Os trabalhos interculturais a Academia Brasil-Europa relacionados com a Alemanha inserem-se em longa tradição. Estudiosos alemães que viviam na Europa do Leste no século XIX e início do século XX, que retornaram para a Europa ocidental e que se transferiram para o Brasil nos anos 20, trouxeram consigo ideais da cooperação intelectual e artística de teor humanístico para além de delimitações nacionais.


Tornaram-se líderes de círculos culturais de língua alemã de São Paulo, contribuíram para a difusão de avançadas correntes contemporâneas das artes e do pensamento no Brasil e participaram intensamente em empreendimentos de pesquisa da cultura popular brasileira. Fomentaram a divulgação de obras clássicas e ao redescobrimento da cultura do Barroco e da Renascença.


Como representantes do movimento Bach no Brasil, relacionaram-se com Albert Schweitzer (1875-1965). Através dele, sentiram-se incentivados a dar continuidade a uma orientação de estudos culturais vinculada a uma ética de respeito à vida.


O desenvolvimento político internacional dos anos 30 e 40 não podia, porém, ser favorável a esses ideais. Foram sufocados por ações de orientação totalitária que levaram ao predomínio de outras concepções e marcaram o desenvolvimento dos estudos. Alguns institutos ainda hoje renomados de estudos luso-brasileiros em universidades alemãs e de estudos alemães em países de língua portuguesa foram fundados nessa época, sob circunstâncias claramente políticas.

A revitalização da corrente histórica dos estudos culturais anteriores à fase totalitária relacionados com a Alemanha na tradição acima exposta deu-se com a fundação, em 1968, da entidade que hoje constitui a organização Brasil-Europa. A atualização de conceitos e métodos, o direcionamento da atenção a processos e a questões de difusão cultural foram desenvolvidos em cooperação com estudiosos de diferentes instituições, inserindo-se sobretudo nas preocupações de renovação dos estudos culturais no Brasil. Um marco dessa nova fase dos trabalhos foi sessão e concerto dedicados à cultura contemporânea alemã, realizados em São Paulo, em 1970.


Em 1971/72, abriu-se o programa dedicado à atualização dos estudos da imigração segundo as recentes tendências dos estudos culturais brasileiros com uma viagem de contatos e estudos às regiões de colonização alemã do sul do Brasil, do Espírito Santo e do Recôncavo.

Na Alemanha, os trabalhos voltados às relações com o Brasil foram durante muitas décadas marcados por entidades e projetos que se denominavam de teuto-brasileiros, uma adjetivação com significado determinado, nem sempre utilizado no seu sentido próprio. A designação Brasil-Europa desta organização e sua academia não era usual. Ela não é evidente, uma vez que une o nome de um país determinado a um continente. Além do mais, utilizava o nome do Brasil em português, ou seja, não se designava como Brasilien-Europa. Essa denominação foi discutida sob diferentes aspectos durante anos, levantou questões, exigiu elucidações e necessita ser constantemente diferenciada.

Sob essa designação geral, nada mais natural que os trabalhos relativos aos vários países passassem a ser denominados simplesmente pela justaposição de nomes, assim também Brasil-Alemanha, também aqui em português (não Brasilien-Deutschland). Entretanto, essa designação - assim como Brasil-Europa - passou a ser empregada por outras entidades e grupos dos mais diversos nos últimos anos, de modo que se torna difícil hoje para o observador distinguir as diferentes correntes históricas de pensamento a que se prendem as instituições.

É escopo da Academia Brasil-Europa desenvolver não apenas estudos teórico-culturais, mas sim também de sociologia do trabalho científico. Dedica-se, assim, de forma particular, ao estudo do histórico das diferentes instituições, também daquelas voltadas às relações entre a Alemanha e o Brasil. Ela procura analisar as circunstâncias sob as quais se originaram, os intuitos políticos e político-culturais de procedimentos, considerando os problemas e as perspectivas daí resultantes para o desenvolvimento das reflexões e da cooperação entre estudiosos. Esses estudos, que ocupam papel relevante nos trabalhos da A.B.E., não são divulgados pelos seus sites da Internet, uma vez que são obrigados também a apontar procedimentos éticos questionáveis e emulações. Apenas ítens de natureza teórico-cultural são, assim, oferecidos em divulgação mais ampla.



Materiais
Apenas os disponíveis nos sites da A.B.E.

(em elaboração)


  1. Karl-Gustav Fellerer (1902-1984) e o anelo de institucionalização da ciência da música no Brasil na esfera das Humanidades e da Filosofia

  2. O café entre a Áustria-Hungria e o Reino da Itália nas guerras nacionais européias e na ciência alemã Julius Liebig (1803-1873). Museo e Accademia del Caffé da Torrefazione Bontadi di Rovereto

  3. Da Olympia 1932 em Los Angeles à de Berlim de 1936. O corredor Cardoso como exemplo do rude e tenaz de "povos naturais" para esportistas alemães

  4. "Vila dos Atletas" e a concepção de "aldeia olímpica" nas suas dimensões político-culturais. Lembrando a aldeia de Döberitz da Olímpia de 1936 na Alemanha nacionalsocialista

  5. O sino como símbolo da Olimpíada em Berlim 1936 a serviço do nacionalsocialismo. Da memória de caídos ao chamamento de jovens ao auto-sacrifício no culto do Estado e do "Führer"

  6. Esporte e arquitetura na Weltanschauung nacionalsocialista e no Estado Novo. O Reichssportfeld  como maior área esportiva do mundo em 1936 e o Estádio do Pacaembú como o maior da América Latina em 1940

  7. Arte e esporte. Do liberalismo nacional do século XIX a partir da Regata de A. Carlos Gomes (1836-1896) às concepções nacional-socialistas da Olimpia de 1936 em Berlim

  8. Vêneto-Brasil, Áustria e Alemanha: 1866-1936-2016. O nacional e o nacionalismo italiano nas suas tensões e interações com a Europa de língua alemã antes e depois da Primeira Guerra em referências com o Brasil - arte, guerra e esporte.

  9. Il Fucile ad ago de A. Carlos Gomes. O fusil prussiano na vitória sobre a Áustria em Königgrätz (1866) decisiva para a história nacional alemã e recuperação italiana de Veneza tratado musicalmente pelo compositor brasileiro

  10. Toscana-Áustria-Baviera-Piemonte. Interações ítalo-austríaco-alemãs em relações com o Brasil. Ciclos de Starnbergersee motivados por datas comemorativas: 200 anos do Congresso de Viena (1814/1815) e 150 anos de Florença como capital do Reino da Itália (1865)

  11. Relações musicais entre Florença e Munique nos seus elos com o Brasil.
    Giuseppe Buonamici, aluno de Hans von Bülow (1830-1894), professor do brasileiro Henrique Oswald (1852-1931). A sociedade "Museum" e Hugo Bußmeyer (1842-1912).

  12. 150 anos de Paulo Florence (1864-1949)
    Hans von Bülow (1830-1894) e a música no Brasil. Reflexões no museu da núsica no Elisabethenburg de Meiningen

  13. O húngaro Henri/Henry Ketten (1848-1883) e Henri/Henry Oswald (1852-1931) sob o signo de Hans von Bülow (1830-1894) em contextos internacionais do virtuosismo pianístico do século XIX - Paris como referencial

  14. Florença. A música sacra em Florença e o Brasil. Imagens e aspectos de quatro décadas de trabalhos euro-brasileiros II

  15. Benediktbeuern. Um movimento da época da industrialização e expansão italiana nos seus contrastes com o esplendor do Barroco de antiga abadia bávara. A primeira mostra de trabalhos indígenas em missões italianas na Esposizione dell'Arte Sacra de 1898 em Turim

  16. Meiningen. Encenações e arquitetura - o pavilhão do Brasil na Esposizione internazionale dell'Industria e del Lavoro di Torino em 1911: Neo-Barroco, Art Nouveau e a representação do Brasil republicano

  17. Leste/Oeste - Ocidente/Oriente: Je suis Paris. Processos humanizadores e desumanizadores no homem e na sociedade. Ciências, Filosofia e Psicologia Cultural - Relendo as „Meditações Sulamericanas“. Ciclos de estudos na Estonia, na Letônia e na Alemanha

  18. Qual é a concepção correta da natureza viva? Evolução no pensamento científico teuto-báltico em relações Leste/Oeste: Alexander Friedrich Keyserling (1815-1891) e Alexander von Humboldt (1769-1859), Karl Ernst von Baer (1792-1876) e Karl Friedrich Burdach (1776-1847). Ciclo de estudos em Tallin

  19. Debate cultural teuto-báltico e as „Meditações Sulamericanas“. Hermann Keyserling (1880-1946) em Reval e em Riga em 1910 sôbre unidade européia e oriente, latinidade, identidade cultural e significado da história. Ciclo de estudos em Riga

  20. Darmstadt, Brasil e a „Escola da Sabedoria“ de Hermann Keyserling (1880-1946) - a problemática da mulher na América e na americanização do mundo - e o Novo Humanismo após a Segunda Guerra

  21. Mutabilidade e diversidade de visões em interações sujeito/objeto e a co-atuação do espírito na criação de realidades. Apropriação de idéias e imagens na América do Sul e „melodias de vida“ em desenvolvimentos desconexos da vida cultural

  22. O „continente do terceiro dia da Criação“. O pensamento científico da Evolução em relações com a Gênese - a „reptibilidade“ do sulamericano na Psicologia Cultural de Hermann Keyserling (1880-1946)

  23. Maldição do ouro e o ouro de valores humanizadores. Condicionamentos psiquico-espirituais e possíveis reversões de processos - insegurança, mêdo e fome originais na protoconsciência. Encerramento de ciclo de estudos no Alasca 2015

  24. O ser atraído, possuído e a perda da liberdade de criação de imagens. A problemática imagológica da apropriação de bens do espírito: Afrodite, terra taurina e „Pomba gira“ - Santa Cruz!

  25. Guerra e violência no sistema de concepções e imagens em relações Ocidente/Oriente: embriaguez de sangue, o matar e o se matar

  26. Sangue quente - calor humano e o estar em casa no „meu país“: o „corpo fechado“ na cultura e a tensão tipológica Eva/Maria. Aproximações psiquico-culturais ao estudo do tango. Reflexões sobre „Heimat“ no Herzogstand, Baviera 2015

  27. Nas encruzilhadas da vida - interferências no destino. O manuseio do mal na estrategia e na política: compadres, caciques, caudilhos, ditadores e bandoleiros

  28. A morte e o subterrâneo no homem. Ano agrícola do hemisfério norte e processos psíquico-culturais. O entregar-se à terra na doença e o despontar da luz nas trevas: Lázaro. Ciclo de estudos no Bergisches Freilichtmuseum für Ökologie und bäuerlich-handwerkliche Kultur, Lindlar 2015

  29. A gana como causa da improvisão, da falta de planejamento e de visões na América do Sul. Força ativística da „proto-mulher gana“ nas águas paradas das profundezas e melodias de vida sem nexos entre si

  30. O que fere é mau, o que não machuca é bom. A delicadeza, a diplomacia e a susceptibilidade do brasileiro. A beleza e a cultura da sensibilidade guiada por valores como possível missão. Para a passagem do ano 2015/2016: após 35 anos de visita de pesquisadores europeus a festas de Ano Novo na Praia Grande, SP e Salvador

  31. Ordem e Progresso. A ordem de idéias e imagens e a ordem emocional no progresso humanizador -  a alma em missão que poderia caber ao Brasil

  32. A tristeza. O ego hipertrofiado do homem cheio de si na sua modalidade passiva e sua prisão nas trevas. A „filha da vaidade“, a barbarização  e o guerreiro trágico. Ciclo de estudos de Santa Bárbara e S. João Batista em Gimborn

  33. A entrada do espírito na consciência - memória, mimicri, impressão e criação de imagens condutoras

  34. Que loucura! A liberdade da criação de imagens no interior do homem nas suas relações conflitantes com a vida de gana segundo Hermann Keyserling (1880-1946)

  35. Seja alegre! A vida como Divina Comédia - a visão lúdica no processo humanizador

  36. A revalorização da época do ouro no Brasil nas suas inserções em contextos histórico-culturais dos anos 30. Lembrando fotos de Minas e do Rio de Peter Fuss (1904-1978)

  37. Estudos da Madeira-Mamoré e sua recepção no Exterior: „Die Gummibahn“ (1960) de Franz Caspar(1916-1977)

  38. Europa, Brasil e o Pacífico do Norte na literatura de viagens. G. H. von Langsdorff (1774-1852) em Santa Catarina e no Alasca - University of Alaska

  39. Niagara & Pão de Açúcar. América do Norte e a antiga capital do Brasil em processos político-culturais: a Primeira Guerra Mundial como marco referencial. Ciclos de estudos no Canadá e nos EUA pelos 450 anos do Rio de Janeiro

  40. O Pão de Açúcar e a imagem do Brasil nas suas inserções em contextos políticos internacionais. Alemanha/Brasil no Caminho Aéreo e Whirlpool Aero Car no Niagara

  41. O Pão de Açúcar na recepção cultural do Brasil na Europa. Vistas e visões na pintura, fotografia e na literatura de viagens: K. Oenike (1862-1924), A. Funke (1869-1941), K. Guenther (!874-1955) e outros

  42. Vendo o Rio de bonde na literatura de viagens e nas imagens do Brasil
    Ernst von Hesse-Wartegg (1854-1918), Wilhelm Ule (1861-1940) e outros

  43. A dança e a natureza do Rio. Percepção do belo e a expressão do ser como se é na libertação do corpo. Lembrando Maud Allan (1873-1956) na Church Village de Toronto

  44. Presença do Brasil em comunidades teuto-canadenses de Ontário. Mabel Emilie Krug (1902-1984) e a música em Berlin/Kitchener

  45. Ida Pfeiffer (1797-1858) no Brasil e no Madagáscar sob o signo dos problemas da Imigração/Colonização e do Colonialismo. Costumes, dança e música como indicadores de processos transculturais. Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  46. Abertura ao Exterior e europeizações no Brasil e no Madagáscar no século XIX. 150 anos do decreto de abertura de rios brasileiros e a política malgache sob Radama II (1829-1863). Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  47. Madagáscar no Rio: o relato de viagem de Ida Pfeiffer (1797-1858) elaborado por Oscar Pfeiffer (1858). História da música na esfera luso e brasileira em relações globais 2014 e 2015 pelos 30 anos de fundação do I.S.M.P.S. e.V.

  48. Abertura ao Exterior e europeizações no Brasil e no Madagáscar no século XIX. 150 anos do decreto de abertura de rios brasileiros e a política malgache sob Radama II (1829-1863). Imigração, Estudos Coloniais e Colonialismo 2015

  49. Leonardo F. Kaltner (UFF). Carl F. P. von Martius na Amazônia: análise de relatos

  50. Os teuto-brasileiros e a transformação da imagem do Rio de Janeiro. „Brasil: Terra do Futuro“ de Heinrich Schüler

  51. A Avenida Central e a imagem do Rio de Janeiro na concepção do novo centro e na propaganda brasileira da Belle Epoque

  52. Os teuto-brasileiros, a imagem do Rio e a Primeira Guerra Mundial. „Brasil: um país do Futuro“ revisto em 1919

  53. Brasil-Alemanha-Áustria. Educação e Ciência - Ensino Musical/Artístico e Estudos Culturais em interações internacionais. O ciclo natalino na Pesquisa e na Pedagogia Comparada. Época de balanços e reajustes VI

  54. São Paulo-Kommern. A pesquisa e o ensino de orientação científica na Escola de Folclore no Museu de Artes e Técnicas Populares de São Paulo em interações com o debate científico-cultural e educativo na Alemanha

  55. Leichlingen-São João del Rey (MG). Semana Alemã-Brasileira da Escola de Música/Deutsch-Brasilianische Musikschulwoche de 1982. Marco da Educação e Pesquisa Musical referenciadas pelo Brasil na Alemanha

  56. Berlim. Ensino da Música e Cultura Musical. O tema da 14. Bundesmusikschulwoche em Berlim na história das interações Brasil-Alemanha na Educação e na Pesquisa - Pluralismo, vida escolar e perfil do pedagogo

  57. Leichlingen. A imagem do Brasil como questão da Educação e Pesquisa. Viagens de documentação (1980/1)e primeiro áudio-visual para a diferenciação de imagens do Brasil na Europa

  58. Leichlingen-Saarbrücken. A orientação à Ciência na Educação na Alemanha. Ensino musical de orientação científica segundo H.H. Eggebrecht (1819-1999) e a Musicologia dirigida a processos culturais em concepção brasileira. À memória do Prof. Hans Lonnendonker (1920-2007)

  59. Leichlingen-Salvador (BA). Ensino propedêutico-científico em música? „Possibilidades e Limites de uma Orientação Musicológica à Educação Musical“ após 30 anos. Ciência, não Cientificismo!

  60. Leichlingen. Recepção musical e sua didática. A verbalização no ensino musical e artístico de orientação científica na Alemanha em paralelos com o Brasil

  61. Leichlingen. O que é Cultura? Direitos Humanos realizados e Deveres do Homem cumpridos Cultura como postulado ético do indivíduo e do Estado. Recordando idéias condutoras do Dr.Thomas Freund para o Leichlinger Musikforum Alemanha/Brasil

  62. St. Johann im Pongau-Leichlingen-Marajó (PA). O Advento, Natal e Reis nos Estudos Culturais e na Pedagogia Musical Comparada em relações Brasil - Áustria - Alemanha - o caso da Perchta

  63. St. Johann im Pongau-Leichlingen-Marechal Deodoro (AL). Os Pastorís nos Estudos Culturais e na Pedagogia Musical Comparada em relações Brasil - Áustria - Alemanha

  64. Hallein-Leichlingen-Pedro de Toledo (SP). Noite Feliz - Stille Nacht. Modéstia como princípio filosófico e humano no pesquisador, no regente, no educador e como objeto de ensino no Brasil e no mundo de língua alemã. Martin Braunwieser (1901-1991) em Hallein

  65. São Paulo-Roermond(Países Baixos)-Leichlingen. Canto Gregoriano, Cultura Brasileira e Ensino - Pesquisa, Formação Musical e Métodos. Dimensões internacionais da recepção gregoriana no Brasil

  66. Roma-Leichlingen. Cantos gregorianos para a festa de Natal na Semana Alemã-Brasileira. Recordando estudo de Helmut Schmitz para o Leichlinger Musikforum

  67. Atualidade do „impulso de Hagen“ e da idéia „Folkwang“: arte e vida no ideal de obra de arte integral em contextos industrializados

  68. Vaticano-Alemanha-Polonia-Áustria-Brasil. Popularidade do Franciscanismo e os Franciscanos da Província da Saxônia no Brasil na história político-cultural da República. Estações e caminhos do processo anti-secularizador no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná

  69. Petrópolis (RJ). Franciscanos alemães na cidade de Pedro II sob a República. O chic da missa das onze. Mons. Giovanni Battista Guidi (1852-1902) e Pe. Michaele Horn OSB (1859-1936)

  70. Rio de Janeiro (RJ). A revitalização do convento de Santo Antonio do Rio de Janeiro pelos Franciscanos alemães e a cultura antoniana luso-brasileira. Reconstrução religiosa em época da demolição do Morro do Castelo

  71. Quissamã - Rio de Janeiro (RJ). Fundamentos do catolicismo tradicionalista norte-fluminense. Elos genealógicos com Santo Antonio e militância restaurativa de Franciscanos alemães

  72. Ipanema/Rio de Janeiro (RJ). Partindo de Copacabana: Franciscanos alemães, religião e moral na expansão urbana às praias. A castidade dos jovens do Rio na exemplaridade de S. Luís (Aloísio) Gonzaga SJ (1568-1591) - Regina Pacis e a Primeira Guerra Mundial

  73. Ibirubá (RS). Exemplaridades do passado latino-americano na restauração franciscana no Alto Jacuí: S. Francisco Solano (1549-1610) e o culto a Nossa Senhora das Dores em Soledade

  74. Três Arroios (RS). Madeiras e pedras. Nossa Senhora de Lourdes e a Pietà na colonização européia em solitárias regiões de matas. Conservativismo de concepções no artesanato colonial - Confiança!

  75. Gaurama (RS). Nomen est omen? A estação de Barro na Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande do Sul em processos culturais no Alto Uruguai. S. Luís Gonzaga (1568-1591) como modêlo para a juventude colonial

  76. União da Vitória (PR)/Porto União (SC). Ultrapassando fronteiras em diferentes acepções: o vau do Iguaçú. Católicos poloneses e ucranianos sob assistência de Franciscanos alemães e a exemplaridade de Santa Rosa de Lima (1586-1617).

  77. Rio Negro (PR). O Colégio São Luís de Tolosa como centro de formação religiosa e da prática musical - a banda a serviço do projeto anti-secularizador em interações de alemanidades. Bucovinos e Franciscanos alemães

  78. Palmas (PR). Memória de situações humanas, sociais e ambientais problemáticas em regiões de expansão. Indígenas e questões de prioridades missionárias de Franciscanos alemães no Paraná

  79. Vaticano-Alemanha-Brasil: Religião/Ciência, Missão/Esclarecimento - nova luta cultural? Paradoxais caminhos de processos anti-secularizadores na Europa e no Brasil: São Paulo e Santa Catarina

  80. São Paulo (SP). Academia X Convento. Secularização e anti-secularização em referenciações alemãs: a Bucha e a restauração franciscana no caminho da urbe à metrópole. Frei Basilius Röwer OFM (1877-1958).

  81. Santos (SP). Convento de Santo Antonio: intentos restaurativos da Religião e Moral em zona ferroviária e portuária à época do apogeu da exportação de café

  82. Bairro do Pari - São Paulo (SP). O Convento de Santo Antonio em meio operário italiano e português da várzea entre o Tamanduateí e o Tietê: anti-secularização acompanhando a industrialização. A arquitetura do Ir. Felicianus Schlag OFM (1857-1923)

  83. Amparo (SP). Provincianismo e universalismo ultramontano de missionários alemães em regiões interioranas de cultura cafeeira e de imigração. Lembrando a Liga da Modéstia Cristã para a defesa da moral, dos costumes e do recato feminino. São Benedito!

  84. Colonia de Teresópolis - Águas Mornas (SC). Tomando moradia: inícios do restauracionismo religioso e moral franciscano em regiões coloniais alemãs de Santa Catarina nos seus elos com a Renânia e Vestfália. Pe. Wilhelm Roer (1821-1891) e Pe. Franz Xaver Topp (1854-1925)

  85. Blumenau (SC). Do Colégio São Paulo do Pe. Joseph Maria Jakobs (1831-1892)
    sob o signo do Syllabus errorum de Pio IX (1792-1878) a centro de formação da juventude seráfica dos Franciscanos alemães. A Educação anti-modernista em meios coloniais

  86. Rodeio (SC). Imigrantes de Veneto e Trento no Brasil e a ultramontanização alemã de „irredentos“ da antiga Áustria-Hungria em estudos da região Alpes-Adria. Pe. Athanasius Piccoli (1843-1905).

  87. Gaspar (SC). A igreja-sinal do Catolicismo restaurado no coração do Vale do Itajaí
    emoldurada pelo Baú, emblema de Santa Catarina. Pe. Petrus Sinzig OFM (1876-1952) e a família Höschl. Singulares relações: pobreza franciscana e enriquecimento de colonos

  88. Santo Amaro da Imperatriz (SC). Águas termais e o Espírito Santo na cultura açoriana
    e na renovação retroativa do Catolicismo pelos Franciscanos alemães. Lembrando o Pe. Xystus Meiwes (1853-1926) - homem simples da Vestfália e alma de criança

  89. São José (SC). Transformações urbanas em vias a regiões de expansão colonial.
    Da cultura retórica da argumentação à simplicidade de expressão franciscana. Sentidos de doenças mentais: a invocação angelical do hospício da Praia Comprida

  90. Angelina (SC). A pequena Lourdes do Brasil e a tradição de peregrinações marianas de Werl na Vestfalia. Pe. Zeno Wallbröhl OFM (1866-1925) e Pe. Josaphat Immenkötter OFM (1877-1908)

  91. São Francisco do Sul (SC). Interferências de processos coloniais. De regiões serranas ao litoral: ultramontanismo de missionários alemães em epopéias de aclimatação

  92. Lages (SC). Luta cultural alemã em extensões no Brasil: „boa imprensa“ X Livre Maçonaria, Educação, Música e Arquitetura renanas. Pe. Andreas Noirhomme (1864-1913), Johannes (1846-1935) e August Scheidgen (1866-1951)

  93. Canoinhas (SC).  Ouro verde, madeireiras, colonização, justiça social e missão. Franciscanos alemães X „fanáticos“ na Guerra do Contestado. Contradições com posicionamentos atuais?

  94. Lira de Orfeu, Maracatú e Viola. Dimensões antropológico-culturais de um símbolo na valorização de instrumento caipira. Pesquisas Antiguidade/Cristianismo repercutidas no Embú em interações com Ascendino Theodoro Nogueira

  95. Música sacra no Brasil sob o signo da restauração litúrgico-musical e do Motu Proprio (1903) e suas implicações educativas no canto coral da primeira metade do século XX em exemplos de A. Nepomuceno, H. Oswald, F. Braga e Heinrich Lemacher sob o aspecto da atualidade da crítica de essencializações

  96. "Música sacra no presente" no passado do Pontificado de João Paulo II e a complexa situação de teólogos-músicos e compositores no Brasil. Pe. Jaime Cavalcanti Diniz, Mons. Guilherme Schubert, D. João Evangelista Enout OSB, Camargo Guarnieri e Ernst Mahle

  97. A música de órgão no Brasil no campo de tensões de reformas litúrgico-musicais.
    Impulsos para o presente de sessão de improvisação sobre cantos religiosos populares brasileiros no Teatro Municipal de São Paulo (1981)

  98. Importação, manutenção e construção de órgãos no Brasil. Implicações econômicas e patrimoniais de reformas eclesiais. Experiências latinoamericanas em órgão doado ao Vaticano pelo Chanceler alemão e o projeto de formação de organeiros brasileiros em Ludwigsburg com Werner Walcker-Mayer (1923-2000)

  99. A internacionalização dos estudos culturais já há muito começou: As primeiras conferências de pesquisa de música e Educação Artística no espaço cultural luso-brasileiro a partir de 1975 na Alemanha. Crédito e Débito - Época de balanços e reajustes II

  100. Uma programática de origem luso-brasileira em anos de mudanças geo-político-culturais. Jorge Peixinho (1940-1995) como referencial nas complexas relações Portugal-Alemanha-Brasil

  101. Maria Augusta Alves Barbosa (1913-2013) e o estudo de processos culturais em relações internacionais:

  102. 1.Uma mulher como personalidade-chave despede-se. Aproximações a seu caráter, proceder científico e pensamento a partir de seus mentores alemães e antecessores portugueses

  103. 2.Vincentivs Lvsitanvs: Um Compositor Português e Teórico-Musical do Século XVI no seu significado para os estudos culturais

  104. 3.História e visões de imagens históricas: mutabilidade de enfoques. Diferenciando assertivas de Jacob Christoph Burckhardt (1818-1897)

  105. 4.A música na sua perdida unidade como prisma de visão da vida e o ver a música em vínculos e relações. Projeto de Reforma do Curso de História da Música do Conservatório Nacional de Lisboa discutido na Alemanha

  106. 5.A Arte como objeto de conhecimento histórico e a Renascença como criadora de uma base de visões. Ressonâncias de Herman Friedrich Grimm (1828-1901)

  107. 6.O fluir de problemas. O conceito de corrente nas Ciências Musicais de Portugal: seus fundamentos filosóficos em Wilhelm Windelband (1848-1915) em paralelos com a orientação a processos em propostas brasileiras

  108. 7.Ordenação da História e paradoxias na distinção do conservador ou do avançado em expressões e processos. Resíduos da doutrina dos Círculos Culturais (Kulturkreislehre) e sua crítica em discussão luso e brasileira

  109. 8.O revelar o singular e o individual em linhas de vida no decorrer histórico e a qualificação de "portuguesa" e "brasileira" da cultura, da arte e da música. Repercussões da Morfologia Cultural de Arnold J. Toynbee (1889-1975)

  110. 9.Análise do tempo e não sínteses e atribuições de sentidos ao passado. O subjetivo e o irracional no procedimento histórico

  111. 10.O português Vincente ou o "Vincente Lusitano" na esfera da Reformação na Europa Central. Estudos contextualizadores e empatia em situações transversas. Recordando viagem a Stuttgart

  112. 11.As Lamentações de Jeremias na abertura das reflexões voltadas à pesquisa musical no espaço cultural luso e brasileiro em Colonia, em 1975

  113. 12.Discussão na Alemanha do Plano Nacional de Educação Artística em Portugal à luz da experiência brasileira em Educação Artística e da recepção de Herbert Read (1893-1968)

  114. 13.Um Parecer crítico ao Projeto de Proposta de Lei de Bases do Plano Nacional de Educação Artística de Portugal: estudos científicos, formação artística e Licenciatura de curta duração

  115. 14.A questão das equiparações de escolas de formação artística à Universidade. Uma circular a universidades e conservatórios europeus

  116. Pe. Dr. Armindo Borges: 80 anos (2013). Dos Açores a Roma, Alemanha e Portugal, no Canadá e no Brasil:

  117. 1.De Roma à Alemanha em anos pós-conciliares: da música prática à Pesquisa e à Missão Portuguesa de Colonia. Visitas à comunidade lusófona de Toronto/Missasauga

  118. 2.Atuação no Instituto de Estudos da Cultura Musical do Mundo de Língua Portuguesa e em eventos em Colonia e no Rio de Janeiro

  119. Débito e Crédito - 1974-2014. Época de balanços e reajustes. Revendo inícios de interações euro-brasileiras na procura de esclarecimentos de complexas heranças culturais

  120. Musicólogos que não sabem música? Regentes musicólogos? Relações entre música prática, pesquisa e vida musical de universidades: Collegium Musicum de S. Paulo e Hamburgo em 1974

  121. Sob o signo de Bach. Início das interações entre o Brasil e a Europa na Johanneskantorei de Lüneburg em 1974

  122. Do cantar de tupinambás aos cantores da Lünebuger Heide. O movimento coral no Brasil nos seus elos com associações de canto alemãs em revisões de heranças comuns em 1974

  123. Improvisação organística no diálogo com culturas extra-européias através da música: Volker Gwinner (1912-2004) e o Brasil. Relembrado em Helsinki por motivo do seu centenário

  124. Questões de instrumentos no início do programa de estudos em primeira visita a Berlim dividido em 1975. No centenário do Real Lexikon e da Sistemática de Curt Sachs (1881-1959)

  125. Pedro II nos festivais de Bayreuth de 1876 e o conhecimento do movimento wagneriano no Brasil: Bayreuther Blätter e o catálogo de N.J. Oesterlein (1841-1898)

  126. Atualizações e o Atual no confronto com a problemática wagneriana. Construções de unidade através de motivos condutores e disrupções temporais em referenciações brasileiras

  127. Wagner e o Brasil na mediação de E. Ferreira França Filho (1828-1888). O projeto de dedicação de Tristan und Isolde a Pedro II

  128. Um Dia na Fortaleza de Coburg do "mestre-capela imperial brasileiro" Adolf Maersch, autor de Marília de Itamaracá ou a Donzela da Mangueira. Lord e Cantor: Ernst II (1818-1893) em paralelos com Pedro II

  129. Gustav Freytag (1816-1895) e estudos euro-brasileiros. De initiis scenicae poesis apud Germanos e A Noite de São João de Elias Álvares Lobo (1834-1901) em interações com projetos referentes à Ópera Nacional em 1975

  130. O Brasil e o projeto Culturas Musicais da América Latina no século XIX nos anos 70

  131. Música sacra e Brasil/Europa em interações iniciadas em 1974. O Catolicismo renano de Colonia e os estudos euro-brasileiros na sua multisignificação

  132. O Brasil no VII Congresso Internacional de Música Sacra em Bonn no ano do jubileu da Catedral de Colonia em 1980. Convergências e diferenças à base de iniciativas euro-brasileiras

  133. O Carnaval no Brasil e o Carnaval de Colonia a partir de imagens do homem inerentes ao culto dos Três Reis Magos

  134. À luz de Danzig/Gdańsk: o Brasil em explorações de contextos submersos da história européia. A esfera do Mar do Leste e Montanhas da Europa Central em elos com o Atlântico (Projeto Âmbar). Encerramento de trabalhos da A.B.E. de 2013

  135. Alemães na vida musical do Império Osmano e a emigração de "alemães do Bósporo" ao Novo Mundo: Paul Lange (1857-1919), Hans Lange (1884-1960) e Guiomar Novaes (1895-1979)

  136. Turcos no mundo de língua alemã e alemães na Turquia após a Reforma de Mustafa Kemal Atatürk (1881-1938). Necil Kâzim Akses (1908-1999) e as "Melodias Turcas" de Martin Braunwieser (1901-1991)

  137. De militar em guerras balcânicas e inspetor de ferrovia em Constantinopla a professor e pastor em colonias alemãs no Rio Grande do Sul. Experiências na luta pela sobrevivência de Hans von Hattorf (Bielefeld) no seu significado para estudos internacionais de processos culturais em meios sociais desfavorecidos

  138. Expansão alemã "ao interior" nas suas relações com a política colonial e seu significado para os estudos de colonização alemã no Brasil. A Estrada de Ferro de Bagdad e suas estações como nódulos de projetada rêde cultural

  139. Georg Markgraf (1610-1644) e a Historia Naturalis Brasiliae nas suas relações com a história científico-cultural da Alemanha, Países Baixos e do Mar Báltico. Pelos 375 anos da expedição a Pernambuco

  140. 1.Altenberg/Saxônia. Erzgebirge, Suíça Saxônica e Brasil nas tradições natalinas em regiões de passado colonial alemão e na História:Georg Markgraf (1610-1644) de e em Liebstadt, "germano da Mísnia"

  141. 2.Stettin/Szczecin. A Medicina e as Ciências na Pomerânea em referenciações com o Brasil. Lorenz Eichstaedt (1596-1660) como professor de G. Markgraf na tradição médico-alemã de Daniel Sennert (1572-1637) em Wittenberg

  142. 3.Danzig/Gdańsk. A Astronomia nos centros de navegação marcados pelo Niederlandismo do Mar do Leste e o Brasil. Lorenz Eichstaedt (1596-1660) em Danzig/Gdańsk, cidade de Johannes Hevelius (1611-1687)

  143. 4.Rostock/Warnemünde. Simon Pauli (1603-1680) na tradição médica da universidade de Rostock - sede da primeira Sociedade de Ciências Naturais da Alemanha - nos seus elos com o Brasil através do seu discípulo Georg Markgraf

  144. 5.Flora Danica: de porcelanas como bem cultural da Dinamarca
    à História das Ciências nos seus elos com o Brasil. Botânica em relações teuto-holando-dinamarquesas de Simon Pauli (1603-1680), professor de G. Markgraf

  145. Danzig/Gdańsk. O ar e a luz do Mar Báltico no paisagismo alemão, Danzig/Gdańsk  e a imagem do Brasil em Eduard Hildebrandt (1817-1868)

  146. Elisabeth Lesske (Krickeberg) de Liebenau (1861-1944) - mãe do etnólogo e americanista Walter Krickeberg (1885-1962) - no contexto do movimento feminino alemão nos seus elos com a Silésia e seu significado para o Brasil

  147. A mulher na valorização da arte indígena. Lembrando artigo sobre o plumário de Elisabeth Krickeberg (1861-1944) a partir do papel do homem e de ligas masculinas de Heinrich Schurtz (1863-1903) sob o pano de fundo de um desenvolvimento de reflexões remontante ao Brasil

  148. As aquarelas do pintor e violinista Curt Agthe (1862-1943) na valorização da arte indígena de Elisabeth Krickeberg (1861-1944) - cores de um pintor do Norte fascinado pela Itália em tons de Alemanidade "schubertiana" de Rothenburg ob der Tauber

  149. A elaboração aquarelística de fotografia de Tuyuka do Uaupés de Theodor Koch-Grünberg (1872-1924) por Curt Agthe (1862-1943) e a sensibilidade estética do indígena segundo Elisabeth Krickeberg (1861-1944) à luz de ideais de beleza e moda de início do século XX

  150. Alemanidade em círculos de ilustração familiar na Alemanha do início do século XX e colonias alemãs no Brasil. "Um Jubileu Alemão no Brasil" no Die Gartenlaube de 1900: 50 anos de Blumenau, Joinville e a instalação da Colonia Hansa da Sociedade Hanseática

  151. A cantora teuto-brasileira Hedy Iracema-Brügelmann (Hänsel) (1881-1941): a sua formação em Colonia e atuação em Stuttgart no contexto de questões relacionadas com a mulher na vida cultural alemã

  152. Projeto Âmbar. O Báltico e as relações Alemanha/Brasil. Alemães nos processos histórico-político-culturais do Norte e do Leste europeu no seu significado para os estudos regionais e locais no Brasil. Ano Brasil/Alemanha 2013 da A.B.E. (II)

  153. São Jorge e o Báltico nas relações Alemanha/Brasil (Projeto Âmbar). O combate ao dragão do pomerano Bernd Notke na igreja real de S. Nicolau de Estocolmo como monumento do paradigma do combate iluminado às ameaças à liberdade

  154. Rosas da Turquia e rosas do Brasil. A flor do Amor na mística islâmica e na tradição cristã do Ocidente nas suas implicações globais. Reflexões interculturais pela Primeira Exposição de Rosas no Parque do Castelo de Moers, Alemanha

  155. O Brasil nos diários de viagens pelo mundo de Emanuel Karl Heinrich Schmysingk von Korff (1826-1903), natural da Prússia do Leste, genro do compositor Giacomo Meyerbeer (Jakob Liebmann Meyer Beer,1791-1864)

  156. 1."Como o homem é pequeno perante a grandiosidade dessa natureza!". Reflexões prussianas sobre as relações Natureza/Homem na América do Sul sob o impacto do tratamento concedido a Pedro II°

  157. 2."Sim, sou Príncipe de Saxe-Coburg, mas em primeiro lugar brasileiro..." Crítica de oficial prussiano à família imperial brasileira pela sua distância ao Deutschtum

  158. A África na história colonial alemã nas suas implicações para o Brasil - o papel de Mecklenburg

  159. 1.De Windhoek a Blumenau. Karl Alexander Wettstein no Sudoeste da África Alemão (Namíbia) e em Santa Catarina. Pressupostos de sua dissertação referente ao Brasil (Heidelberg, 1907)

  160. 2."A Alemanidade no Exterior é a nossa mais importante colonia". A abertura de caminho de Blumenau a Joinville pelas matas da serra (1903) a serviço do Deutschtum na juventude alemã em texto de Karl Alexander Wettstein e ilustrações de Hans von Hayek (1869-1940)

  161. A aclimatação do europeu nos trópicos e os Pomeranos no Brasil. 100 anos da viagem do economista teuto-chileno Ernst Wagemann (1884-1956) ao Espírito Santo

  162. 1.Estudos empíricos de colonias alemãs no Espírito Santo e a Demodinâmica na Economia Empírica de Conjunturas na Alemanha

  163. 2.Povoamentos e depovoamentos, colonização alemã e de-integração indígena no Espírito Santo no campo de tensões religioso-culturais entre colonos de Santa Isabel e açorianos de Viana

  164. 3.De montanhas da Europa e das planícies da Pomerânea a Santa Leopoldina/Tirol

  165. 4.A habitação e a configuração do meio ambiente de alemães no Espírito Santo como sinais da permanência cultural e resistência a mudanças em processos coloniais considerados como bem sucedidos

  166. 5.Usos e costumes de alemães no Espírito Santo como expressões da permanência cultural e resistência a mudanças em processos coloniais considerados como bem sucedidos

  167. 6.Ambição desmedida por detrás de uma aparência pesada? Do caráter do teuto-brasileiro à luz da recepção européia de Canaã de Graça Aranha (1868-1931)

  168. Colonização alemã na região da Alta Sorocabana nos anos 30 nas suas inserções político-culturais. 50 anos de falecimento de Paul Wilhelm Eduard Vageler (1882-1963)

  169. 1.Cidades portuárias do Báltico como "portões ao mundo" e expansão colonizadora no Brasil. A inspeção de terras de São Paulo e Sul do Mato Grosso à luz da tradição de estudos de solos e agroeconômicos da Prússia 

  170. 2.Atividades coloniais da Companhia de Viação São Paulo-Matto Grosso sob o signo da expansão teuto-brasileira e da reorientação da emigração alemã do Sul do Brasil para São Paulo

  171. 3.Estrategia colonizadora da Companhia de Viação São Paulo-Matto Grosso no seu impacto ambiental: a destruição das florestas de São Paulo e do sul do Mato Grosso

  172. Brasil/Alemanha nas relações entre a Europa e América Latina sob o signo da Cumbre Unión Europea-CELAC 2013. Revendo fontes e concepções pelos 30 anos do I° simpósio internacional de renovação dos estudos da emigração alemã às Américas. Diálogos de Berlin-Charlottenburg

  173. Há 100 anos - Viagem da Marinha de Guerra do Império Alemão ao Atlântico e Pacífico como marco final de uma era em anos de simpatia pelo militarismo alemão do Marechal Hermes da Fonseca (1855-1923)

  174. Há 90 anos - "O Brasil e a Allemanha" (1923) como marco de uma nova era das relações bi-nacionais. Gaelzer Netto (1874-1954), propaganda do Brasil na Europa sob Epitacio Pessoa (1865-1942) e a auto-consciência teuto-brasileira como expressão de processos culturais

  175. Compreensão de processos histórico-culturais globais em recepção brasileira de música e Weltanschauung: Da arte e da Humanidade com relação à civilização em geral e, em particular, à Alemanha e ao Brasil segundo o compositor e diplomata Arthur Iberê de Lemos (1901-1967)

  176. Rio de Janeiro, a cidade luz, é a capital da minha querida Patria... Ufanismo como expressão de processos culturais de teuto-brasileiros em auto-consciência dos anos de pós-Guerra

  177. A percepção do Brasil como país industrial na Alemanha. O empreendedorismo de teuto-brasileiros e suas consequências para a economia alemã nos anos vinte segundo Mark Neven DuMont (1892-1959)

  178. Da importação no Brasil e da exportação alemã nas suas interrelações e suas implicações técnicas e ambientais. 150 anos da Bromberg & Cia

  179. De perda a lucro: mudanças na avaliação da emigração alemã ao Brasil nos anos posteriores à Primeira Guerra. Otto Preusse-Sperber, diretor do Reichsverband deutscher Auswanderung, Hamburgo

O livre comércio como constante na história das relações entre a Alemanha e os países latino-americanos. Relendo textos de Adolf Glaser (1829-1915)

  1. Da liberação do Amazonas à navegação comercial na sua recepção na Alemanha do século XIX

  2. Do Purus na ligação do Peru ao Atlântico através do Brasil na sua recepção na Alemanha do século XIX

  3. O São Francisco e a barreira à navegação representada pela cachoeira de Paulo Afonso na Alemanha do século XIX

Do Rio Grande do Sul a Alagoas. O diário de oficial/engenheiro alemão no São Francisco em narração de Hermann Ferschke (1835-1903)

  1. Contrastes de concepções e modos de vida de alemães e luso-brasileiros Crítica alemã a ímpetos de grandeza manifestados no Tricentenário de Camões (1880) no Rio de Janeiro

  2. Da participação alemã na superação da barreira comercial no São Francisco: a ferrovia de Piranhas a Jatobá e implicações culturais. O papel de imagens e a valorização de inscrições rupestres do Nordeste

  3. O São Francisco caindo entre as rochas de Paulo Afonso: fotografias brasileiras e o paisagismo romântico alemão

Chile-Alemanha-Brasil. Aproximações à história político-cultural de relações comerciais, militares e da diplomacia. O livro Weltreisen de Ernst Hengstenberg (1903) oferecido a Ernst von Treskow (1844-1915)

  1. Do espírito nacional de corps estudantis em aristocratismo diplomático à política de conselheiros militares e representantes da indústria de armas

  2. Joinville, a "cidade mais alemã" do Brasil. Distinções em acepções de valores culturais alemães: conservadorismo patriótico e agitação pangermânica do Alldeutscher Verband

  3. No Paraná à época do Barão do Cerro Azul e litoral sul de São Paulo. De contrastes culturais entre regiões de imigração alemã e cidades de antiga formação colonial luso-brasileira: Paranaguá, Cananéia, Iguape

  4. Quem bebe água da Carioca sempre volta...O fascínio de alemães pela natureza do Rio de Janeiro vista dos altos nas impressões de viajante alemão à época da Revolta da Armada

  5. Liberdade! O homem livre no desenvolvimento da personalidade, nas Ciências e na Cultura em interações internacionais. Revisando relações entre Liberdade e Liberalismo econômico-político. Lübeck "Cidade da Ciência 2012": Hansa encontra Humboldt

  6. O ideal do processo formativo em Wilhelm von Humboldt nos seus pressupostos teóricos em recepção do antigo pensamento filosófico

  7. "Forme-se a si próprio e atue em outros por aquilo que Você é": Máxima e  primeiro mandamento da verdadeira moral segundo Wilhelm von Humboldt

  8. A Palavra como atividade (energeia), não como obra (ergon), língua como produção, não como produto: "Homem como animal que canta" na Linguística do "Teórico da Liberdade"

  9. Liberdade e Liberalismo político e econômico. Relativando a concepção de Estado em Wilhelm von Humboldt sob a perspectiva do homem livre que considera os seus próprios condicionamentos culturais

  10. Forum Humboldt- a Humboldt-Box nos 775 anos de Berlim. Reflexões da perspectiva dos Estudos Culturais em relações Europa-Brasil

  11. Aproximações ao movimento Bach e litúrgico protestante alemão nos seus elos com a Noruega e o Brasil. Heinrich von Herzogenberg (1843-1900) e Christian Capellen (1845-1916)

  12. Desenvolvimento institucional do ensino musical na Alemanha e o interesse pelas expressões tradicionais nos seus elos com a Noruega e o Brasil. Arno Kleffel (1840-1913) e Edvard Grieg (1843-1907)

  13. Trondheim. "Reconstruindo o que nunca houve". A maior catedral (neo-)gótica do Norte europeu sob a perspectiva da Unidade na Diversidade de elementos não mais compreendidos do sistema logocêntrico. 125 anos da morte de Heinrich Ernst Schirmer (1814-1887)

  14. Ålesund. A força da terra no Reconstruído sob a égide de anelos nacionais. Exercícios de leitura da capital nórdica do Jugendstil

  15. Trondheim. Estudos Culturais na tradição das Escolas Técnicas. A Universidade Técnico-Científico-Natural da Noruega NTNU e a vida estudantil de Trondheim: O "Rockheim" como centro nacional de vivência e pesquisa da música popular O fascínio da viagem à terra do Norte como fenômeno internacional e elos da pesquisa nórdica com a história científica do Brasil. August Christoph Carl Vogt (1817-1895) e Louis Agassiz (1807-1873)

  16. Horst Missfeldt (Schleswig-Holstein). O Caminho ao Brasil da família Missfeld e "Recordações da Floresta do Brasil" de Willi Misfeld (ca. 1935)

  17. Anna Margarida Brochner Misfeldt. Hans Brøchner Misfeldt (1919-1995). Pesquisas genealogico-culturais

  18. Judeus na internacionalização e profissionalização da vida musical em centros comerciais da Europa, das Américas e da China. O discípulo de Ignaz Moscheles (1794-1870) Rod Sipp, o D. Quixote do piano

  19. Entre fascinação e confronto com contrastes nas Américas e no Sudeste da Ásia. O cientista-diplomata Robert Hermann Schomburgk (1804-1865) no reino de Mongkut/Rama IV (1804-1869) segundo registros de um pintor alemão

  20. Sibiu/Hermannstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia I: historicidade de concepções

  21. Brașov/Kronstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia II: Reformação e ensino

  22. Feldioara. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia III: habitações rurais

  23. Homorod. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia IV: igrejas-burgo

  24. Sighișoara/Schäßburg. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia V: cidades

  25. Kerz/Cârta und Sibiu/Hermannstadt. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia VI: música sacra católica

  26. Saschiz/Saschitz. Minorias, Patrimônio e Educação em situações de pluralidade étnica e cultural. Grupos populacionais de ascendência alemã no Brasil e na Romênia VII: práticas do ciclo anual

  27. Sibiu/Hermannstadt. Música tradicional como patrimônio cultural. Da Etnomusicologia a uma musicologia de orientação teórico-cultural: consequências para a discussão patrimonial. Revendo concepções de Constantin Brăiloiu (1893-1958)

  28. Sibiu/Hermannstadt. O Museu da Civilização Transilvaniana ASTRA nos 150 anos da Asociaţiunii transilvane pentru literatura româna și cultura poporului (1861-2011). De museu étnico a museu multicultural de região européia

  29. Sibiu/Hermannstadt. Muzeul de Etnografie Universala "Franz Binder". Fundos patrimoniais de museus como objeto de estudos culturais: coleções de povos extra-europeus à época austro-húngara da Transilvânia. Arthur Soterius von Sachsenheim (1852-1913)

  30. Sibiu/Hermannstadt. Museu Nacional Bruckenthal e Museu Saxônico Etnográfico e de Arte Folclórica Emil Sigerus (1854-1947). Consciência patrimonial em populações de ascendência alemã na Romênia e no Brasil

  31. Cluj-Napoca/Klausenburg. Universidade Babeș-Bolyai. A cultura e a universidade em situações multidiomáticas e pluriconfessionais: complexos teuto-romeno-húngaros na Transilvânia nas suas relações com o mundo latino

  32. Boêmia e Brasil: entrelaçamentos culturais: Barroco, Romantismo, Teuto-Boêmios e Sudetos no Brasil. O império multinacional austro-húngaro e o processo de diferenciação nacional tcheca.  No ano da morte de Otto von Habsburg-Lothringen (1912-2011)

  33. À procura de paisagens e horizontes: da proveniência de imigrantes em estudos locais de memória e história oral no Brasil

  34. De Liberec/Reichenberg a São Bento do Sul: boêmios alemães no alto da serra em Santa Catarina. Situação há 120 anos segundo testemunho de visitante da região de Eifel

  35. De Liberec/Reichenberg a Nova Petrópolis: boêmios alemães na Serra Gaúcha. Situação há 120 anos segundo testemunho de visitante da região de Eifel

  36. Atualidade e perspectivas dos estudos culturais da imigração: o complexo multinacional austro-húngaro e o presente marcado pela globalização

  37. Per laborem ad honorem. Do ethos de trabalho dos colonos teuto-boêmios no Brasil a partir da leitura da arquitetura da Casa da Câmara de Liberec/Reichenberg

  38. Boêmios alemães de Gablonz/Jablonec nas montanhas do Iser no Brasil e música de banda em processos de identidade cultural sudeto-alemã e bávaro-boêmia

  39. Barroco na Boêmia e Barroco no Brasil II: A recatolização da Europa Central e sua irradiação no continente americano. Jesuítas da Boêmia nas missões

  40. O Selvagem de Johann Gottfried Seume (1763-1810) - da experiência na América à imagem do indígena de sentimentos nobres

  41. Antonio Gonçalves Dias (1823-1864) - tradutor de F. Schiller: indianismo brasileiro e cultura alemã da Europa Central

  42. Conhecimentos do Brasil na Boêmia I. O Rio de Janeiro em A vida de sociedade no Brasil  de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  43. Conhecimentos do Brasil na Boêmia II. O Rei Negro no Rio de Janeiro de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  44. Conhecimentos do Brasil na Boêmia III. Pernambuco em Uma viagem no Brasil de  Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  45. Conhecimentos do Brasil na Boêmia IV: Costumes e caráter dos brasileiros de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  46. Conhecimentos do Brasil na Boêmia V. A gente de Lucca no Brasil de Wolfgang Adolf Gerle (1781-1846)

  47. Conhecimentos do Brasil na Boêmia VI. Santa Catarina e Rio Grande do Sul na versão de Franz Heiderich (1893) da Descrição Geral do Globo de Adrian Balbi (1782-1848)

  48. A Islândia como "país de saga" e as narrativas do patrimônio cultural à luz de relações entre a história e o lore. Pela presença especial da Islândia na Feira Internacional do Livro de Frankfurt a.M. 2011

  49. A recepção do Nórdico no Brasil e a crítica islandesa à apropriação e instrumentalização das antigas narrativas no passado nacional e nacionalsocialista alemão

  50. Cultura escrita e Igreja. O ensino latino na Islândia no âmbito das sete artes liberais e seu significado para a leitura das antigas narrativas

  51. A imagem da Islândia e de sua natureza no passado e no presente. Transformações na percepção do patrimônio natural sob especial consideração de fontes geotermais e geysirs. Carl Gottlob Friedrich Küchler (1869-1945) e Robert Bunsen (1811-1899)

  52. O "ciclo escandinavo-germânico" nos estudos do Romanceiro em Portugal e no Brasil. Reflexões no local da tomada da terra islandêsa e da saga de Egil

  53. A família Sinzig de Linz am Rhein

  54. Cornelia Napp. "Personal representatives" in relações culturais de editoras de música. A representação de Heitor Villa-Lobos nos EUA

  55. Economia e concepções político-culturais nos estudos do mundo de língua portuguesa. Revendo elos entre colonialismo e propaganda no nacionalismo autoritário. Ciclo de estudos Portugal-África-Alemanha-Brasil da A.B.E., Frankfurt a.M. e outras cidades

  56. Frankfurt a.M.. Kaiserdom São Bartolomeu. Mercado e finanças nas suas relações com Anschauungen - questões imagológicas. São Bartolomeu no Sacro Império Romano Germânico e na história das relações entre a Alemanha e Portugal

  57. Gotha. A mulher e o movimento feminino alemão nas suas inserções em correntes nacionalistas e colonialistas nos estudos do mundo de língua portuguesa. O "Intercâmbio Cultural Teuto-Português" de Elise Hermine von Hoppfgarten (1869-?) e o círculo de Hedwig Heyl (1850-1934)

  58. Frankfurt a.M.. Mathilde Auguste Hedwig Fitzler Kömmerling (1896-1993) e o papel do Brasil no movimento feminino alemão. Da questão do "pré-descobrimento português do Brasil"

  59. Hamburg. Luise Ey (1854-1936), Carolina de Michaelis (1851-1925), o Instituto Alemão de Coimbra e Bernard Schädel (1878-1926), o "Apóstolo de Portugal na Alemanha". Comemorações sob o signo da política de intercâmbio luso-alemão em 1934/35 (I)

  60. Hamburg. Egmont Zechlin (1896-1992) e a história dos Descobrimentos nos seus elos com o debate historiográfico alemão: os 500 anos da Política Colonial. Comemorações sob o signo da política de intercâmbio luso-alemão em 1934/35 (II)

  61. Hildesheim. Hans Friedrich Blunck (1888-1961) e Oswald Theodor Barão von Hoyningen-Huene (1885-1963): política da escrita nacionalsocialista nas suas relações com os estudos do mundo de língua portuguesa. Encontro internacional em Lisboa e homenagem no túmulo de Camões (1935). Significado político-cultural da questão de elos luso-nórdicos num pré-descobrimento da América

  62. Gotha. Da História das Ciências como objeto de estudos culturais e dos Science Studies. Revendo o III Congresso da Academia Internacional de História das Ciências em Portugal (1934) e a participação do Brasil: Francisco Jaguaribe Gomes de Mattos

  63. Grimma. Reconstrução colonial portuguesa e revisionismo colonial alemão. Ernst Gerhard Jacob (1899-1974): Portugal como modêlo de uma Colonialística alemã e a "Kolonialschuldlüge" de Heinrich Schnee (1871-1949)

  64. Frankfurt a.M.. Política colonial sob perspectiva do desenvolvimento dos transportes aéreos. Fischer von Poturczyn: África como "periferia" da Europa

  65. Berlin. O "Dia da Raça" ibérico e íberoamericano na Alemanha do III Reich. Revendo cerimônia no Instituto Íbero-Americano de Berlim (1935):  General Wilhelm Faupel (1873-1945), U.F.W. Joachim von Ribbentrop (1893-1946) e a "união de destino racial"

  66. Berlin. A "Comunidade de Estudos Teuto-Portuguesa" e o intercâmbio acadêmico Alemanha/Portugal nos anos trinta. 260 portugueses em Hamburgo e Berlim. A. da Veiga Simões (1888-1954) e Alfons Hilka (1877-1939)

  67. Berlin. Hitler e as relações Portugal/Alemanha: uma esquecida audiência a jornalistas portugueses (1935)

  68. Frankfurt a.M. Análises alemãs da economia nas colonias portuguesas nos anos 30  e suas relações com os estudos culturais portugueses e brasileiros - "Estrangeirização das colonias" e vontade nacional. Sir Robert Williams (1860-1938)

Ciclo luso-africano-teuto-brasileiro na região de Ennepe-Ruhr pelos 125 anos de Gevelsberg, cidade natal de Willem Jaspert (1901-1941)

  1. I. Gevelsberg. "Memória de África"? Significado e problemas de fontes fotojornalísticas do passado totalitário nos estudos das relações Portugal-África. 75 anos de "Aventuras e Vivências em Angola", de Willem Jaspert

  2. II. Schwelm. Imagens alemãs de Angola : Luanda, Lobito, Amboim, Katenga, Canda

  3. III. Hattingen. Colonos e "Deutschtum" em Angola: Fazenda Capungo e a Francônia em terras Kimbundo

  4. IV. Kemnade. Buren em Angola, tradições européias e mudanças culturais: a última máscara dos Kaluimbi

  5. V. Witten. Situações multiculturais em ferrovias angolanas - uma família austríaco-brasileira

  6. A respeito de fotografia: de uma entrevista com Gerhard Winkler de Raija Knipper, Photographische Sammlung/Sk Stiftung Kultur Köln

200 anos do nascimento de Robert Schumann (1810-1856)

Ciclo de estudos euro-brasileiros na região do Reno:

  1. Bonn - no túmulo de Schumann. A imagem do Homem nas concepções schumannianas e a sua presença no movimento orfeônico do Brasil

  2. Düsseldorf - na casa de Schumann. „De gentes e países estrangeiros“. Estudos schumannianos no âmbito das relações Alemanha-Brasil/Brasil-Alemanha

  3. Endenich - na clínica da internação de Schumann. Medicina, construção de imagens e suas consequências para as reflexões histórico-culturais, estéticas e para a interpretação. Significados do debate a respeito da saúde mental de Schumann

Ciclo de estudos euro-brasileiros na Saxônia: entre Zwickau e Leipzig - Vale do Mulde:

  1. Rochlitz. Vínculos entre a Saxônia e o Brasil à época de Robert Schumann. Friedrich August II (1797-1854) e seus elos com a família imperial brasileira

  2. Wechselburg. Da religião e espiritualidade em Schumann e hermenêutica em concepções e na análise

  3. Grimma. Os "aliados de David" (Davidbündler) de Schumann e as dimensões questionáveis de concepções de combate a filisteus na cultura - revendo Theodor Uhlig (1822-1853)

  4. Nimbschen. Schumann nas relações entre concepções sacro-musicais e o Romantismo em contextos católicos e protestantes à luz dos estudos brasileiros

  5. Colditz. De atmosferas mórbidas e da fantasmagoria no Romantismo. Dr. Carus e Agnes Carus de Colditz na vida de Schumann

  6. Puechau. „Só o fandango merece talvez o nome de verdadeira dança no sentido próprio do termo“. O fandango na Neue Zeitschrift für Musik e na Sonata op. 11 de Robert Schumann

  7. Machern. A Peregrinação da Rosa de Robert Schumann no Brasil nos anos da Segunda Guerra. Problemas ético-culturais em situações de alinhamentos sob a ação de representações diplomáticas: lembrando a Gleichschaltung

Capital Européia da Cultura Ruhr 2010:

  1. 1. Essen: "Atol da Arte e da Ciência" e a continuidade do projeto "Apocalipse do Amazonas"

  2. 2. Dortmund: Dimensões de viagens: "Odisséia Europa"

  3. 3. Schwerte: Da vida metálica à vida cultural. Schwerte e seus elos com o Brasil

  4. A música de banda no Havaí nos seus elos com o Império Alemão e com a imigração portuguesa. Significado para a pesquisa da banda de música no Brasil

  5. Moorea e Rio de Janeiro na história das observações científicas e o sentimento estético. Papel do Taiti no desenvolvimento dos estudos americanos. Georg Forster (1754-1794) e Alexander von Humboldt (1769-1859)

Pelo „Ano da Ciência, Berlin 2010“:

  1. "Berlim à luz": Rever o passado para refletir o presente tendo em vista o futuro. Pelo "Ano da Ciência", Berlim 2010 - após 75 anos da oficialização de centros de estudos luso-brasileiros na Alemanha

  2. "Ponte para o Ocidente": A questão da justificativa de Colonia como centro de estudos português-brasileiros nos anos 30

  3. "Portão para o mundo": A questão da justificativa de Hamburgo como centro de estudos português-brasileiros nos anos 30

  4. Inauguração do Instituto Português-Brasileiro de Colonia na sua inserção política (1934)

  5. Voz do Brasil junto ao Instituto Português-Brasileiro de Colonia: Ildefonso Falcão e a propaganda dos estudos lusófonos de inserção política em Pernambuco nos anos 30

  6. Sinergia e/ou fortalecimento de grupos com elos políticos no âmbito das relações entre a Alemanha e os países de língua portuguêsa - anos 30

  7. Medicina Tropical e a inclusão explícita do Brasil nos Estudos Portugueses na Alemanha. Sob o signo da doença do sono e do paludismo: Dr. Johannes Zschucke

  8. Brasil na Europa, Portugal na Alemanha, Brasil na Alemanha e congêneres: riscos de conotações totalitárias em expressões. "Leitores" e a questão da representação de nações entre outras nações. Relendo artigo de Manuel de Paiva Boléo (1904-1992) sôbre Portugal em órgãos nacionalsocialistas (1935)

  9. Emissoras, formação de emissários e riscos de interferências nos Estudos Culturais. Problemas téorico-culturais do papel da Rádio - anos 30

  10. Jornalismo cultural versus divulgação ampla de pesquisas especializada. Literatura de viagens nos anos 30

  11. O humor e o grotesco no jornalismo cultural como expressão e veículo de visões do mundo. Hans Reiser: Cidades brasileiras e revoluções

  12. "Comunhão de vivências" e alemães na história do turismo cultural no Brasil. Friedrich Riemer: No Itatiaia

  13. O interêsse econômico de resultados da pesquisa científica no jornalismo cultural. Von Falkenberg: A palmeira Babassu, uma mina vegetal

  14. Procura de atualidades e sensações no jornalismo cultural - problemas antropológico-culturais. Otto Steiniger: Uma noite entre os Bororo 

  15. "Fantástico!": jornalistas e Zeppelins a serviço da propaganda e da arregimentação de imigrantes. Arthur Rehbein: Em três dias no Brasil

  16. Estradas e integração nacional nas concepções políticas e as vias de comunicação e transporte no jornalismo cultural. Reinhard Maack: De diligência e canoa pelo interior do Brasil

  17. "A todo o vapor". Locomotiva como símbolo político-cultural e vias férreas de penetração do Ocidente na literatura de viagens. Karl Watzinger: Viagem ao Mato Grosso

  18. "Sempre em frente!" Cultura Física e o "Triunfo da Vontade": Turismo esportivo-cultural na difusão de visões do mundo. Siegfried Schütze: De "corcel de aço" (bicicleta) pela América do Sul
    I. Uruguai e Paraguai
    II. Brasil
    III. Argentina
    IV. Chile I
    V. Chile II
    VI. Bolivia
    VII. Peru

  19. Conhecimento de situações multiculturais em regiões coloniais no início do século XIX: Île de France de J.-G. Milbert (1766-1840)

  20. Maura Moreira: 50 anos na Alemanha (1959-2009) - O Canto da Terra

  21. Memória, imagens do passado e consciência histórica na perspectiva dos estudos Alemanha-Brasil / Brasil-Alemanha

  22. Significado e problemas de estudos histórico-culturais

  23. Memória e imagens de cidades-residência

  24. Viagens, desenvolvimento naval e emigração

  25. Rêdes sociais na História Político-Cultural:
    1.Alemanha-Rumênia-Grécia-Dinamarca-Suécia
    2.Os Hohenzollern e a Casa de Saxe-Coburg. Alemanha-Portugal-Bélgica-Bulgária
    3.Alemanha-Áustria-Hungria-Itália e Rússia
    4.Império alemão e Império britânico. "Prussianidade", Ética do Dever e Ética do Sucesso
    5.Waldeck-Pyrmont e Países Baixos

  26. "Sobre a Educação Estética do Homem"

  27. Espiritualidade, simbolismo e fascinação pela estética alemã

  28. Cultura e Ética no contexto das relações franco-alemãs

  29. Encontros e interações de esferas culturais franco-alemãs e suas extensões

  30. Tensões franco-alemãs na identidade alsaciana e repercussões

  31. Contextos franco-alemães no Movimento Bach e suas extensões. Albert Schweitzer (1875-1965)

  32. Diferenças entre idioma e identidade no exemplo da Alsácia-Lotríngia 

  33. Conferência da Paz de Versailles. Alsácia, relações franco-alemãs e o papel do Brasil

  34. Perspectivas francesas: Cientismo evolucionista, Pangermanismo e retrocesso ético-cultural

  35. Em anos de crise: 1929 e 2009. Mística de São Paulo de Albert Schweitzer e "Mística Ética"

  36. Interiorização na cultura do quotidiano e Ética de respeito à vida

  37. O papel da mulher na difusão e realização de ideais de A.Schweitzer

  38. Crise da Cultura e suas causas éticas. Análises filosófico-culturais de A. Schweitzer

  39. Relações entre o Homem e os outros seres viventes na Ética

  40. Significado de A. Schweitzer para países marcados pela destruição da Natureza

  41. Literatura de difusão popular e historiografia intercultural

  42. Teuto-brasileiros na história da Teoria da Evolução

  43. Comunicação em contextos culturais complexos e teoria sistêmica

  44. "Integração do passado no presente". Aproximações entre Lübeck e Porto Alegre: Teatro São Pedro

  45. Função da Ciência da Cultura no diálogo interdisciplinar

  46. "Utilidade" da Ciência da Cultura na cooperação internacional

  47. "Utilidade" da Filosofia no debate interdisciplinar e intercultural

  48. Multidisciplinaridade nos estudos culturais e cooperação interdisciplinar

  49. Intersubjetividade como categoria metadisciplinar? Comunicação e Sociologia

  50. Consenso e/ou opção na transação comunicativa

  51. Observação de segunda ordem e "ver o que os outros não veem"

  52. Diferenciações na concepção de autopoiesis e de sistemas autopoéticos

  53. Auto-Organização sob a perspectiva teórico-cultural

  54. Sistema como Diferença. Diferença entre sistema e meio envolvente

  55. Música contemporânea e difusão cultural em relações bilaterais

  56. Renovação de repertórios e musicologia histórica

  57. Órgão como instrumento solista e intuitos renovadores do movimento Bach

  58. 1968 na história das relações interculturais: ballett

  59. 1968 na história das relações interculturais: canto coral

  60. 1968 na história das relações interculturais: música para piano

  61. Comunidades de língua alemã nos países do Cone Sul. História intercultural

  62. Questões de estudos Alemanha-Brasil. Jornalismo e estudos culturais

  63. Experiências de jornalistas brasileiros na Alemanha. Comentários de uma obra

  64. Teses sobre o Brasil e Portugal na Alemanha

  65. Linguagem dos fatos" e a imagem do "homem heróico"

  66. Questões de justiça histórica e valorizações na História

  67. O aumento de Conhecimento como critério de valor

  68. Do universo barroco do Sul da Alemanha ao Paraguai e ao Império Mogul

  69. Propaganda política, história institucional e associações em contextos internacionais

  70. Propaganda Política e Circo no estudo das relações culturais

  71. Ciência e Política: O espírito nacional na Ciência. "Ciência alemã" dos anos 30 e 40

  72. Jornalismo, Política e Estudos Culturais. De propaganda à "palavra como arma"

  73. Ideologia de identidades e política cultural de Exterior em diferentes contextos. Deutschtum na década de 30

  74. Politologia e Ciência da Cultura em contextos internacionais e interculturais

  75. Análise cultural e a perspectiva culturalista no estudo das transformações político-culturais

  76. Policy: Questões de conteúdo e de "output" na Análise político-intercultural

  77. Polity: Questões sistêmicas e de confiança em estruturas na Análise político-intercultural

  78. Cultura Politica como "instituição semiótica" em estudos politológicos e análise da ordenação simbólica

  79. Cultura de interpretação e sócio-cultura como categorias de análise político-intercultural

  80. Vida contemplativa como fator na história e no presente de processos político-culturais

  81. Ideais paneuropeus sob perspectiva intercultural. Redirecionamento cultural de conceitos geopolíticos

  82. História político-cultural e transformações da espiritualidade de ordens. Teologia, filosofia, meio ambiente e cultura

  83. Multiculturalidade e política de ordens religiosas. Relações de interdependência entre o mundo extra-europeu e a Europa

  84. Sistemas político-econômicos e transformações histórico-culturais em contextos internacionais

  85. Realismo e milagre na cultura do Barroco e suas implicações político-culturais

  86. Problemas da mistura de ilusão e realidade em interpretações politológicas e análise cultural

  87. Aportes interpretativos da pesquisa politológico-cultural do Nazismo e a questão da ilusão na análise cultural

  88. Estudos semiológicos: Aplicação e uso interdisciplinar de aportes teóricos na análise cultural

  89. Prioridade da Natureza na teoria histórico-genética da cultura e teoria da cultura de orientação ambiental

  90. Para uma fenomenologia dos fóros mundiais de cultura. De-montagem, reconstrução, diálogo internacional cultura/ciência

  91. Análise cultural e teoretização da cultura

  92. Espírito em processos culturais do Ocidente e Espírito em aportes teórico-culturais histórico-genéticos

  93. Reformação como fator na história das mudanças de compreensão do mundo

  94. Estudos pomerano-brasileiros. À procura de vestígios e bases

  95. Estilo e materiais na história de processos interculturais. O Gótico de tijolos

  96. Hermenêutica bíblica e resgate de sentidos de imagens em contextos reformados

  97. Dimensões culturais do canto de Simeão em contextos interconfessionais

  98. Magnificat: Dimensões culturais em contextos interconfessionais e internacionais

  99. O problema da imigração na literatura alemã de cunho político do século XIX

  100. Cultura popular da Baixa Alemanha sob a perspectiva dos estudos da imigração

  101. Universo do Plattdeutsch na história das mentalidades sob a perspectiva da imigração

  102. Senso de comunidade, memória e religiosidade feminina no Brasil e na Europa medieval

  103. Natureza como fundamento de reflexões filosófico-culturais. Harz e Caparaó: Relendo J.W.Goethe

  104. Cultura memorial na história das relações: o Ano Goethe de 1932 no Brasil

  105. Significado de D. Buxtehude para os estudos euro-brasileiros

  106. Significado do paisagismo inglês na Alemanha. Natureza, cultura e qualidade de vida

  107. Relações Países-Baixos-Alemanha na história intereuropéia da cultura e suas repercussões

  108. Estudos culturais de minorias confessionais

  109. Música na hermenêutica bíblica e mitos. Implicações interculturais

  110. Paul Gerhard: aspectos interculturais e interconfessionais

  111. Estudos medievais em perspectiva intercultural

  112. Estudos culturais nas relações Alemanha/Brasil

  113. Estudos regionais europeus e estudos interculturais: Altmark

  114. Recuperação e utilização do patrimônio arquitetônico e natural

  115. Idéia de harmonia nas concepções do mundo e do homem e suas expressões arquitetônicas

  116. Estudos bismarckianos. Perspectivas euro-brasileiras

  117. Formação prussiana e sua influência na história intercultural da educação no Brasil

  118. Música nos caminhos dos imigrantes alemães no Espírito Santo

  119. Memória e preservação patrimonial II: Cultura e meio ambiente

  120. Sabedoria/Cultura e mudanças religiosas

  121. Sabedoria/Cultura e empenho social

  122. Sabedoria/Cultura entre o Românico e o Gótico

  123. Sabedoria/Cultura e ideais premonstratenses

  124. Sabedoria/Cultura, Pansofia e Educação

  125. Sabedoria/Cultura e pontes entre estilos e classes

  126. Problemas de contextualização: Hessen-Brasil

  127.         

  128. Estudos histórico-culturais e constelações reformatórias e contra-reformatórias

  129. Arqueologia da espiritualidade e estudos culturais comparados

  130. Continuidade no repertório de imagens em processos de mudança confissional

  131. Barroco e protestantismo nas reflexões interculturais

  132. Focalizações na análise de programas teológicos de imagens

  133. Dimensões simbólicas de militância na arquitetura religiosa e sua interpretação

  134. Mudança de situações: predominância religiosa a enclaves

  135. Paradoxos da recepção em processos identificatórios

  136. Migração, subalternidade, alteralidade e representação

  137. Análises culturais comparativas de migrações

  138. Alemães, italianos e judeus. Imigração européia e modernidade no Brasil

  139. Espaço como material: Experiência espacial auditiva

  140. Alemanha-Japão e o Estudo das relações culturais transatlânticas e interamericanas

  141. Estudos culturais e ciência da mídia nas relações transatlânticas

  142. Reflexões concernentes ao antigo Palácio da República da ex- DDR

  143. Reflexões no Mausoléu do Holocausto e no Museu Judaico de Berlim. Estudos judaicos em contextos internacionais

  144. O que é Europa? Reflexões brasileiras no Museu de Etnologia de Hamburgo

  145. Comércio, identidade e valores de Hamburgo e suas repercussões

  146. Hammonia. Universo hanseático, Alegoria e Brasil

  147. Porto de Hamburgo e navios na história das relações culturais. Exemplo Cap Polonio

  148. Kilia. Holstein, Alegoria e Brasil. Marinha de Guerra e interesses econômicos na história colonial

  149. Porto da Mídia. Edifícios dançantes e imagem de cidades

  150. Volkskunde e museus ao ar livre

  151. Experiência eurocêntrica de alteralidade na anamnese da história protestante das mentalidades

  152. Entre História de ocorrências significativas à pesquisa da cultura quotidiana de grupos

  153. Fontes alemãs para uma história da apreensão das culturas indígenas

  154. Filmes documentários alemães como fontes históricas para a pesquisa e a reconstrução da história e da identidade indígenas

  155. Estudos culturais pós-colonias e pesquisa musical. Caso da colonização alemã no Brasil

  156. Para a discussão de concepções autoritárias na pesquisa musicológica

  157. Projeto Nietzsche pelos Ouvidos - Filosofia e Música, Música como Filosofia

  158. Pesquisa da imigração nas ciências da cultura e da música

  159. A música folclórica do gaúcho alemão - Contribuições e mesclas no Estado do Rio Grande do Sul

  160. Terno de Atiradores da região de Montenegro -Rio Grande do Sul

  161. Sociedade de Cultura Gramado / Kulturgesellschaft Gramado

  162. Os órgãos no Rio Grande do Sul

  163. Brasil e o West-Deutscher Rundfunk

  164. Sessões de estudos interculturais em regiões da colonização alemã no Rio Grande do Sul

  165. Reflexões sobre o Barroco como exigência da pesquisa e da prática

  166. O ano Bach 2000 e a pesquisa de Bach nos estudos interculturais

  167. Heitor Villa-Lobos e o estudo das relações culturais Brasil-Alemanha

  168. Medizin, Philosophie und die Bach-Idee: Albert Schweitzer und Brasilien

  169. Villa-Lobos, Cândido Muricy e descobrimento de Bach no Brasil

  170. Comemorações dos 500 anos do Brasil e o "Ano Bach 2000"

  171. Projetos e perspectivas do trabalho cultural do Brasil na Alemanha

  172. Arquidiocese de Colonia: Weltkirche-Weltmission

  173. Instituto de estudos hinológicos e etnomusicológicos

  174. Sinais e imagens, números e letras. Meditação em Maria Laach

  175. Música e visões do ponto de vista da vida musical no contexto das relações entre a Alemanha e o Brasil

  176. Estudos culturais póscolonialistas e pesquisa musical. Exemplo de caso: a colonização alemã no Brasil

  177. Visões de um projeto músico-pedagógico em regiões de colonização alemã no Brasil

  178. Música nas lembranças de um franciscano renano no Brasil

  179. Canto e propaganda anti-emigratória do período nazista

  180. Sociedade Masculina de Canto Lyra, São Paulo

  181. Pela queda do muro de Berlim: relacionamentos internacionais e estudos do mundo de língua portuguesa

  182. Música de Portugal e do Brasil em bibliotecas alemãs

  183. Museologia e patrimônio cultural na Alemanha e no Brasil

  184. Economia e cultura de imigrantes católicos no Estado de São Paulo e a ação de Franciscanos da Saxônia

  185. São Leopoldo: O órgão de bambús de S. Leopoldo e o órgão de Las Piñas/Metro Manila

  186. Gertrud Mersiovsky na Alemanha e o estudo de Max Reger

  187. Pela queda do muro de Berlim: Concepções da história e história da música

  188. Estudo das relações teuto-luso-brasileiras: algumas fontes gerais pouco consideradas

  189. Vida cultural no início das colonias alemãs: "Os alemães na floresta brasílica". H. Zöller

  190. Memórias de um pastor evangélico: "Na Alemanha e no Brasil" de G. Stutzer

  191. Impressões de um oficial prussiano no Rio Grande do Sul . H. von Hattorf

  192. Um viajante alemão no ano da inauguração do Teatro Municipal de São Paulo: W. Ule

  193. Música de colonos, caboclos, garimpeiros e índios nas "Aventuras de um alemão no Brasil". F. Donat 

  194. Música na religiosidade cabocla na "Floresta de São Paulo" entre o Paraná e o Tietê. J.Kretzen

  195. Impressões do ambiente sonoro das ruas de Rio de Janeiro e Salvador. E. R. Keilpflug

  196. A vida de imigrantes alemães e a música no Brasil

  197. História intercultural da medicina, imigração e colonização

  198. Mudanças culturais

  199. Imigração de bens culturais e sistemática organológica

  200. Primeiras fontes históricas da música indígena: H. Staden

  201. Marius Schneider: Concepções intrínsecas a mitos e ritos

  202. Subsídios para a história das relações científico-culturais entre a Baviera e o Brasil

  203. Amadorismo musical de etnólogos na pesquisa de campo

  204. Maxixe na Alemanha: questões pertinentes aos estudos culturais

  205. Urbanidade, fragmentações e reconfigurações

  206. Mudanças de paradigmas na concepção de vida ativa da urbe

  207. Novas percepções e transformações de imagens

  208. Problemas da valorização estético-cultural do passado

  209. 20 anos da recepção no Schloß Burg

  210. Interlóquios no Serviço de Relações Exteriores da Alemanha e em embaixadas de países lusófonos em Berlim

  211. Encontro de grupos teuto-brasileiros - Tradição e Identidade / Begegnung mit deutsch-brasilianischen Gruppen - Tradition und Identität




Sessões e ciclos de estudos

Pelo fato do centro de estudos europeu da A.B.E. localizar-se na Alemanha, grande parte de seus, seminários, cursos, conferências e ciclos de estudo desenvolvem-se nesse país. Nem todos esses eventos referem-se a questões diretamente relacionadas com a Alemanha. Na lista abaixo oferece-se apenas uma seleção de alguns dos eventos mais específicos que se encontram relatados no site da A.B.E.


Ciclo pelos
250 anos de nascimento de Friedrich von Schiller

Ciclo de reflexões interdisciplinares e sistêmicas pelos 10 anos da morte de N. Luhmann
Ciclo pelos 130 anos de Hermann Hesse
Ciclo pelos 800 anos de Santa Isabel da Turíngia
Ciclo pelo Ano Goethe

Jornada pelos 300 anos de falecimento de D. Buxtehude
Jornada pelo Ano Paul Gerhard: aspectos interculturais e interconfessionais

Circuito de Baden-Württemberg

Circuito da Saxônia-Anhalt
Circuito de Mecklenburg e Pomerânia Ocidental
Circuito do Harz

Circuito do Altmarkt
Circuito de Hessen

Circuito do Oberberg e vale do Agger




Textos em alemão/Texte in deutscher Sprache


  1. Deutschland/Niederlande/Brasilien. Wilhelminische Studien aus Erfordernissen der Immigrationsforschung: Fragen von Gedächtnis und Geschichtsbewusstsein

  2. Deutschland/Brasilien. Systemische Theorie und Studien von Kulturprozessen

  3. Deutschland/Brasilien. Zur Erforschung der Forschung: An die Vergangenheit denken um im Dienst der Zukunft die Gegenwart zu reflektieren - die 30er Jahren

  4. Deutschland/Brasilien. Schumann in kulturwissenschaftlich orientierter Musikforschung

  5. Deutschland/Portugal/Afrika/Brasilien. Wirtschaft, Politik und Kulturanschauungen: Kolonialistik und Propaganda in den 30er Jahren

  6. Studien von Prozessen der Kulturdiffusion im Kontext Brasilien/Deutschland


Weitere deutschsprachige Texte zur Arbeit der A.B.E.: www.akademiebrasileuropa.de





 

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BRASIL-EUROPA
www.brasil-europa.eu

Organização de estudos de processos culturais em relações internacionais (registrada 1968)
Academia Brasil-Europa

Direção: Prof. Dr. Antonio Alexandre Bispo

©

ESTUDOS CULTURAIS EUROBRASILEIROS RELACIONADOS COM A 

ALEMANHA

 

Locais de reflexões
(lista incompleta)


Aachen 1
Aachen 2

Altenberg

Altentreptow
Anklam
Auel
Augsburg

Bad Arolsen

Bad Nauheim 1
Bad Nauheim 2 
Bayreuth 1
Bayreuth 2
Bayreuth 3
Benediktbeuern 1

Benediktbeuern 2

Benrath
Berleburg 

Berlin 1

Berlin 2

Berlin 3

Berlin 4

Berlin 5

Berlin 6

Berlin 7

Berlin 8

Berlin 9

Berlin 10

Berlin 11

Berlin 12

Berlin 13

Berlin 14

Berlin 15

Berlin 16

Berlin 17

Berlin 18

Berlin 19

Berlin 20

Berlin 21

Berlin 22

Berlin 23

Berlin 24

Berlin 25

Berlin 26

Bonn 1
Bonn 2
Bonn 3
Bonn/Königswinter
Brocken/Harz
Calw

Cappenberg
Coburg
Colditz
Crottorf
Darmstadt 1

Darmstadt 2
Derenburg
Doebbelin
Dortmund 1

Dortmund 2

Dresden
Dresden 2
Düsseldorf 1
Düsseldorf 2

Düsseldorf 3
Eckenhagen
Ehrenbreitstein
Eibingen

Eichstätt
Endenich

Erpel
Essen
Ettal
Ettlingen

Frankfurt a.M. 1
Frankfurt a.M. 2
Frankfurt a.M. 3
Frankfurt a.M. 4
Frankfurt a.M. 5

Freising
Freudenberg
Gardelegen
Gernrode
Gevelsberg
Giessen 1
Giessen 2

Giessen 3

Gimborn 1
Gimborn 2

Görlitz 1
Görlitz 2
Gotha 1
Gotha 2

Gotha 3
Greifswald
Grimma 1
Grimma 2
Hagen 1

Hagen 2
Halberstadt
Hamburg 1
Hamburg 2
Hamburg 3
Hamburg 4
Hamburg 5 
Hannover
Hattingen
Herborn
Hildesheim
Hirsau
Hohenlimburg
Holstein

Hundisburg
Ilbenstadt
Iserlohn

Jena 1

Jena 2 

Jerichow

Karlsruhe
Kemnade
Kiedrich

Kiel
Klausen
Koblenz
Kochel a.S.
Köln 1
Köln 2
Köln 3
Köln 4
Köln 5
Köln 6

Köln 7
Köln 8
Köln 9
Köln 10
Köln 11

Köln 12

Köln 13

Königswinter
Kommern 1

Kommern 2

Kommern 3
Leichlingen 1

Leichlingen 2

Leichlingen 3

Leichlingen 4

Leichlingen 5

Leichlingen 6

Leichlingen 7

Leichlingen 8

Leichlingen 9

Leichlingen 10

Leichlingen 11

Leichlingen 12

Leichlingen 13
Lembeck
Letzingen
Leverkusen 1

Leverkusen 2
Lieberhausen

Limburg
Lindlar
Linz 1

Linz 2
Ludwigsburg
Lübeck 1
Lübeck 2

Lübeck 3
Lüneburg 1
Lüneburg 2
Machern
Magdeburg
Marburg
Maria Laach 1
Maria Laach 2
Marienhagen
Marienheide
Maulbronn

Meiningen 1

Meiningen 2

Mettmann
München 1

München 2

München 3

München 4

Münster
Münsterschwarzach

Neersen
Neetzow
Neubrandenburg

Neukloster
Nimbschen
Nürnberg
Oranienburg
Ortenberg

Potsdam

Prenzlau
Puechau

Raesfeld
Ratekau
Remscheid
Rochlitz

Rostock

Rothenburg o.d.T.

Saarbrücken
Sayn
Schlehdorf
Schwelm

Schwerte

Solingen
Speyer

Starnberg
Stendal
Stuttgart 1

Stuttgart 2
Tangermuenden
Tegernsee

Tribsees
Waldeck

Warnemünde
Wechselburg

Werl 1

Werl 2

Werl 3

Werl 4

Werl 5
Wernigerode
Wetzlar
Wiedenest
Wiesbaden 1

Wiesbaden 2 
Wieskirche
Wismar
Witten 1
Witten 2
Wittenberg
Wörlitz




Nomes

(lista incompleta)


Arndt, E.M.

Avé-Lallement, R. Ch. B.

Baldus, H.

Ballin, A.
Baumgardt, R.
Begrich, M.
Blunck, H. F.
Bruch, W.
Bussmeyer, H.
Buxtehude, D.
Chamisso, A. v.
Dane, I.
Donat, F.

Edschmid, K.
Ey, L.
Falcão, I.
Falkenberg, v.

Faupel, W.
Ferreira, P. A. M.
Fitzler, M. A. H.
Forster, G.
Gerhard, P.
Gneist, O.
Görgen, H.
Goethe, J.W.
Haeckel, E.
Hagen, V. W. v.
Hattorf. H. v.

Haydée, M.
Heckenbach, W.A.
Hesse, H.
Hesse-Wartegg, E. v.
Heyl, H.
Hildebrandt, E.
Hilka, A.
Hoppfgarten, E.H. v.
Hoyningen-Huene, O.Th.v.
Humboldt, A. v.
Izikowitz, K.G.
Jacob, E. G.
Jaspert, W.
Kameke, v.
Keilpflug, E.R. 
Koch-Grünberg, Th.
Koseritz, C. v.
Krause, F.
Kretzen, J.
Lange, F.C.
Langer, A.
Maack, R.
Michaelis, C.
Milbert, J.-G.
Müller, J.. F. Th. (Fritz)
Overath. J.
Perl, A.
Poturczyn, F. v.
Rehbein, A.
Reiser, H.
Reuter, F.
Richter, K.
Riemer, F.
Schädel, B.
Schiller, F. v.
Schmidt, M.
Schnee, H.
Schneider, M.
Schomburgk, R. I
Schomburgk, R. II

Schütze, S.
Schweitzer, A.
Sinzig, P.
Snethlage, E. H.
Spengler, O.
Staden, H.
Steiniger, O.
Stutzer, G.    
Therese von Bayern
Ule, W.
Veiga Simões, A.
Viktoria Luise
Wappäus, J.
Watzinger, K.
Weller, A.
Wilhelm II
Winckelmann, J. J.
Winkler, G.
Wolff, K.-D.
Wustmann, E.
Zechlin, E.
Zöller, H.
Zschucke, J.
Zweig, S.














Fotos: H. Hülskath ©

Cabeçalho: Livros (Museu Winckelmann, Stendal). Ccluna à direita: Schiller, Goethe, Rauch, Humboldt, Rainha Luise (Museum Rauch, Bad Arolsen), Winckelmann (3) (Museu Stendal). Centro alto: Irmãos Grimm (Hanau), centro abaixo: publicação de Winckelmann (Museu Stendal).