Alemanha. BRASIL-EUROPA: Estudos interculturais. A.A. Bispo (ed.)

 
 
Os trabalhos interculturais a Academia Brasil-Europa relacionados com a Alemanha inserem-se em longa tradição. Estudiosos alemães que viviam na Europa do Leste no século XIX e início do século XX, que retornaram para a Europa ocidental e que se transferiram para o Brasil nos anos 20, trouxeram consigo ideais da cooperação intelectual e artística de teor humanístico para além de delimitações nacionais.


Tornaram-se líderes de círculos culturais de língua alemã de São Paulo, contribuíram para a difusão de avançadas correntes contemporâneas das artes e do pensamento no Brasil e participaram intensamente em empreendimentos de pesquisa da cultura popular brasileira. Fomentaram a divulgação de obras clássicas e ao redescobrimento da cultura do Barroco e da Renascença.


Como representantes do movimento Bach no Brasil, relacionaram-se com Albert Schweitzer (1875-1965). Através dele, sentiram-se incentivados a dar continuidade a uma orientação de estudos culturais vinculada a uma ética de respeito à vida.


O desenvolvimento político internacional dos anos 30 e 40 não podia, porém, ser favorável a esses ideais. Foram sufocados por ações de orientação totalitária que levaram ao predomínio de outras concepções e marcaram o desenvolvimento dos estudos. Alguns institutos ainda hoje renomados de estudos luso-brasileiros em universidades alemãs e de estudos alemães em países de língua portuguesa foram fundados nessa época, sob circunstâncias claramente políticas.

A revitalização da corrente histórica dos estudos culturais anteriores à fase totalitária relacionados com a Alemanha na tradição acima exposta deu-se com a fundação, em 1968, da entidade que hoje constitui a organização Brasil-Europa. A atualização de conceitos e métodos, o direcionamento da atenção a processos e a questões de difusão cultural foram desenvolvidos em cooperação com estudiosos de diferentes instituições, inserindo-se sobretudo nas preocupações de renovação dos estudos culturais no Brasil. Um marco dessa nova fase dos trabalhos foi sessão e concerto dedicados à cultura contemporânea alemã, realizados em São Paulo, em 1970.


Em 1971/72, abriu-se o programa dedicado à atualização dos estudos da imigração segundo as recentes tendências dos estudos culturais brasileiros com uma viagem de contatos e estudos às regiões de colonização alemã do sul do Brasil, do Espírito Santo e do Recôncavo.

Na Alemanha, os trabalhos voltados às relações com o Brasil foram durante muitas décadas marcados por entidades e projetos que se denominavam de teuto-brasileiros, uma adjetivação com significado determinado, nem sempre utilizado no seu sentido próprio. A designação Brasil-Europa desta organização e sua academia não era usual. Ela não é evidente, uma vez que une o nome de um país determinado a um continente. Além do mais, utilizava o nome do Brasil em português, ou seja, não se designava como Brasilien-Europa. Essa denominação foi discutida sob diferentes aspectos durante anos, levantou questões, exigiu elucidações e necessita ser constantemente diferenciada.

Sob essa designação geral, nada mais natural que os trabalhos relativos aos vários países passassem a ser denominados simplesmente pela justaposição de nomes, assim também Brasil-Alemanha, também aqui em português (não Brasilien-Deutschland). Entretanto, essa designação - assim como Brasil-Europa - passou a ser empregada por outras entidades e grupos dos mais diversos nos últimos anos, de modo que se torna difícil hoje para o observador distinguir as diferentes correntes históricas de pensamento a que se prendem as instituições.

É escopo da Academia Brasil-Europa desenvolver não apenas estudos teórico-culturais, mas sim também de sociologia do trabalho científico. Dedica-se, assim, de forma particular, ao estudo do histórico das diferentes instituições, também daquelas voltadas às relações entre a Alemanha e o Brasil. Ela procura analisar as circunstâncias sob as quais se originaram, os intuitos políticos e político-culturais de procedimentos, considerando os problemas e as perspectivas daí resultantes para o desenvolvimento das reflexões e da cooperação entre estudiosos. Esses estudos, que ocupam papel relevante nos trabalhos da A.B.E., não são divulgados pelos seus sites da Internet, uma vez que são obrigados também a apontar procedimentos éticos questionáveis e emulações. Apenas ítens de natureza teórico-cultural são, assim, oferecidos em divulgação mais ampla.



Materiais
Apenas os disponíveis nos sites da A.B.E.

(em elaboração)


  1. Entre fascinação e confronto com contrastes nas Américas e no Sudeste da Ásia. O cientista-diplomata Robert Hermann Schomburgk (1804-1865) no reino de Mongkut/Rama IV (1804-1869) segundo registros de um pintor alemão

  2. Sibiu/Hermannstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia I: historicidade de concepções

  3. Brașov/Kronstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia II: Reformação e ensino

  4. Feldioara. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia III: habitações rurais

  5. Homorod. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia IV: igrejas-burgo

  6. Sighișoara/Schäßburg. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia V: cidades

  7. Kerz/Cârta und Sibiu/Hermannstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia VI: música sacra católica

  8. Saschiz/Saschitz. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia VII: práticas do ciclo anual

  9. Sibiu/Hermannstadt. Música tradicional como patrimônio cultural. Da Etnomusicologia a uma musicologia de orientação teórico-cultural: consequências para a discussão patrimonial. Revendo concepções de Constantin Brăiloiu (1893-1958)

  10. Sibiu/Hermannstadt. O Museu da Civilização Transilvaniana ASTRA nos 150 anos da Asociaţiunii transilvane pentru literatura româna și cultura poporului (1861-2011). De museu étnico a museu multicultural de região européia

  11. Sibiu/Hermannstadt. Muzeul de Etnografie Universala "Franz Binder". Fundos patrimoniais de museus como objeto de estudos culturais: coleções de povos extra-europeus à época austro-húngara da Transilvânia. Arthur Soterius von Sachsenheim (1852-1913)

  12. Sibiu/Hermannstadt. Museu Nacional Bruckenthal e Museu Saxônico Etnográfico e de Arte Folclórica Emil Sigerus (1854-1947). Consciência patrimonial em populações de ascendência alemã na Romênia e no Brasil

  13. Cluj-Napoca/Klausenburg. Universidade Babeș-Bolyai. A cultura e a universidade em situações multidiomáticas e pluriconfessionais: complexos teuto-romeno-húngaros na Transilvânia nas suas relações com o mundo latino

  14. Boêmia e Brasil: entrelaçamentos culturais: Barroco, Romantismo, Teuto-Boêmios e Sudetos no Brasil. O império multinacional austro-húngaro e o processo de diferenciação nacional tcheca.  No ano da morte de Otto von Habsburg-Lothringen (1912-2011)

  15. À procura de paisagens e horizontes: da proveniência de imigrantes em estudos locais de memória e história oral no Brasil

  16. De Liberec/Reichenberg a São Bento do Sul: boêmios alemães no alto da serra em Santa Catarina. Situação há 120 anos segundo testemunho de visitante da região de Eifel

  17. De Liberec/Reichenberg a Nova Petrópolis: boêmios alemães na Serra Gaúcha. Situação há 120 anos segundo testemunho de visitante da região de Eifel

  18. Atualidade e perspectivas dos estudos culturais da imigração: o complexo multinacional austro-húngaro e o presente marcado pela globalização

  19. Per laborem ad honorem. Do ethos de trabalho dos colonos teuto-boêmios no Brasil a partir da leitura da arquitetura da Casa da Câmara de Liberec/Reichenberg

  20. Boêmios alemães de Gablonz/Jablonec nas montanhas do Iser no Brasil e música de banda em processos de identidade cultural sudeto-alemã e bávaro-boêmia

  21. Barroco na Boêmia e Barroco no Brasil II: A recatolização da Europa Central e sua irradiação no continente americano. Jesuítas da Boêmia nas missões

  22. O Selvagem de Johann Gottfried Seume (1763-1810) - da experiência na América à imagem do indígena de sentimentos nobres

  23. Antonio Gonçalves Dias (1823-1864) - tradutor de F. Schiller: indianismo brasileiro e cultura alemã da Europa Central

  24. Conhecimentos do Brasil na Boêmia I. O Rio de Janeiro em A vida de sociedade no Brasil  de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  25. Conhecimentos do Brasil na Boêmia II. O Rei Negro no Rio de Janeiro de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  26. Conhecimentos do Brasil na Boêmia III. Pernambuco em Uma viagem no Brasil de  Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  27. Conhecimentos do Brasil na Boêmia IV: Costumes e caráter dos brasileiros de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  28. Conhecimentos do Brasil na Boêmia V. A gente de Lucca no Brasil de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  29. Conhecimentos do Brasil na Boêmia VI. Santa Catarina e Rio Grande do Sul na versão de Franz Heiderich (1893) da Descrição Geral do Globo de Adrian Balbi (1782-1848)

  30. A Islândia como "país de saga" e as narrativas do patrimônio cultural à luz de relações entre a história e o lore. Pela presença especial da Islândia na Feira Internacional do Livro de Frankfurt a.M. 2011

  31. A recepção do Nórdico no Brasil e a crítica islandesa à apropriação e instrumentalização das antigas narrativas no passado nacional e nacionalsocialista alemão

  32. Cultura escrita e Igreja. O ensino latino na Islândia no âmbito das sete artes liberais e seu significado para a leitura das antigas narrativas

  33. A imagem da Islândia e de sua natureza no passado e no presente. Transformações na percepção do patrimônio natural sob especial consideração de fontes geotermais e geysirs. Carl Gottlob Friedrich Küchler (1869-1945) e Robert Bunsen (1811-1899)

  34. O "ciclo escandinavo-germânico" nos estudos do Romanceiro em Portugal e no Brasil. Reflexões no local da tomada da terra islandêsa e da saga de Egil

  35. A família Sinzig de Linz am Rhein

  36. Cornelia Napp. "Personal representatives" in relações culturais de editoras de música. A representação de Heitor Villa-Lobos nos EUA

  37. Economia e concepções político-culturais nos estudos do mundo de língua portuguesa. Revendo elos entre colonialismo e propaganda no nacionalismo autoritário. Ciclo de estudos Portugal-África-Alemanha-Brasil da A.B.E., Frankfurt a.M. e outras cidades

  38. Frankfurt a.M.. Kaiserdom São Bartolomeu. Mercado e finanças nas suas relações com Anschauungen - questões imagológicas. São Bartolomeu no Sacro Império Romano Germânico e na história das relações entre a Alemanha e Portugal

  39. Gotha. A mulher e o movimento feminino alemão nas suas inserções em correntes nacionalistas e colonialistas nos estudos do mundo de língua portuguesa. O "Intercâmbio Cultural Teuto-Português" de Elise Hermine von Hoppfgarten (1869-?) e o círculo de Hedwig Heyl (1850-1934)

  40. Frankfurt a.M.. Mathilde Auguste Hedwig Fitzler Kömmerling (1896-1993) e o papel do Brasil no movimento feminino alemão. Da questão do "pré-descobrimento português do Brasil"

  41. Hamburg. Luise Ey (1854-1936), Carolina de Michaelis (1851-1925), o Instituto Alemão de Coimbra e Bernard Schädel (1878-1926), o "Apóstolo de Portugal na Alemanha". Comemorações sob o signo da política de intercâmbio luso-alemão em 1934/35 (I)

  42. Hamburg. Egmont Zechlin (1896-1992) e a história dos Descobrimentos nos seus elos com o debate historiográfico alemão: os 500 anos da Política Colonial. Comemorações sob o signo da política de intercâmbio luso-alemão em 1934/35 (II)

  43. Hildesheim. Hans Friedrich Blunck (1888-1961) e Oswald Theodor Barão von Hoyningen-Huene (1885-1963): política da escrita nacionalsocialista nas suas relações com os estudos do mundo de língua portuguesa. Encontro internacional em Lisboa e homenagem no túmulo de Camões (1935). Significado político-cultural da questão de elos luso-nórdicos num pré-descobrimento da América

  44. Gotha. Da História das Ciências como objeto de estudos culturais e dos Science Studies. Revendo o III Congresso da Academia Internacional de História das Ciências em Portugal (1934) e a participação do Brasil: Francisco Jaguaribe Gomes de Mattos

  45. Grimma. Reconstrução colonial portuguesa e revisionismo colonial alemão. Ernst Gerhard Jacob (1899-1974): Portugal como modêlo de uma Colonialística alemã e a "Kolonialschuldlüge" de Heinrich Schnee (1871-1949)

  46. Frankfurt a.M.. Política colonial sob perspectiva do desenvolvimento dos transportes aéreos. Fischer von Poturczyn: África como "periferia" da Europa

  47. Berlin. O "Dia da Raça" ibérico e íberoamericano na Alemanha do III Reich. Revendo cerimônia no Instituto Íbero-Americano de Berlim (1935):  General Wilhelm Faupel (1873-1945), U.F.W. Joachim von Ribbentrop (1893-1946) e a "união de destino racial"

  48. Berlin. A "Comunidade de Estudos Teuto-Portuguesa" e o intercâmbio acadêmico Alemanha/Portugal nos anos trinta. 260 portugueses em Hamburgo e Berlim. A. da Veiga Simões (1888-1954) e Alfons Hilka (1877-1939)

  49. Berlin. Hitler e as relações Portugal/Alemanha: uma esquecida audiência a jornalistas portugueses (1935)

  50. Frankfurt a.M. Análises alemãs da economia nas colonias portuguesas nos anos 30  e suas relações com os estudos culturais portugueses e brasileiros - "Estrangeirização das colonias" e vontade nacional. Sir Robert Williams (1860-1938)

Ciclo luso-africano-teuto-brasileiro na região de Ennepe-Ruhr pelos 125 anos de Gevelsberg, cidade natal de Willem Jaspert (1901-1941)

  1. I. Gevelsberg. "Memória de África"? Significado e problemas de fontes fotojornalísticas do passado totalitário nos estudos das relações Portugal-África. 75 anos de "Aventuras e Vivências em Angola", de Willem Jaspert

  2. II. Schwelm. Imagens alemãs de Angola : Luanda, Lobito, Amboim, Katenga, Canda

  3. III. Hattingen. Colonos e "Deutschtum" em Angola: Fazenda Capungo e a Francônia em terras Kimbundo

  4. IV. Kemnade. Buren em Angola, tradições européias e mudanças culturais: a última máscara dos Kaluimbi

  5. V. Witten. Situações multiculturais em ferrovias angolanas - uma família austríaco-brasileira

  6. A respeito de fotografia: de uma entrevista com Gerhard Winkler de Raija Knipper, Photographische Sammlung/Sk Stiftung Kultur Köln

200 anos do nascimento de Robert Schumann (1810-1856)

Ciclo de estudos euro-brasileiros na região do Reno:

  1. Bonn - no túmulo de Schumann. A imagem do Homem nas concepções schumannianas e a sua presença no movimento orfeônico do Brasil

  2. Düsseldorf - na casa de Schumann. „De gentes e países estrangeiros“. Estudos schumannianos no âmbito das relações Alemanha-Brasil/Brasil-Alemanha

  3. Endenich - na clínica da internação de Schumann. Medicina, construção de imagens e suas consequências para as reflexões histórico-culturais, estéticas e para a interpretação. Significados do debate a respeito da saúde mental de Schumann

Ciclo de estudos euro-brasileiros na Saxônia: entre Zwickau e Leipzig - Vale do Mulde:

  1. Rochlitz. Vínculos entre a Saxônia e o Brasil à época de Robert Schumann. Friedrich August II (1797-1854) e seus elos com a família imperial brasileira

  2. Wechselburg. Da religião e espiritualidade em Schumann e hermenêutica em concepções e na análise

  3. Grimma. Os "aliados de David" (Davidbündler) de Schumann e as dimensões questionáveis de concepções de combate a filisteus na cultura - revendo Theodor Uhlig (1822-1853)

  4. Nimbschen. Schumann nas relações entre concepções sacro-musicais e o Romantismo em contextos católicos e protestantes à luz dos estudos brasileiros

  5. Colditz. De atmosferas mórbidas e da fantasmagoria no Romantismo. Dr. Carus e Agnes Carus de Colditz na vida de Schumann

  6. Puechau. „Só o fandango merece talvez o nome de verdadeira dança no sentido próprio do termo“. O fandango na Neue Zeitschrift für Musik e na Sonata op. 11 de Robert Schumann

  7. Machern. A Peregrinação da Rosa de Robert Schumann no Brasil nos anos da Segunda Guerra. Problemas ético-culturais em situações de alinhamentos sob a ação de representações diplomáticas: lembrando a Gleichschaltung

Capital Européia da Cultura Ruhr 2010:

  1. 1. Essen: "Atol da Arte e da Ciência" e a continuidade do projeto "Apocalipse do Amazonas"

  2. 2. Dortmund: Dimensões de viagens: "Odisséia Europa"

  3. 3. Schwerte: Da vida metálica à vida cultural. Schwerte e seus elos com o Brasil

  4. A música de banda no Havaí nos seus elos com o Império Alemão e com a imigração portuguesa. Significado para a pesquisa da banda de música no Brasil

  5. Moorea e Rio de Janeiro na história das observações científicas e o sentimento estético. Papel do Taiti no desenvolvimento dos estudos americanos. Georg Forster (1754-1794) e Alexander von Humboldt (1769-1859)

Pelo „Ano da Ciência, Berlin 2010“:

  1. "Berlim à luz": Rever o passado para refletir o presente tendo em vista o futuro. Pelo "Ano da Ciência", Berlim 2010 - após 75 anos da oficialização de centros de estudos luso-brasileiros na Alemanha

  2. "Ponte para o Ocidente": A questão da justificativa de Colonia como centro de estudos português-brasileiros nos anos 30

  3. "Portão para o mundo": A questão da justificativa de Hamburgo como centro de estudos português-brasileiros nos anos 30

  4. Inauguração do Instituto Português-Brasileiro de Colonia na sua inserção política (1934)

  5. Voz do Brasil junto ao Instituto Português-Brasileiro de Colonia: Ildefonso Falcão e a propaganda dos estudos lusófonos de inserção política em Pernambuco nos anos 30

  6. Sinergia e/ou fortalecimento de grupos com elos políticos no âmbito das relações entre a Alemanha e os países de língua portuguêsa - anos 30

  7. Medicina Tropical e a inclusão explícita do Brasil nos Estudos Portugueses na Alemanha. Sob o signo da doença do sono e do paludismo: Dr. Johannes Zschucke

  8. Brasil na Europa, Portugal na Alemanha, Brasil na Alemanha e congêneres: riscos de conotações totalitárias em expressões. "Leitores" e a questão da representação de nações entre outras nações. Relendo artigo de Manuel de Paiva Boléo (1904-1992) sôbre Portugal em órgãos nacionalsocialistas (1935)

  9. Emissoras, formação de emissários e riscos de interferências nos Estudos Culturais. Problemas téorico-culturais do papel da Rádio - anos 30

  10. Jornalismo cultural versus divulgação ampla de pesquisas especializada. Literatura de viagens nos anos 30

  11. O humor e o grotesco no jornalismo cultural como expressão e veículo de visões do mundo. Hans Reiser: Cidades brasileiras e revoluções

  12. "Comunhão de vivências" e alemães na história do turismo cultural no Brasil. Friedrich Riemer: No Itatiaia

  13. O interêsse econômico de resultados da pesquisa científica no jornalismo cultural. Von Falkenberg: A palmeira Babassu, uma mina vegetal

  14. Procura de atualidades e sensações no jornalismo cultural - problemas antropológico-culturais. Otto Steiniger: Uma noite entre os Bororo 

  15. "Fantástico!": jornalistas e Zeppelins a serviço da propaganda e da arregimentação de imigrantes. Arthur Rehbein: Em três dias no Brasil

  16. Estradas e integração nacional nas concepções políticas e as vias de comunicação e transporte no jornalismo cultural. Reinhard Maack: De diligência e canoa pelo interior do Brasil

  17. "A todo o vapor". Locomotiva como símbolo político-cultural e vias férreas de penetração do Ocidente na literatura de viagens. Karl Watzinger: Viagem ao Mato Grosso

  18. "Sempre em frente!" Cultura Física e o "Triunfo da Vontade": Turismo esportivo-cultural na difusão de visões do mundo. Siegfried Schütze: De "corcel de aço" (bicicleta) pela América do Sul
    I. Uruguai e Paraguai
    II. Brasil
    III. Argentina
    IV. Chile I
    V. Chile II
    VI. Bolivia
    VII. Peru

  19. Conhecimento de situações multiculturais em regiões coloniais no início do século XIX: Île de France de J.-G. Milbert (1766-1840)

  20. Maura Moreira: 50 anos na Alemanha (1959-2009) - O Canto da Terra

  21. Memória, imagens do passado e consciência histórica na perspectiva dos estudos Alemanha-Brasil / Brasil-Alemanha

  22. Significado e problemas de estudos histórico-culturais

  23. Memória e imagens de cidades-residência

  24. Viagens, desenvolvimento naval e emigração

  25. Rêdes sociais na História Político-Cultural:
    1.Alemanha-Rumênia-Grécia-Dinamarca-Suécia
    2.Os Hohenzollern e a Casa de Saxe-Coburg. Alemanha-Portugal-Bélgica-Bulgária
    3.Alemanha-Áustria-Hungria-Itália e Rússia
    4.Império alemão e Império britânico. "Prussianidade", Ética do Dever e Ética do Sucesso
    5.Waldeck-Pyrmont e Países Baixos

  26. "Sobre a Educação Estética do Homem"

  27. Espiritualidade, simbolismo e fascinação pela estética alemã

  28. Cultura e Ética no contexto das relações franco-alemãs

  29. Encontros e interações de esferas culturais franco-alemãs e suas extensões

  30. Tensões franco-alemãs na identidade alsaciana e repercussões

  31. Contextos franco-alemães no Movimento Bach e suas extensões. Albert Schweitzer (1875-1965)

  32. Diferenças entre idioma e identidade no exemplo da Alsácia-Lotríngia 

  33. Conferência da Paz de Versailles. Alsácia, relações franco-alemãs e o papel do Brasil

  34. Perspectivas francesas: Cientismo evolucionista, Pangermanismo e retrocesso ético-cultural

  35. Em anos de crise: 1929 e 2009. Mística de São Paulo de Albert Schweitzer e "Mística Ética"

  36. Interiorização na cultura do quotidiano e Ética de respeito à vida

  37. O papel da mulher na difusão e realização de ideais de A.Schweitzer

  38. Crise da Cultura e suas causas éticas. Análises filosófico-culturais de A. Schweitzer

  39. Relações entre o Homem e os outros seres viventes na Ética

  40. Significado de A. Schweitzer para países marcados pela destruição da Natureza

  41. Literatura de difusão popular e historiografia intercultural

  42. Teuto-brasileiros na história da Teoria da Evolução

  43. Comunicação em contextos culturais complexos e teoria sistêmica

  44. "Integração do passado no presente". Aproximações entre Lübeck e Porto Alegre: Teatro São Pedro

  45. Função da Ciência da Cultura no diálogo interdisciplinar

  46. "Utilidade" da Ciência da Cultura na cooperação internacional

  47. "Utilidade" da Filosofia no debate interdisciplinar e intercultural

  48. Multidisciplinaridade nos estudos culturais e cooperação interdisciplinar

  49. Intersubjetividade como categoria metadisciplinar? Comunicação e Sociologia

  50. Consenso e/ou opção na transação comunicativa

  51. Observação de segunda ordem e "ver o que os outros não veem"

  52. Diferenciações na concepção de autopoiesis e de sistemas autopoéticos

  53. Auto-Organização sob a perspectiva teórico-cultural

  54. Sistema como Diferença. Diferença entre sistema e meio envolvente

  55. Música contemporânea e difusão cultural em relações bilaterais

  56. Renovação de repertórios e musicologia histórica

  57. Órgão como instrumento solista e intuitos renovadores do movimento Bach

  58. 1968 na história das relações interculturais: ballett

  59. 1968 na história das relações interculturais: canto coral

  60. 1968 na história das relações interculturais: música para piano

  61. Comunidades de língua alemã nos países do Cone Sul. História intercultural

  62. Questões de estudos Alemanha-Brasil. Jornalismo e estudos culturais

  63. Experiências de jornalistas brasileiros na Alemanha. Comentários de uma obra

  64. Teses sobre o Brasil e Portugal na Alemanha

  65. Linguagem dos fatos" e a imagem do "homem heróico"

  66. Questões de justiça histórica e valorizações na História

  67. O aumento de Conhecimento como critério de valor

  68. Do universo barroco do Sul da Alemanha ao Paraguai e ao Império Mogul

  69. Propaganda política, história institucional e associações em contextos internacionais

  70. Propaganda Política e Circo no estudo das relações culturais

  71. Ciência e Política: O espírito nacional na Ciência. "Ciência alemã" dos anos 30 e 40

  72. Jornalismo, Política e Estudos Culturais. De propaganda à "palavra como arma"

  73. Ideologia de identidades e política cultural de Exterior em diferentes contextos. Deutschtum na década de 30

  74. Politologia e Ciência da Cultura em contextos internacionais e interculturais

  75. Análise cultural e a perspectiva culturalista no estudo das transformações político-culturais

  76. Policy: Questões de conteúdo e de "output" na Análise político-intercultural

  77. Polity: Questões sistêmicas e de confiança em estruturas na Análise político-intercultural

  78. Cultura Politica como "instituição semiótica" em estudos politológicos e análise da ordenação simbólica

  79. Cultura de interpretação e sócio-cultura como categorias de análise político-intercultural

  80. Vida contemplativa como fator na história e no presente de processos político-culturais

  81. Ideais paneuropeus sob perspectiva intercultural. Redirecionamento cultural de conceitos geopolíticos

  82. História político-cultural e transformações da espiritualidade de ordens. Teologia, filosofia, meio ambiente e cultura

  83. Multiculturalidade e política de ordens religiosas. Relações de interdependência entre o mundo extra-europeu e a Europa

  84. Sistemas político-econômicos e transformações histórico-culturais em contextos internacionais

  85. Realismo e milagre na cultura do Barroco e suas implicações político-culturais

  86. Problemas da mistura de ilusão e realidade em interpretações politológicas e análise cultural

  87. Aportes interpretativos da pesquisa politológico-cultural do Nazismo e a questão da ilusão na análise cultural

  88. Estudos semiológicos: Aplicação e uso interdisciplinar de aportes teóricos na análise cultural

  89. Prioridade da Natureza na teoria histórico-genética da cultura e teoria da cultura de orientação ambiental

  90. Para uma fenomenologia dos fóros mundiais de cultura. De-montagem, reconstrução, diálogo internacional cultura/ciência

  91. Análise cultural e teoretização da cultura

  92. Espírito em processos culturais do Ocidente e Espírito em aportes teórico-culturais histórico-genéticos

  93. Reformação como fator na história das mudanças de compreensão do mundo

  94. Estudos pomerano-brasileiros. À procura de vestígios e bases

  95. Estilo e materiais na história de processos interculturais. O Gótico de tijolos

  96. Hermenêutica bíblica e resgate de sentidos de imagens em contextos reformados

  97. Dimensões culturais do canto de Simeão em contextos interconfessionais

  98. Magnificat: Dimensões culturais em contextos interconfessionais e internacionais

  99. O problema da imigração na literatura alemã de cunho político do século XIX

  100. Cultura popular da Baixa Alemanha sob a perspectiva dos estudos da imigração

  101. Universo do Plattdeutsch na história das mentalidades sob a perspectiva da imigração

  102. Senso de comunidade, memória e religiosidade feminina no Brasil e na Europa medieval

  103. Natureza como fundamento de reflexões filosófico-culturais. Harz e Caparaó: Relendo J.W.Goethe

  104. Cultura memorial na história das relações: o Ano Goethe de 1932 no Brasil

  105. Significado de D. Buxtehude para os estudos euro-brasileiros

  106. Significado do paisagismo inglês na Alemanha. Natureza, cultura e qualidade de vida

  107. Relações Países-Baixos-Alemanha na história intereuropéia da cultura e suas repercussões

  108. Estudos culturais de minorias confessionais

  109. Música na hermenêutica bíblica e mitos. Implicações interculturais

  110. Paul Gerhard: aspectos interculturais e interconfessionais

  111. Estudos medievais em perspectiva intercultural

  112. Estudos culturais nas relações Alemanha/Brasil

  113. Estudos regionais europeus e estudos interculturais: Altmark

  114. Recuperação e utilização do patrimônio arquitetônico e natural

  115. Idéia de harmonia nas concepções do mundo e do homem e suas expressões arquitetônicas

  116. Estudos bismarckianos. Perspectivas euro-brasileiras

  117. Formação prussiana e sua influência na história intercultural da educação no Brasil

  118. Música nos caminhos dos imigrantes alemães no Espírito Santo

  119. Memória e preservação patrimonial II: Cultura e meio ambiente

  120. Sabedoria/Cultura e mudanças religiosas

  121. Sabedoria/Cultura e empenho social

  122. Sabedoria/Cultura entre o Românico e o Gótico

  123. Sabedoria/Cultura e ideais premonstratenses

  124. Sabedoria/Cultura, Pansofia e Educação

  125. Sabedoria/Cultura e pontes entre estilos e classes

  126. Problemas de contextualização: Hessen-Brasil

  127.         

  128. Estudos histórico-culturais e constelações reformatórias e contra-reformatórias

  129. Arqueologia da espiritualidade e estudos culturais comparados

  130. Continuidade no repertório de imagens em processos de mudança confissional

  131. Barroco e protestantismo nas reflexões interculturais

  132. Focalizações na análise de programas teológicos de imagens

  133. Dimensões simbólicas de militância na arquitetura religiosa e sua interpretação

  134. Mudança de situações: predominância religiosa a enclaves

  135. Paradoxos da recepção em processos identificatórios

  136. Migração, subalternidade, alteralidade e representação

  137. Análises culturais comparativas de migrações

  138. Alemães, italianos e judeus. Imigração européia e modernidade no Brasil

  139. Espaço como material: Experiência espacial auditiva

  140. Alemanha-Japão e o Estudo das relações culturais transatlânticas e interamericanas

  141. Estudos culturais e ciência da mídia nas relações transatlânticas

  142. Reflexões concernentes ao antigo Palácio da República da ex- DDR

  143. Reflexões no Mausoléu do Holocausto e no Museu Judaico de Berlim. Estudos judaicos em contextos internacionais

  144. O que é Europa? Reflexões brasileiras no Museu de Etnologia de Hamburgo

  145. Comércio, identidade e valores de Hamburgo e suas repercussões

  146. Hammonia. Universo hanseático, Alegoria e Brasil

  147. Porto de Hamburgo e navios na história das relações culturais. Exemplo Cap Polonio

  148. Kilia. Holstein, Alegoria e Brasil. Marinha de Guerra e interesses econômicos na história colonial

  149. Porto da Mídia. Edifícios dançantes e imagem de cidades

  150. Volkskunde e museus ao ar livre

  151. Experiência eurocêntrica de alteralidade na anamnese da história protestante das mentalidades

  152. Entre História de ocorrências significativas à pesquisa da cultura quotidiana de grupos

  153. Fontes alemãs para uma história da apreensão das culturas indígenas

  154. Filmes documentários alemães como fontes históricas para a pesquisa e a reconstrução da história e da identidade indígenas

  155. Estudos culturais pós-colonias e pesquisa musical. Caso da colonização alemã no Brasil

  156. Para a discussão de concepções autoritárias na pesquisa musicológica

  157. Projeto Nietzsche pelos Ouvidos - Filosofia e Música, Música como Filosofia

  158. Pesquisa da imigração nas ciências da cultura e da música

  159. A música folclórica do gaúcho alemão - Contribuições e mesclas no Estado do Rio Grande do Sul

  160. Terno de Atiradores da região de Montenegro -Rio Grande do Sul

  161. Sociedade de Cultura Gramado / Kulturgesellschaft Gramado

  162. Os órgãos no Rio Grande do Sul

  163. Brasil e o West-Deutscher Rundfunk

  164. Sessões de estudos interculturais em regiões da colonização alemã no Rio Grande do Sul

  165. Reflexões sobre o Barroco como exigência da pesquisa e da prática

  166. O ano Bach 2000 e a pesquisa de Bach nos estudos interculturais

  167. Heitor Villa-Lobos e o estudo das relações culturais Brasil-Alemanha

  168. Medizin, Philosophie und die Bach-Idee: Albert Schweitzer und Brasilien

  169. Villa-Lobos, Cândido Muricy e descobrimento de Bach no Brasil

  170. Comemorações dos 500 anos do Brasil e o "Ano Bach 2000"

  171. Projetos e perspectivas do trabalho cultural do Brasil na Alemanha

  172. Arquidiocese de Colonia: Weltkirche-Weltmission

  173. Instituto de estudos hinológicos e etnomusicológicos

  174. Sinais e imagens, números e letras. Meditação em Maria Laach

  175. Música e visões do ponto de vista da vida musical no contexto das relações entre a Alemanha e o Brasil

  176. Estudos culturais póscolonialistas e pesquisa musical. Exemplo de caso: a colonização alemã no Brasil

  177. Visões de um projeto músico-pedagógico em regiões de colonização alemã no Brasil

  178. Música nas lembranças de um franciscano renano no Brasil

  179. Canto e propaganda anti-emigratória do período nazista

  180. Sociedade Masculina de Canto Lyra, São Paulo

  181. Pela queda do muro de Berlim: relacionamentos internacionais e estudos do mundo de língua portuguesa

  182. Música de Portugal e do Brasil em bibliotecas alemãs

  183. Museologia e patrimônio cultural na Alemanha e no Brasil

  184. Economia e cultura de imigrantes católicos no Estado de São Paulo e a ação de Franciscanos da Saxônia

  185. São Leopoldo: O órgão de bambús de S. Leopoldo e o órgão de Las Piñas/Metro Manila

  186. Gertrud Mersiovsky na Alemanha e o estudo de Max Reger

  187. Pela queda do muro de Berlim: Concepções da história e história da música

  188. Estudo das relações teuto-luso-brasileiras: algumas fontes gerais pouco consideradas

  189. Vida cultural no início das colonias alemãs: "Os alemães na floresta brasílica". H. Zöller

  190. Memórias de um pastor evangélico: "Na Alemanha e no Brasil" de G. Stutzer

  191. Impressões de um oficial prussiano no Rio Grande do Sul . H. von Hattorf

  192. Um viajante alemão no ano da inauguração do Teatro Municipal de São Paulo: W. Ule

  193. Música de colonos, caboclos, garimpeiros e índios nas "Aventuras de um alemão no Brasil". F. Donat 

  194. Música na religiosidade cabocla na "Floresta de São Paulo" entre o Paraná e o Tietê. J.Kretzen

  195. Impressões do ambiente sonoro das ruas de Rio de Janeiro e Salvador. E. R. Keilpflug

  196. A vida de imigrantes alemães e a música no Brasil

  197. História intercultural da medicina, imigração e colonização

  198. Mudanças culturais

  199. Imigração de bens culturais e sistemática organológica

  200. Primeiras fontes históricas da música indígena: H. Staden

  201. Marius Schneider: Concepções intrínsecas a mitos e ritos

  202. Subsídios para a história das relações científico-culturais entre a Baviera e o Brasil

  203. Amadorismo musical de etnólogos na pesquisa de campo

  204. Maxixe na Alemanha: questões pertinentes aos estudos culturais

  205. Urbanidade, fragmentações e reconfigurações

  206. Mudanças de paradigmas na concepção de vida ativa da urbe

  207. Novas percepções e transformações de imagens

  208. Problemas da valorização estético-cultural do passado

  209. 20 anos da recepção no Schloß Burg

  210. Interlóquios no Serviço de Relações Exteriores da Alemanha e em embaixadas de países lusófonos em Berlim

  211. Encontro de grupos teuto-brasileiros - Tradição e Identidade / Begegnung mit deutsch-brasilianischen Gruppen - Tradition und Identität




Sessões e ciclos de estudos

Pelo fato do centro de estudos europeu da A.B.E. localizar-se na Alemanha, grande parte de seus, seminários, cursos, conferências e ciclos de estudo desenvolvem-se nesse país. Nem todos esses eventos referem-se a questões diretamente relacionadas com a Alemanha. Na lista abaixo oferece-se apenas uma seleção de alguns dos eventos mais específicos que se encontram relatados no site da A.B.E.


Ciclo pelos
250 anos de nascimento de Friedrich von Schiller

Ciclo de reflexões interdisciplinares e sistêmicas pelos 10 anos da morte de N. Luhmann
Ciclo pelos 130 anos de Hermann Hesse
Ciclo pelos 800 anos de Santa Isabel da Turíngia
Ciclo pelo Ano Goethe

Jornada pelos 300 anos de falecimento de D. Buxtehude
Jornada pelo Ano Paul Gerhard: aspectos interculturais e interconfessionais

Circuito de Baden-Württemberg

Circuito da Saxônia-Anhalt
Circuito de Mecklenburg e Pomerânia Ocidental
Circuito do Harz

Circuito do Altmarkt
Circuito de Hessen

Circuito do Oberberg e vale do Agger




Textos em alemão/Texte in deutscher Sprache


  1. Deutschland/Niederlande/Brasilien. Wilhelminische Studien aus Erfordernissen der Immigrationsforschung: Fragen von Gedächtnis und Geschichtsbewusstsein

  2. Deutschland/Brasilien. Systemische Theorie und Studien von Kulturprozessen

  3. Deutschland/Brasilien. Zur Erforschung der Forschung: An die Vergangenheit denken um im Dienst der Zukunft die Gegenwart zu reflektieren - die 30er Jahren

  4. Deutschland/Brasilien. Schumann in kulturwissenschaftlich orientierter Musikforschung

  5. Deutschland/Portugal/Afrika/Brasilien. Wirtschaft, Politik und Kulturanschauungen: Kolonialistik und Propaganda in den 30er Jahren

  6. Studien von Prozessen der Kulturdiffusion im Kontext Brasilien/Deutschland


Weitere deutschsprachige Texte zur Arbeit der A.B.E.: www.akademiebrasileuropa.de



Brasileiros residentes na Alemanha, alemães residentes no Brasil, brasileiros de origem alemã, alemães com familiares brasileiros e estudiosos em geral, cooperem com os seus conhecimentos e a sua experiência com o trabalho idealista da A.B.E.!
Ficaríamos gratos se entrassem em contato conosco: Contato.



 

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BRASIL-EUROPA
www.brasil-europa.eu

Organização de estudos teóricos de processos interculturais e estudos culturais nas relações internacionais (registrada 1968)
Academia Brasil-Europa de Ciência da Cultura e da Ciência (Estudos Culturais e Sociologia da Ciência)

Direção: Prof. Dr. Antonio Alexandre Bispo

©

ESTUDOS CULTURAIS RELACIONADOS COM A 

ALEMANHA

 

Locais de reflexões
(lista incompleta)


Altentreptow
Anklam
Auel
Augsburg

Bad Arolsen

Bad Nauheim
Benediktbeuern

Benrath
Berleburg 

Berlin 1

Berlin 2

Berlin 3

Berlin 4

Berlin 5
Berlin 6
Berlin 7
Berlin 8
Berlin 9
Berlin 10
Bonn 1
Bonn 2
Bonn/Königswinter
Brocken/Harz
Calw

Cappenberg
Colditz
Derenburg
Doebbelin
Dortmund

Dresden
Dresden 2
Düsseldorf 1
Düsseldorf 2

Düsseldorf 3
Eckenhagen
Ehrenbreitstein
Eibingen
Endenich
Essen
Ettal
Ettlingen

Frankfurt a.M. 1
Frankfurt a.M. 2
Frankfurt a.M. 3
Frankfurt a.M. 4
Frankfurt a.M. 5
Freudenberg
Gardelegen
Gernrode
Gevelsberg
Giessen

Gimborn

Görlitz 1
Görlitz 2
Gotha 1
Gotha 2
Greifswald
Grimma 1
Grimma 2
Hagen
Halberstadt
Hamburg 1
Hamburg 2
Hamburg 3
Hamburg 4
Hattingen
Herborn
Hildesheim
Hirsau
Hohenlimburg
Holstein

Hundisburg
Ilbenstadt
Iserlohn

Jena

Jena 2 

Jerichow

Karlsruhe
Kemnade
Kiedrich

Kiel
Klausen
Koblenz
Köln 1
Köln 2
Köln 3
Köln 4
Köln 5
Köln 6

Köln 7
Kommern 1

Kommern 2
Leichlingen
Lembeck
Letzingen
Leverkusen 1

Leverkusen 2
Lieberhausen
Linz 1

Linz 2
Ludwigsburg
Lübeck
Lübeck
Machern
Magdeburg
Marburg
Maria Laach 1
Maria Laach 2
Marienhagen
Marienheide
Maulbronn
München
Münsterschwarzach

Neersen
Neetzow
Neubrandenburg

Neukloster
Nimbschen
Nürnberg
Oranienburg
Ortenberg

Potsdam

Prenzlau
Puechau

Raesfeld
Remscheid
Rochlitz
Sayn
Schlehdorf
Schwelm

Schwerte
Speyer
Stendal
Tangermuenden
Tegernsee

Tribsees
Waldeck
Wechselburg
Wernigerode
Wetzlar
Wiedenest
Wieskirche
Wismar
Witten 1
Witten 2
Wittenberg
Wörlitz




Nomes

(lista incompleta)


Arndt, E.M.

Avé-Lallement, R. Ch. B.

Baldus, H.

Ballin, A.
Baumgardt, R.
Begrich, M.
Blunck, H. F.
Bruch, W.
Bussmeyer, H.
Buxtehude, D.
Chamisso, A. v.
Dane, I.
Donat, F.

Edschmid, K.
Ey, L.
Falcão, I.
Falkenberg, v.

Faupel, W.
Ferreira, P. A. M.
Fitzler, M. A. H.
Forster, G.
Gerhard, P.
Gneist, O.
Görgen, H.
Goethe, J.W.
Haeckel, E.
Hagen, V. W. v.
Hattorf. H. v.

Haydée, M.
Heckenbach, W.A.
Hesse, H.
Hesse-Wartegg, E. v.
Heyl, H.
Hildebrandt, E.
Hilka, A.
Hoppfgarten, E.H. v.
Hoyningen-Huene, O.Th.v.
Humboldt, A. v.
Izikowitz, K.G.
Jacob, E. G.
Jaspert, W.
Kameke, v.
Keilpflug, E.R. 
Koch-Grünberg, Th.
Koseritz, C. v.
Krause, F.
Kretzen, J.
Lange, F.C.
Langer, A.
Maack, R.
Michaelis, C.
Milbert, J.-G.
Müller, J.. F. Th. (Fritz)
Overath. J.
Perl, A.
Poturczyn, F. v.
Rehbein, A.
Reiser, H.
Reuter, F.
Richter, K.
Riemer, F.
Schädel, B.
Schiller, F. v.
Schmidt, M.
Schnee, H.
Schneider, M.
Schomburgk, R. I
Schomburgk, R. II

Schütze, S.
Schweitzer, A.
Sinzig, P.
Snethlage, E. H.
Spengler, O.
Staden, H.
Steiniger, O.
Stutzer, G.    
Therese von Bayern
Ule, W.
Veiga Simões, A.
Viktoria Luise
Wappäus, J.
Watzinger, K.
Weller, A.
Wilhelm II
Winckelmann, J. J.
Winkler, G.
Wolff, K.-D.
Wustmann, E.
Zechlin, E.
Zöller, H.
Zschucke, J.
Zweig, S.














Fotos: H. Hülskath ©

Cabeçalho: Livros (Museu Winckelmann, Stendal). Ccluna à direita: Schiller, Goethe, Rauch, Humboldt, Rainha Luise (Museum Rauch, Bad Arolsen), Winckelmann (3) (Museu Stendal). Centro alto: Irmãos Grimm (Hanau), centro abaixo: publicação de Winckelmann (Museu Stendal).