: Lucien Bernheim (1856-1917)

  87. Perspectiva histórica francesa, identidade galicana e culto a santos nacionais no Pacífico. Joana d'Arc (1412-1431) na Nova Caledônia pelos 600 anos de seu nascimento à luz dos estudos euro-brasileiros

  88. Vida sertaneja e de canaviais no Brasil e no Pacífico Sul. Interações culturais franco-britânicas, relações interregionais e expressões de tensões, crises e desequilíbrios culturais. Uma fonte esquecida: Voyage a La Nouvelle-Calédonie (1863-1866) de Jules Garnier

  89. Missionários que revelam nas suas obras as suas próprias inserções culturais I: O redirecionamento dos totens pelos Irmãos Maristas na Île des Pins - a "ilha mais próxima do Paraíso"

  90. Missionários que revelam nas suas obras as suas próprias inserções culturais II: São João Batista em Nathalo e o culto mariano em Easo - da transplantação romântica da Idade Média às Îles Loyauté

  91. Revelando aspectos recônditos de mecanismos transformatórios: formas de culto do tipo "cargo" na Melanésia em aproximações diferenciadoras a expressões religiosas no Brasil

  92. Diálogo intercultural em Lifou sôbre o Revelar-se. Do significado da perspectiva kanak para reflexões sôbre questões fundamentais da Antropologia e Ética. De canibalismo e carnivorismo como graus de barbárie

  93. Observação empírica e o estudo de fontes históricas da música dos kanaks. Nova Caledônia-Brasil na Etnomusicologia e no estudo de processos músico-culturais em contextos globais I

  94. Os guerreiros da Île de Pins e as danças de Tapuios e Caboclos no Brasil. Nova Caledônia-Brasil na Etnomusicologia e no estudo de processos músico-culturais em contextos globais II

  95. Os meninos guerreiros da Île de Pins e os Cabocolinhos do Brasil. Nova Caledônia-Brasil na Etnomusicologia e no estudo de processos músico-culturais em contextos globais III

  96. Para "inglês ver": do revelar-se ao mostrar-se e ser mostrado. Do pilu pilu a quadros de revista para australianos em Nouméa. Nova Caledônia-Brasil na Etnomusicologia e no estudo de processos músico-culturais em contextos globais IV

  97. A França na história das relações culturais internacionalizadoras - focalizando a ex-Indochina Francesa a partir do Brasil: questões do construído à luz da universalidade católico-restauradora. Catedral de Notre Dame, Cidade de Ho-Chi-Minh

  98. Vietnam-Brasil na Etnomusicologia e no estudo de processos músico-culturais em contextos globais. Campo de tensões: internacional na ideologia e a análise de decorrências coloniais. Teatro Municipal de Ho-Chi-Minh

  99. O internacional de fundamentação político-ideológica e o estudo cultural de internacionalizações. Questões do discurso atual da internacionalização da ciência - reflexões na cidade de Ho-Chi-Minh

  100. College and Assumption University, Bangkok. O inglês como idioma, elos culturais com a França e e legado português. Internacionalização de estudos e inserções histórico-político-culturais de instituições

  101. Música tradicional como patrimônio cultural. Da Etnomusicologia a uma musicologia de orientação teórico-cultural: consequências para a discussão patrimonial. Revendo concepções de Constantin Brăiloiu (1893-1958)

  102. Universidade Alexandru Ioan Cuza e Palácio da Cultura. A cultura e a universidade no Moldau no vir-a-ser do Romanianismo e suas relações com o mundo latino

  103. A Academia Română e a diplomacia cultural nas relações entre a Romênia, a França e o Brasil. Vasile Alexandrescu-Urechia (1834-1901), Louis Léon Prunol de Rosny (1837-1914) e Pedro II°

  104. Bukuresti/Bukareste. Athäneum: George Enesco - elos e paralelos com o Brasil. Pelos seus 130 anos

  105. A Boêmia e os "boêmios" em Paris e no Rio de Janeiro: Theophile Gautier (1811-1872) e o "beau sauvage" Artur de Oliveira (1851-1882)

  106. La mise en valeur des Colonies Portugaises de Elemér Böhm, a síndrome da internacionalização de territórios e suas consequências. Relações entre Direito Internacional e Estudos Culturais na análise de processos coloniais

  107. Da universidade na sua inserção em processos culturais transatlânticos III. Collège Sainte-Marie: restauração jesuítica no século XIX e seu significado para o ensino, a pesquisa e as artes - a Virgem Negra no Canadá

  108. Da universidade na sua inserção em processos culturais transatlânticos II. História cultural universitária de expressão francofone no Canadá na tradição de François Laval de Montemorency (1623-1708)

  109. Reflexões sôbre J,-F. Lafitau I: O mundo de sonhos dos indígenas e o enxergar o sonho dos outros pelos pajés

  110. Reflexões sobre J.-F. Lafitau II: Conhecimentos nascidos da experiência, dos estudos históricos e o auto-aperfeiçoamento do pesquisador no contato com diferentes povos - a imagem de Ulisses

  111. O sonho na cultura européia e o visionário na América. Pela canonização (2010) de André Bessette CSC (1845-1937)

  112. Do ultramontanismo e da arquitetura da unidade com Roma no Catolicismo político: D.Ignace Bourget (1799-1885) versus l'Institut Canadien

  113. Luz e cores no Gótico da Sainte Chapelle de Paris na arquitetura de orientação sulpiciana no continente americano

  114. Mar e rios nos estudos culturais Canadá/Brasil: tradições imagológicas comuns no exemplo de Notre-Dame-de-Bon-Secours

  115. Paisagismo e identidade em situações interculturais franco-inglesas e suas relações com a imagem do homem no paradigma de Joana d‘Arc

  116. Da imagem do indígena na histórica cultural e a sua consideração por F.-J. Lafitau

  117. Monumentos e murais: consciência histórica, trompe-l'oeil e multiculturalismo canadense. O africano-português Mathieu da Costa em construções históricas

  118. Canadá, Estados Unidos, Europa e Brasil: relações franco-britânicas em processos transatlânticos e interamericanos. Ciclo „Indian Summer“ pelos 300 anos da ida ao Canadá de Joseph-François Lafitau (1681-1746), fundador dos estudos culturais comparados

  119. Catedral Of The Good Shepherd. Missions Étrangères e Padroado Português: problemas de jurisdição missionária e de inserção cultural

  120. Romantismo musical e Criolismo no Havaí à luz de Indiana: romance de George Sand (1804-1876) e valsa de Gatien Marcaillou (1807-1855) - e dos Ojos Criollos de Louis Moreau Gottschalk (1829-1869)

  121. Estudos Culturais da Polinésia Francesa e Estudos Euro-Brasileiros

  122. Taiti e Brasil na história das concepções antropológicas: a questão do "noble sauvage" e suas expressões na representação cultural da atualidade

  123. D'où venons-nous? Que sommes-nous? Où allons-nous? Música, visões e questão da alegoria na análise cultural. Paul Gauguin (1848-1903) no contexto Taiti-Europa-América Latina

  124. Aspectos histórico-culturais do Catolicismo no Taiti em paralelos e relações com o Brasil

  125. Tattoos da Polinésia na história inter-e transcultural. Questões de leitura, percepção e concepções músico-antropológicas

  126. A Polinésia Francesa na história cultural da Botânica e o paisagismo cultural de reabilitação natural. Jardin d'eau de Vaipaihi como modêlo

  127. Taiti como La Nouvelle Cythère e a Ilha dos Amores d'O Lusíadas

  128. O abacaxi como contribuição do Brasil ao Taiti. Da amorosa planta peregrina dos indígenas ao pomo de ouro da ilha de Venus

  129. Cultura e Natureza em visões do Homem: Île de France e Brasil. Paul et Virginie de B. de Saint-Pierre (1737-1814)  e Inocência (1872) do Visconde de Taunay (1843-1899)

  130. Conhecimento de situações multiculturais em regiões coloniais no início do século XIX: Île de France de J.-G. Milbert (1766-1840)

  131. Emancipação de escravos na esfera britânica e métodos de pastoral de orientação social. Jacques-Désiré Laval (1803-1864)

  132. Questões de identidade: Francofilias e Francotropismos. Parnasianos no Índico, na França e no Brasil

  133. Elite colonial e creolos na cultura européia. Prosper d'Épinay (1836-1914) - Comendador da Ordem da Rosa

  134. Música em Maurício e músicos mauricianos em Paris. Recepções no Brasil

  135. In memoriam: Henrique Travassos Siffert (Henrik Siffert)

  136. Presença de brasileiros em Paris. Questões de consciência histórica e identidade

  137. Brasileiros em Paris à época de Louis-Philippe de Orléans (1830-1848). Manuel de Araújo Porto-Alegre, Barão de Santo Ângelo (1806-1879) à luz de Alexander von Humboldt (1769-1859). A natureza pela face misteriosa do coração

  138. Domingos José Gonçalves de Magalhães, Visconde de Araguaia (1811 - 1882) sob o signo de Alphonse de Lamartine (1790-1869)
    O "Manifesto" do Romantismo brasileiro em Paris: Suspiros poéticos e Revista Brasiliense

  139. Brasileiros em Paris á época de Napoléon III (1852-1870). Henrique Alves de Mesquita (1830-1906) e o milieu da Closerie des Lilas. Sobre Une nuit au chateau e/ou Noivado em Paquetá

  140. Brasileiros em Paris à época do Império liberal e da Guerra Franco-Prussiana (1870/71). Carlos S. Cavalier Darbilly (1846-1918). Da "musique musardienne" e da Opéra comique ao Teatro de Revista

  141. Brasileiros em Paris no início da Terceira República. Carlos de Mesquita (1864-1953) sob o signo da Ars gallica e dos Concerts Populaires de Pasdeloup

  142. Brasileiros em Paris nas décadas de 70 e 80 do século XIX. F.-J. de Santa-Anna Nery (1848-1901), Baron De Hübner (1811-1892), Émile Levasseur (1828-1911), Roland de Bonaparte (1858-1924)
    Amazonas e Folclore Brasileiro nas suas relações com os estudos franceses de Economia Política, Geografia Econômica e Etnologia

  143. José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899). Cultura caipira, Montmartre e Salon - Música e pintura

  144. Brasileiros em Paris nos últimos anos do Império brasileiro. Francisco Magalhães do Valle (1869-1906) e César Franck (1822-1890). Da província de Minas à procura de projeção e a erudição franco-alemã de mediação belga

  145. Brasileiros em Paris à época do Centenário da Revolução Francesa. Elpídio de Brito Pereira (1872-1961). Cultura do Norte do Brasil e o Popular no bailado parisiense. Pressupostos do sucesso de Les Pommes du Voisin no Théatre de la Gaité

  146. Brasileiros em Paris no fim do século XIX e início do XX. Sylvio Deolindo Fróes (1865-1948), André Dulaurens (1873-1932) e Georges Barrère (1876-1944). Espiritualidade baiana, simbolismo e fascinação pela estética alemã na França

  147. Brasileiros em Paris na Belle Époque., Magdalena Tagliaferro (1893 - 1986) e Reynaldo Hahn (1874-1947). A intérprete de espírito e as emoções de seu tempo. Imagem e ideal da mulher francesa em processos de transformação de identidades

  148. Brasileiros em Paris nos anos posteriores à Primeira Guerra Mundial. João de Souza Lima (1898-1982) e Alípio Dutra (1892-1964). Paulistanismo e integração no universo cultural francês em atmosfera de euforia

  149. Brasileiros em Paris nos anos trinta e na Segunda Guerra Mundial. "Tietê Borba" no grupo do Musée de l'Homme e Paul Rivet (1876-1958). Aproximações a estudos de inserção político-cultural da presença brasileira na França de entre-guerras

  150. Brasileiros em Paris após a Segunda Guerra Mundial. Luís Heitor Corrêa de Azevedo (1905-1992), Paulo Carneiro (1901-1982) e a reorganização da cooperação internacional em áreas científico-culturais

  151. A Imperatriz Eugénie segundo Clara Tschudi (1856-1945) e a "raça latina". Problemas de identidade internos europeus e euro-latinoamericanos nas relações França-México-Brasil

  152. A Primeira Missa nas Américas e a Primeira Missa no Brasil. Pharamond Blanchard (1805-1873) e Victor Meirelles de Lima (1832-1903)

  153. "Toulouse-Lautrec e as estrêlas de Montmartre". Reflexões da perspectiva brasileira

  154. Cultura e Ética sob a perspectiva dos Estudos Interculturais
    no contexto das relações franco-alemãs e suas irradiações no Hemisfério Sul
    1969-2009: 40 anos de trabalhos de renovação teórica dos estudos França-Brasil e Alemanha-Brasil

  155. Estudos alsaciano-brasileiros. Encontros e interações de esferas culturais franco-alemãs e suas extensões

  156. Mater Alsaciae. Paradigmas de vida contemplativa e a reflexão ética em contextos europeus e brasileiros

  157. Tensões franco-alemãs na identidade alsaciana e suas interferências no Pensamento, nos Estudos das Religiões e do Espiritualismo: Teutonismo e Celtismo. Édouard Schuré (1841-1929) e sua recepção no Brasil

  158. Contextos franco-alemães no Movimento Bach e suas extensões no Brasil. Órgãos da Alsácia e Movimento Organístico. Charles-Marie-Widor (1844-1937) e Albert Schweitzer (1875-1965)

  159. Crise da cultura e suas causas éticas. Relendo análises filosófico-culturais de Albert Schweitzer e "O Espírito das Catedrais" de Paulo Duarte (1899-1984)

  160. Diferenças entre idioma e identidade no exemplo da Alsácia-Lotríngia e a política de difusão cultural francesa de Após-Guerra 

  161. Judeus da Alsácia e imigrantes alsacianos na vida cultural do Brasil e da Argentina. Valse des Alliées do brasileiro Louis Henri (Levy) (1861-1935)

  162. Conferência da Paz de Versailles. Alsácia, relações franco-alemãs e o papel do Brasil: Epitácio Pessoa (1865-1942)

  163. Perspectivas católico-francesas: Cientismo evolucionista como causa do Pangermanismo e retrocesso ético-cultural. Paul Bourget (1852-1935) contra Ernst Haeckel (1834-1919)

  164. Em anos de crise: 1929 e 2009. Mística de São Paulo de Albert Schweitzer e „Mística Ética“. Reflexões sob a perspectiva do Brasil

  165. Interiorização na cultura do quotidiano e Ética de Respeito à Vida na África e no Brasil. O papel da mulher na difusão e realização de ideais de A.Schweitzer

  166. Consequências culturais da Primeira Guerra em contextos globais - Intensificação da influência cultural francesa no Hemisfério Sul

  167. Escândalo do Panamá, crise financeira e reorientação geo-político-cultural nas Américas - Da França aos EUA e contextos judaicos

  168. Percursos interoceânicos e o vale do Amazonas. Visões da floresta tropical e de desenvolvimentos cosmopolitas

  169. Questões de Difusão: Narrativa e Estrutura. Ciclo Bretão. Artur e os Cavaleiros da Mesa Redonda

  170. Questões de Difusão, Geografia Humana e Ciências das Religiões: Ar paganiz (Terre des paiens)

  171. Questões de Difusão: mare clausum/mare liberum.  Em torno de Ana da Bretanha - Rainha da França à época do Tratado de Tordesillas

  172. Questões de Difusão: Concepções sistemáticas na tradição religiosa popular. Calvários da Bretanha e os Passos da Paixão no mundo português

  173. Questões de Difusão e pirataria: A Tomada do Rio de Janeiro por René Duguay-Trouin. Questões de memória. St. Malo

  174. Difusão e Apologética em contextos euro-brasileiros. H.-F. R. de Lamennais - Dieu et Liberté

  175. Normândia e Bretanha nos estudos culturais euro-brasileiros

  176. Mont Saint Michael - XII Centenário. Entre céu e terra: montanhas sagradas do mundo

  177. Livre pensamento, fé na ciência e história cultural em contextos euro-brasileiros. Joaquim Nabuco e a superação de Renan

  178. Questões de Direito e Justiça nas relações histórico-culturais em contextos globais. Paradigma da justiça social e do Direito

  179. Cultura mortuária na Bretanha e no Brasil

  180. Canto dos cegos na Bretanha e no Brasil. Paradigma do cego bardo. Reflexões pelo Pardon de Saint Hervé

  181. O santo ferreiro e o resgate de escravos: Eloi na França, em Portugal, na África e no Brasil

  182. Indianismo e Romantismo. Da literatura aos estudos culturais. François René de Chateaubriand e José de Alencar

  183. França-Países do Mercosul. Significado histórico-cultural do Cabo de Hornos

  184. Contextos franco-latinoamericanos na história cultural dos Cafés das metrópoles do Mercosul e o "folhetinismo"

  185. Periodismo como objeto de estudos interculturais em contextos do Mercosul

  186. Cosmopolitismo parisiense ante-guerra e o nacionalismo de entre-guerras no Brasil. João Nunes

  187. Contextos internacionais de propaganda político-cultural. Filosofia da História, Catolicismo e Política cultural do Salazarismo: Gonzague de Reynold (1880-1970)

  188. Paris-Rio de Janeiro. Identidade, integração e diferenciação cultural de brasileiros na França e suas repercussões no Brasil. Estudos do século XIX: A valsa brasileira. Durand e Carlos de Mesquita

  189. Relações inter-européias na vida cultural nos anos que antecederam à Primeira Guerra e a presença brasileira

  190. Caraça, Minas Gerais. Monumento de um projeto religioso-cultural

  191. Paris-Rio de Janeiro. Fundação Castro Maier. Chácara do Céu e Museu do Açude

  192. Toulouse - Valencia - São Luís do Paraitinga. Franciscanismo e ethos da cultura

  193. Metáforas e problemas de estetização na crítica do conceito de Hibridismo. Reflexões nos jardins da Villa Ephrussi Rothschild, Côte d'Azur

  194. Os "semi-selvagens" entre os povos da terra - história das representações e difusões de imagens. Uma obra esquecida de Ch. Delon

  195. África islâmica e "África negra" na América Latina - Informações e ações: papel histórico de missionários franceses

  196. Cânones e identificação francesa na teoria arquitetônica e suas extensões

  197. Revolução Francesa sob a perspectiva dos estudos culturais em contextos transnacionais

  198. Configurações históricas de Estado na Europa e concepção de história transnacional

  199. Emigração e retornados na história cultural. Joseph de Maistre e o Brasil

  200. História cultural da Alta Savóia e suas repercussões. Humanismo Devoto e o Barroco na história intercultural das mentalidades

  201. Savoyards. História intercultural de migrações e de identidades regionais européias

  202. Estudos de Stendhal em perspectivas supranacionais e transepocais

  203. Retórica napoleônica sob a perspectiva dos estudos culturais em contextos transnacionais

  204. Arquitetura militar sob o aspecto dos estudos culturais transnacionais

  205. Pensamento teórico francês da atualidade e história intercultural da filosofia à luz dos estudos transatlânticos/interamericanos

  206. França-Brasil no estudo das tradições populares

  207. Arqueologia do saber e simbolismo na renascença de comunidades

  208. "Paixão pela Unidade". Relações Savoia-Brasil no âmbito de movimentos neo-evangelizadores e ecumênicos - Chemin Neuf

  209. Visões francesas e suas extensões. Questões teóricas da análise de expressões culturais marianas em contextos transatlânticos

  210. Contextos lombardo-provençais à luz dos estudos transatlântico-interamericanos

  211. Catolicidade, ciências culturais e processo criador

  212. Fronteiras e interações européias no mundo colonial. Patrimônio intercultural e museologia.

  213. Estudos Culturais e Teoria da Arte: Moderno/Pós-Moderno

  214. Transformações político-culturais européias no século XIX e relações euro-brasileiras. Dna. Januária Maria de Bragança (1822-1901)

  215. Romantismo nas imagens e relações culturais. Viagem de P. Marcoy no Amazonas

  216. Da província à metrópole. Cosmopolitismo e música. Recordando um documento: Hymne 52.me Anniversaire du Brésil, Louis Bertin

  217. Solesmes, Semiologia Gregoriana no contexto histórico do mundo de língua portuguesa

  218. Pintura histórica, imagem da cultura e organologia. Jean Baptiste Debret

  219. Etnologia sentimental dos trópicos. Ferdinand Denis

  220. História da reformação e história da observação da música de povos não-europeus. Jean de Léry

  221. História natural francêsa e a pesquisa da cultura no século XIX. A. F. C. de Saint Hilaire

  222. A América do Sul na Academia das Ciências de Paris no século XVIII. La Condamine

  223. Cultura francesa no Brasil do século XIX. A. d'Escragnolle Taunay

  224. Pesquisa da cultura amazônica na Europa do século XIX. F. J. de Sant-Anna Nery

  225. A Bretanha nos estudos das tradições populares e o debate teórico-cultural

  226. Programa Poética da Urbanidade: Poética e percepção do que move e impele

  227. Programa Poética da Urbanidade: Arquitetura non standard

  228. Politonalidades na percepção do meio e sistemática da criação

  229. O Barão de Penedo e a música na Exposição Universal de Paris




 
















Marseille 2012. Fotos A.A.Bispo ©
Coluna à esquerda: Valloire (Festa popular)

 

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Academia Brasil-Europa

Direção: Prof. Dr. Antonio Alexandre Bispo

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