SÃO PAULO - EUROPA: Relações culturais. ACADEMIA BRASIL-EUROPA. Prof. Dr. A.A.Bispo e Conselho Especializado. Organização de estudos científico-culturais em contextos internacionais e instituto de pesquisas ISMPS/IBEM (reg. 1968)

 
 
    


Orientação: análise de processos e procedimentos refletidos, inter- e transdisciplinares


Os trabalhos da Academia Brasil-Europa relacionados com São Paulo antecederam e prepararam as suas atividades relativas aos demais Estados do Brasil. Sendo originado da cidade de São Paulo o movimento que levou, em 1968, à fundação da entidade que hoje constitui a Organização Brasil-Europa de estudos de processos inter-e transculturais e de estudos culturas em relações internacionais, foi fundamentalmente marcado pela experiência da metrópole. A sua orientação, o desenvolvimento de suas concepções, os seus procedimentos programáticos exigem, para ser entendidos, a consideração da situação cultural do complexo metropolitano de São Paulo.


  


A cidade de São Paulo, marcada, desde fins do século XIX, por um extraordinário processo de transformação urbana, demográfica e cultural, experimentou, na década de sessenta, uma fase com novas qualidades nessa história de contínuas mudanças. A presença de migrantes provenientes sobretudo de Estados do Nordeste do Brasil passou a caracterizar zonas e bairros, tornando-se, de forma crescente, impossível de não ser registrada pelas suas expressões culturais, mesmo em regiões centrais da cidade.


   


Significado da migração interna no Brasil na transformação cultural de São Paulo


O impacto da migração interna na auto-consciência paulistana não tem sido sempre considerado à altura do seu significado. São Paulo já passara por fases históricas determinadas pela vinda de grandes contingentes de imigrantes do Exterior, e que haviam levado até mesmo ao desenvolvimento de bairros com características e identidades próprias. A capacidade aglutinadora da metrópole era sentida positivamente, como motivo de orgulho, resultante de sua própria maneira de ser e de sua formação. A contribuição dos imigrantes era valorizada como enriquecimento e como exemplo dessa força integradora, capaz de aglutinar as mais diversas culturais num todo, sem colocá-lo em perigo.


  


A migração interna, porém, surgia sob outras circunstâncias e causava mal-estares denotadores de insegurança. Quase que em inversão de uma ação histórica de polo irradiador e de expansão, do aclamado bandeirantismo, a cidade passava a centro de atração, de um papel antes ativo a uma função receptiva, diversa, porém, daquela relativamente a estrangeiros.


         


São Paulo foi confrontado com o próprio Brasil a que pertence, ou melhor, com faces de complexos culturais regionais até então vistos como distantes, ainda que típicos, de fascinação quase que exótica.


Assim como os estrangeiros, vindos em geral de camadas rurais ou marginais de suas nações, haviam sentido a necessidade não apenas de integração na nova sociedade mas também de manutenção e mesmo de conscientização reforçadora de seus valores e tradições, criando contextos quase que mais italianos ou japoneses do que as próprias regiões de origem, também São Paulo passou a possuir bairros por assim dizer mais nordestinos do que o próprio Nordeste.


             


Consciência da necessidade de estudos culturais adequados


O paulistano crescido e formado na cidade, ainda que imerso e acostumado com um passado de contínuas transformações, nem sempre sentiu-se preparado para o confronto emocional e intelectual com as mudanças urbanas e culturais causadas em grande parte pela migração interna.


Sob o ponto de vista cultural, passou a ter contato direto com costumes, práticas e gêneros musicais, de dança e outras expressões que conhecia antes de aulas de Folclore, onde muitas vezes ouvira falar pela primeira vez em tradições que lhe eram totalmente estranhas, ainda que apresentadas como expressões de uma cultura nacional.


Poucos eram aqueles que estudavam em conservatórios e que chegavam a universidades que traziam, de sua própria vivência, conhecimentos do que seria uma Congada, uma Folia de Reis ou um Cururu. A experiência mais próxima de expressões culturais tradicionais e a constatação de sua vigência na atualidade associaram-se a intuitos de redescobrimentos de histórias de bairros, de detectações de suas características identificadoras, de culturas bairrais que se sentia agora como ameaçadas por tendências niveladoras e/ou modificadoras.


Estudos culturais da metrópole e suas consequências


Compreende-se, nesse panorama, que duas preocupações principais marcaram o início do movimento renovador que hoje tem a sua expressão na A.B.E.: o urbanístico, ou do estudo histórico-cultural dos espaços urbanos, e o músico-cultural, voltado à pesquisa de expressões culturais consideradas sobretudo na disciplina Folclore, institucionalizada em programas de conservatórios.


Compreende-se, assim, que os principais centros de preocupações e de impulsos foram a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e o Museu de Artes e Técnicas Populares da Associação Brasileira de Folclore. Em ambos sentia-se a necessidade de um aguçamento da percepção como pressuposto para a detectação de valores, significados, indícios que poderiam levar ao reconhecimento de contextos e elos.


Essa era a grande preocupação - e a grande contribuição - de círculos de pesquisadores ao redor de Rossini Tavares de Lima e de Julieta de Andrade: o esforço para o perceber, registrar e considerar expressões do meio cultural ambiente, da vida do dia-a-dia. Esse esforço de percepção mais aguçada manifestou-se naquele de leitura de espaços urbanos e de seus significados .


Como a maior preocupação - e a grande contribuição - de círculos de professores e estudantes de arquitetura era o reconhecimento dos processos históricos que explicavam as transformações dos espaços na história do vir-a-ser da metrópole e de suas transformações, a integração ao centro de bairros afastados e de zonas periféricas.


Em ambos os casos constatou-se a necessidade de procedimentos interdisciplinares, desde que devidamente refletidos: o do emprêgo de perspectivas e métodos dos estudos culturais na análise urbana e vice-versa, o de enfoques arquitetonicos e urbanísticos na pesquisa empírica. Em ambos os casos constatou-se a necessidade de um direcionamento da atenção a transformações, mudanças, ou seja, a desenvolvimentos no tempo. No estudo de processos, as análises procurariam então constatar estruturas, mecanismos e desvendar sentidos e significados.


Foi nesse sentido que decidiu-se constituir, em 1968, uma organização com o escopo de renovação dos estudos culturais a partir de um direcionamento da atenção a processos. Esse objetivo de realização de reflexões teórico-culturais mais aprofundadas possuia também dimensões educativas e político-culturais, uma vez que órgãos oficiais e movimentos justificavam-se por intuitos de difusão cultural.


Inserção em processos históricos da reflexão cultural


Nesses esforços de renovação de concepções e métodos nos seus elos com a transformação da metrópole, a atenção concentrou-se, necessariamente, em processos marcados pela imigração, estrangeira e nacional.


Constatou-se, nesse contexto, que preocupações similares já haviam marcado a vida de imigrantes do passado e que, no caso de São Paulo, havia existido até mesmo uma iniciativa similar àquela que então se fundava, submersa na história cultural por motivos vários, político-culturais dos anos 30 e pela dominância de grupos que passaram a assumir posições de poder na vida universitária.


Tratava-se, assim, de se reatar uma continuidade interrompida, de se recuperar uma profundidade histórica na corrente do pensar, atualizando as suas concepções. A síndrome de sempre querer fundar o já fundado, de criar o já criado, a síndrome de pioneirismo que tanto tem prejudicado o desenvolvimento dos estudos culturais deveria ser superada com a integração da nova organização na linha histórica do desenvolvimento do pensamento euro-brasileiro.


Essa corrente histórica era representada sobretudo por Martin Braunwieser, principal mentor de uma academia de renovação filosófica da cultural em relações internacionais fundada na Áustria, em 1919, e que possuia uma história de vida marcada pela pesquisa cultural do Nordeste e pela ação educativa em São Paulo.


Significado dos estudos paulistas em contextos supra-regionais e internacionais


O estudo da corrente de pensamento representada por Braunwieser trouxe à consciência o extraordinário papel desempenhado por São Paulo na história de um movimento renovador de dimensões globais nos anos que se seguiram à ruína da antiga Europa com a Primeira Guerra Mundial.


Se já se possuia a consciêndia do papel desempenhado por São Paulo na formação histórica do Brasil, sobretudo na expansão colonial e na conquista ampliadora de espaços, assim como da sua importância no presente como centro econômico e tecnológico, agora compenetrava-se do fato que São Paulo havia herdado um corpo de ideais e de realizações de extraordinário significado para a Europa e para as relações entre o Leste e o Este, entre o Oriente e o Ocidente, sufocado e silenciado devido a circunstâncias políticas e mesmo pessoais resultantes da própria situação imigratória.


Pesquisas empíricas e de processos histórico-culturais no Estado


O estudo de processos de transformação urbana e culturais levou à reconstrução de rêdes de contatos e caminhos de intercâmbio e difusão que trouxe a ampliação sistemática dos contextos considerados.


Tendo-se extendido, já em meados da década de sessenta a bairros distantes do centro e cidades próximas à capital, entre êlas Santana do Parnaíba e Mogi das Cruzes, as pesquisas empíricas e históricas foram agora desenvolvidas em numerosas cidades de todas as regiões do Estado, em particular do litoral, do Vale do Paraíba e da região do Tietê.


Estudos contextualizados, meios de comunicação e construção de imagens


Pela própria natureza das preocupações e dos intentos, dirigidos sobretudo a análises de processos em vigência, a separação de esferas culturais segundo critérios do erudito, do popular e do folclórico não poderia continuar a ser mantida como critério determinante das concepções. Questionou-se, sobretudo, as bases teóricas e valorativas que possibilitavam designar depreciativamente uma esfera cultural como "popularesca" ou de "massa".


Os estudos da ação dos meios de comunicação, correspondendo também ao interesse despertado em fins da década de 60 pela teoria da comunicação, entre outros por Décio Pignatari, não podiam resumir-se à consideração de processos de difusão. A atenção à função da mídia na construção de imagens foi sobretudo incentivada pela realização do espetáculo "Blow up" e que possibilitou a aproximação de pesquisadores e músicos de formação acadêmica com artistas da música popular.


São Paulo na Músico-Etnologia


As pesquisas relacionadas com São Paulo sob a orientação preconizada foram consideradas em cursos, conferências e apresentações. Salientam-se aqui, trabalhos do Centro de Pesquisas ND, do Museu de Artes e Técnicas Populares/Folclore e no âmbito das disciplinas Etnomusicologia e História da Música da Faculdade de Música e Educação Artística do Instituto Musical de São Paulo. Menciona-se aqui a aula sobre a questão do relacionamento entre estudos culturais empíricos e a análise urbana de São Paulo no Museu do Folclore ("Folk-Urbanismo?") e o curso de música na evolução histórico-cultural de São Paulo realizado com o apoio do Museu Paulista, em 1973.


Estudos em rêdes internacionais. Projeto São Paulo-Europa


A partir de 1974, deu-se início ao estudos de fontes e materiais relativos aos Estados do Brasil conservados em bibliotecas e museus dos países europeus. Um dos objetivos desse programa era o de localizar e estudar textos de difícil acesso no Brasil ou mesmo desconhecidos, assim como materiais coletados por pesquisadores.


Os materiais coletados e os trabalhos realizados em São Paulo passaram a ser considerados em seminários, conferências, reuniões de pesquisadores e apresentações musicais. Várias obras de compositores paulistas foram executadas e comentadas, muitas delas em primeira audição.




A partir de 1977, passando os trabalhos sobretudo a serem conduzidos através do departamento de Músico-Etnologia do instituto de pesquisas de organização pontifícia, apoiado por academia de ciência de um estado alemão, a atenção foi dirigida sobretudo a questões referentes às relações entre a história cultural de São Paulo e a história das concepções religiosas e dos movimentos eclesiásticos em contextos gerais.


Paralelamente ao levantamento de dados, à reconstrução de rêdes e ao estudo da história do pensamento, desenvolveram-se estudos destinados a elucidar a linguagem visual e o sentido intrínseco de expressões culturais tradicionais conhecidas no Estado de São Paulo.


  


Questões de filosofia, análise e política cultural: Diversidade e Unidade


Com a apresentação, em 1979, de tese de doutoramento relativa à histórica músico-cultural de São Paulo com base nos trabalhos realizados, e considerando as perspectivas que abriam para uma necessária reorientação da pesquisa musicológica e etnomusicológica, decidiu-se realizar um simpósio internacional em São Paulo.


Esse simpósio deveria ser conduzido pelo complexo temático "Diversidade na unidade e unidade na diversidade", nas suas múltiplas dimensões, filosófico-teológicas e teórico-culturais, assim como nas suas consequências para os estudos e as análises culturais e a própria política cultural.


O evento, realizado com o apoio da Secretaria da Cultura do Govêrno do Estado de São Paulo, graças ao empenho da Profa. Neide Rodrigues Gomes, contou com a cooperação de instâncias pontifícias e eclesiásticas do Brasil, assim como de várias universidades e instituições culturais do país e do Exterior. Foi o maior evento do gênero já realizado na América Latina e lançou as bases para o desenvolvimento dos estudos nos anos que se seguiram. No âmbito desse evento fundou-se, na Sala da Independência do Museu Paulista, a Sociedade Brasileira de Musicologia.


  


Pesquisadores de São Paulo em eventos euro-brasileiros na Europa


Impossível de ser considerado adequadamente, ainda que de forma sumária, é o papel desempenhado por pesquisadores e instituições de São Paulo no desenvolvimento dos estudos culturais relativos ao Brasil na Europa. Estiveram presentes, como participantes ativos e convidados, em congressos, simpósios e projetos de pesquisa. Através de intensa correspondência, co-orientaram e co-determinaram desenvolvimentos.


Sem a estadia prévia de representantes de São Paulo para contatos com instituições e pesquisadores europeus não teria sido possível a realização de eventos no Brasil com a participação significativa de delegações européias. Este foi o caso, por exemplo, dos trabalhos preparatórios realizados em 1986 pela Dra. Neide Carvalho, e que trouxe consequências relevantes para a concretização do Primeiro Congresso Brasileiro de Musicologia, realizado em São Paulo, em 1987. De iniciativa de instituições e pesquisadores paulistas, em particular do Prof. Dr. Americo Pellegrini, veio à Alemanha significativa delegação de pesquisadores brasileiros para a realização de colóquio internacional com extensa e diversificada programação, em 1989.


  


Pesquisadores de São Paulo em projetos internacionais em outras regiões do Brasil


A intensa cooperação entre pesquisadores de São Paulo e a A.B.E., com os seus institutos e as organizações que com ela colaboraram levou também a que estudiosos de São Paulo tomassem parte de forma particularmente intensa em projetos desenvolvidos em outros Estados do Brasil.


Cumpre salientar aqui, entre muitos outros, a Profa. Julieta de Andrade que, com pesquisadores sob a sua liderança, tomou parte decisiva em vários eventos na Alemanha, em Portugal e no Brasil, mantendo através das décadas elos de continuidade com anelos do âmbito do antigo Museu de Artes e Técnicas Populares de São Paulo. Cumpre lembrar, também, o empenho da Profa. Dra. Kilza Setti no âmbito do projeto de estudos das culturas musicais indígenas, com especial consideração de processos transformatórios, realizado sob a direção de A.A.Bispo, com o apoio do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha.


  


São Paulo no Triênio pelos 500 anos do Brasil


Assim como os congressos anteriores, os preparativos para a realização do triênio de eventos da A.B.E. pelos 500 anos do Brasil foram realizados em grande parte em São Paulo. Precedido pelo Colóquio Internacional de Antropologia Simbólica, realizado em 1988 no interior do Estado e no Litoral, também o triênio foi planejado para incluir sessões em várias cidades do Brasil.


No Congresso inaugural dedicado ao tema "música e visões", assim como em colóquios realizados na Alemanha, pôde-se contar com a presença de vários pesquisadores de São Paulo. Em 2002, por ocasião do Congresso de encerramento do triênio, realizaram-se sessões na capital e em várias cidades do Estado, entre elas Joanópolis, Bragança Paulista, Guarujá e Bertioga.



"São Paulo no Mundo" e colóquio internacional pelos 450 anos de São Paulo


O significado fundamental das relações entre São Paulo e a Europa nos estudos culturais não podia deixar de ser salientado por ocasião das comemorações dos 450 anos de sua fundação. Pareceu que a forma mais adequada para considerar essa data era a de retomar questões relacionadas com estudos de arquitetura e urbanismo e estudos músico-culturais dos anos sessenta, agora tratados sob a perspectiva de desenvolvimentos recentes das discussões.


Idealizou-se um programa amplo de estudos e reflexões a ser desenvolvido em vários países da Europa, das Américas e no Brasil.


Os trabalhos a serem efetuados no Exterior deveriam utilizar na análise urbanológica e cultural dos respectivos contextos experiências ganhas a partir de contextos paulistas e das relações entre São Paulo e a Europa.


Nos trabalhos a serem desenvolvidos no Brasil deveriam tomar parte sobretudo universitários europeus, de diferentes disciplinas, preparados em cursos especializados para a viagem. Procurou-se, assim, contribuir ao intercâmbio e fomentar os trabalhos dedicados às relações entre São Paulo e a Europa na nova geração. Esses eventos foram apoiados por vários órgãos e instituições, entre outros o Centro Cultural São Paulo, a Academia Paulista de Letras, o Teatro Municipal de São Paulo, a Academia Brasileira de Música e o Museu Imperial.


         



Cidades

consideradas


Aguas da Prata

Aguas de Lindoia

Aguas de Santa Barbara

Aguas de Sao Pedro

Agudos

Altinópolis

Americana

Amparo

Aparecida

Apiaí

Araçariguama

Araçatuba

Araçoiaba da Serra

Araraquara

Araras

Areias

Arujá

Assis

Atibaia

Avai

Avaré

Bananal

Barretos

Barueri

Batatais

Bauru

Bernardino de Campos

Bertioga

Birigui

Bocaina

Bom Jesus dos Perdões

Botucatu

Bragança Paulista

Brodosqui

Brotas

Cabreúva

Cacapava

Cachoeira Paulista

Caconde

Caieiras

Cajamar

Campinas

Campo Limpo Paulista

Campos do Jordão

Cananéia

Capão Bonito

Capivarí

Caraguatatuba

Carapicuíba

Cardoso

Casa Branca

Catanduva

Cotia

Cravinhos

Cruzeiro

Cubatão

Cunha

Descalvado

Diadema

Eldorado

Elias Fausto

Embú

Embú-Guaçú

Estrela d'Oeste

Estrela do Norte

Franca

Franco da Rocha

Guaratinguetá

Guarujá

Guarulhos

Holambra

Igarapava

Iguape

Ilha Comprida

Ilhabela

Indaiatuba

Itanhaém

Itapecerica da Serra

Itapetininga

Itapeva

Itapeví

Itapira

Itaquaquecetuba

Itararé

Itatiba

Itú

Jaboticabal

Jacareí

Jaguariúna

Jarinu

Jaú

Joanópolis

Jundiaí

Juquiá

Lagoinha

Laranjal Paulista

Lençois Paulista

Limeira

Lindóia

Lins

Lorena

Louveira

Lucélia

Mairinque

Mairiporã

Marilia

Matão

Maua

Mocóca

Mogi Guaçú

Moji das Cruzes

Moji-Mirim

Mongaguá

Monte Mór

Monteiro Lobato

Natividade da Serra

Nazaré Paulista

Olimpia

Osasco

Paraibuna

Paulinia

Peruibe

Piedade

Pindamonhangaba

Piracaia

Piracicaba

Pirapora do Bom Jesus

Piratininga

Porto Feliz

Praia Grande

Queluz

Redenção da Serra

Registro

Ribeira

Ribeirão Pires

Ribeirão Preto

Rio Claro

Salto de Pirapora

Salto

Santa Isabel

Santa Lucia

Santa Rita do Passa Quatro

Santana de Parnaíba

Santo André

Santo Antonio de Posse

Santos

São Bento do Sapucaí

São Bernardo do Campo

São Caetano do Sul

São Carlos

São João da Boa Vista

São José do Barreiro

São José dos Campos

São Lourenço da Serra

São Luís do Paraitinga

São Manuel

São Paulo

São Pedro

São Roque

São Sebastião da Grama

São Sebastião

São Vicente

Serra Negra

Serrana

Silveiras

Socorro

Sorocaba

Suzano

Taboão da Serra

Tambaú

Tatuí

Taubaté

Tietê

Tremembé

Ubatuba

Valinhos

Vargem Grande Paulista

Vinhedo



Cronologia
dos trabalhos


1966. São Paulo. Início de estudos da história cultural de bairros da capital e de suas transformações. Levantamento de fontes, entrevistas para registro de memórias. Trabalhos em irmandades e instituições tradicionais. Descobrimento de uma esfera musical tradicional submersa, necessaria de ser estudada.

1967. Curitiba. Contatos e encontros com professores e estudantes de São Paulo reunidos no Festival e Curso Internacional do Paraná. Início de relações que determinariam fundamentalmente os trabalhos futuros. E. Dewey, R. Schnorrenberg, R. Braunwieser, P. A. de Moura Ferreira, O. Lacerda, N. Jeandot e outros. Relações entre impulsos renovadores nas diferentes áreas.

1967. São Paulo. Extensão do estudo cultural de bairros a zonas periféricas e regiões próximas. Levantamento de fontes, entrevistas e observações em Sant'Anna do Parnaíba, Cabreúva, Itú, Mogí das Cruzes e cidades do Vale do Paraíba.

1968. São Paulo. Fundação da sociedade para estudos de processos culturais e de difusão (ND), atual Organização Brasil-Europa. Revisão da literatura concernente aos Estados do Brasil sob o aspecto de desenvolvimentos processuais no passado e no presente. Levantamento de bibliografia de estudos culturais sobre os Estados do Brasil com o apoio do Museu de Artes e Técnicas Populares. Reconscientização do significado da história de vida e dos ideais de M. Braunwieser, assim como de fase submersa de realizações internacionais dos anos 20.

1969. São Paulo. Movimento de estudantes e professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Departamento de História da FFCL da USP relacionado com os intuitos de renovação dos estudos culturais da sociedade ND recém fundada. Releitura de obras clássicas dos estudos paulistas sob a perspectiva de enfoques dirigidos a processos e a trabalhos de observação da metrópole. Discussões e festival relativamente à reorientação dos estudos do Barroco e do Colonial, salientando-se a sua processualidade.

1970. São Paulo. Promoção de eventos e cursos segundo os propósitos da sociedade constituída, ou seja superação de limites entre esferas culturais, sócio-culturais, de repertório e de áreas disciplinares. Festival em praças e instituições, em co-patrocínio com a Secretaria de Cultura do Município.

1971. São Paulo. Discussão sob as possibilidades interdisciplinares de percepção da metrópole e suas relações com os estudos culturais. Conferência sobre "Folcurbanismo?" no Museu do Folclore em  colaboração com a FAU/USP e o Centro de Pesquisas ND. Estudos culturais de imigração na história e no presente da capital.

1972. São Paulo. Estudos Paulistas no programa da disciplina Etnomusicologia, introduzida na Faculdade de Música e Educação Artística do Instituto Musical de São Paulo. Levantamento de fontes bibliográficas e das pesquisas em andamento em cooperação com a biblioteca da Discoteca Pública Municipal e do Museu de Folclore da Associação Brasileira de Folclore. Pesquisas culturais de bairros e em escolas de São Paulo. Elos entre os estudos culturais e a Educação.

1973. São Paulo. Museu Paulista. Curso de especialização sobre a música na evolução urbana em São Paulo da Faculdade de Música e Educação Artística do Instituto Musical de São Paulo em cooperação com o Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

1974. Hamburgo, Londres e Berlim. Início do levantamento de fontes históricas e materiais relativos aos Estados do Brasil em bibliotecas e museus da Europa.

1975. Colonia e outras cidades. Levantamento e estudos da literatura referente à imigração alemã. Localização e estudo, entre outras, da obra, praticamente desconhecida no Brasil, "Entre o Paraná e o Tietê", de Johannes Kretzchen, significativa para o estudo da região de expansão do interior do Estado na primeira metade do século XX

1977. Colonia, Maria Laach e Roma. Início dos trabalhos em rêdes institucionais eclesiásticas, em bibliotecas e museus missionários de vários países e do Vaticano. Estudo de significado de expressões culturais de regiões de antiga colonização de São Paulo. Reflexões sobre a necessidade de compreensão e reconstrução de edifícios de concepções e imagens, com os seus mecanismos e sentidos intrínsecos de regiões antigas/litorâneas do Estado e a de expressões de grupos da imigração para poder-se tratar, em segundo passo, de suas interações.

1979. Colonia. Apresentação dos resultados de pesquisas em tese de doutoramento sobre a vida musical nas igrejas de São Paulo no século XIX, período de mudanças sociais e urbanas da urbe e em fase de reforma das concepções litúrgico-musicais em relações internacionais. As discussões dos aspectos aqui tratados determinaram desenvolvimentos seguintes.

1979. Bonn. Participação de pesquisadores de São Paulo no Congresso Internacional de Música Sacra e no Simpósio Etnomusicológico do Centre de Ciências. Apresentação do projeto de realização de um evento dedicado às relações entre Música Sacra e Cultura Brasileira em São Paulo, com base no significado do complexo de questões apontado na tese apresentada.

1980. São Paulo. Preparatórias para a realização do simpósio.

1981. São Paulo e São Luís do Paraitinga. Realização do Simpósio Internacional "Música Sacra e Cultura Brasileira" pelo Govêrno do Estado de São Paulo, com a cooperação de instituições pontifícias, da CNBB e de várias universidades do Brasil e do Exterior. Execução de obras do passado paulista levantadas no decorrer das pesquisas precedentes.

1981. Colonia e Leichlingen. São Paulo no I° Forum Euro-Brasileiro e na Primeira Semana Brasil-Alemanha de Música.

1983. São Paulo. Encontro de pesquisadores de várias áreas para a discussão de projetos no âmbito das relações Brasil-Europa.

1985. Roma. Representantes de São Paulo no Congresso Internacional de Música Sacra e na fundação do Instituto de Estudos da Cultura Musical do Mundo de Língua Portuguesa (ISMPS)

1987. São Paulo. Realização do I° Congresso Brasileiro de Musicologia, paralelamente ao encontro para a América Latina do projeto "Música na Vida do Homem" do Conselho Internacional de Música/UNESCO, com a participação de várias instituições paulistas. A situação dos estudos e das pesquisas músico-culturais foi tratada sob diversos aspectos. Questões mais propriamente da pesquisa cultural empírica foram consideradas em sessão realizada no Museu do Folclore.

1989. Speyer, Eibingen, Maria Laach, Bonn, Colonia. Por sugestão do Instituto de Estudos do Folclore da Universidade de São Paulo, realizou-s colóquio euro-brasileiro na Alemanha dedicado sobretudo à discussão do significado de tradições religiosas do Brasil e de processos de interação de concepções e imagens. Participação especial de Santos em sessão destinada à discussão da imigração portuguesa.

1990. Sorocaba, Cananéia, Iguape e outras cidades. Projetos desenvolvidos no interior e no litoral sul do Estado.

1992. São Paulo. Encontro preparatório para os participantes de São Paulo no II Congresso Brasileiro de Musicologia a ser realizado no Rio de Janeiro por motivo dos 500 anos do descobrimento da América.

1993. São Paulo. Início do projeto "Culturas Musicais Indígenas do Brasil", voltado sobretudo ao estudo de processos transformatórios, com a participação de pesquisadores de São Paulo.

1998. Joanópolis e Ubatuba. Colóquio Internacional de Antropologia Simbólica.

1999. Colonia. Participação de pesquisadores paulistas no congresso internacional de abertura do triênio pelos 500 anos do Brasil, dedicado ao tema "Brasil-Europa 500 anos: Música e Visões".

2002. Bragança Paulista, São Paulo, Guarujá, Bertioga e outras cidades. Sessões do congresso de encerramento do triênio pelos 500 anos do Brasil dedicado ao tema "Música, Projetos e Perspectivas". Sessão dedicada a processos resignificadores no Teatro São Pedro.

2003. Várias cidades da Europa e das Américas. Programa "São Paulo no Mundo", dedicado ao tema "Poética da Urbanidade".

2004. São Paulo. Colóquio Internacional pelos 450 anos de fundação de São Paulo. Sessões na Academia Paulista de Letras, no Centro Cultural São Paulo, no Teatro Municipal e no Páteo do Colégio.




Materiais
Apenas os disponíveis nos sites da A.B.E.
(em elaboração)


  1. A respeito de fotografia: de uma entrevista com Gerhard Winkler de Raija Knipper

  2. "Divineiros" de Joanópolis em Caraguatatuba

  3. VII Encontro de Verônicas, Joanópolis 2010. A Quaresma na região Entre Serras e Águas e o Canto da Verônica

  4. D'où venons-nous? Que sommes-nous? Où allons-nous? Música, visões e questão da alegoria na análise cultural. Paul Gauguin (1848-1903) no contexto Taiti-Europa-América Latina

  5. Profissionais e tripulantes na história cultural das navegações. Brasileiros em navios que cruzam o Pacífico. Cristiane Abreu Elias

  6. O café nos estudos culturais de Costa Rica e do Brasil: elos e paradoxos

  7. Ciclo de Estudos "Sobre a Educação Estética do Homem" na perspectiva dos estudos Brasil-Alemanha/Alemanha-Brasil. Parte I. 250 anos de nascimento de Friedrich von Schiller (1759-1805)

  8. Colóquio Internacional pelos 450 Anos de São Paulo

  9. Sala São Paulo. Concerto

  10. Congraçamento. Identidade paulista e música

  11. Recepção e sessão inaugural. Estudos interculturais e estudos paulistas

  12. São Paulo ao vivo. Percepção e leitura da metrópole

  13. Páteo do Colégio. Estudos interculturais e gênese da urbe

  14. Centro Cultural São Paulo. CCSP recebe a Academia Brasil-Europa

  15. Teatro Municipal. Sessão solene: Lírica da Metrópole

  16. Academia Paulista de Letras. Poética da Urbanidade

  17. Instituto Brasileiro de Estudos Musicológicos. Lírica da Terra

  18. Paço Municipal de Joanópolis. Estudos urbano-rurais em contextos internacionais

  19. Aproximações interculturais ao estudo da música tradicional da Ucrânia

  20. "A todo o vapor". Locomotiva como símbolo político-cultural e vias férreas de penetração do Ocidente na literatura de viagens. Karl Watzinger: Viagem ao Mato Grosso

  21. "Sempre em frente!" Cultura Física e o "Triunfo da Vontade": Turismo esportivo-cultural na difusão de visões do mundo. Siegfried Schütze: De "corcel de aço" (bicicleta) pela América do Sul II. Brasil

  22. José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899). Cultura caipira, Montmartre e Salon - Música e pintura

  23. Magdalena Tagliaferro (1893 - 1986) e Reynaldo Hahn (1874-1947). A intérprete de espírito e as emoções de seu tempo. Imagem e ideal da mulher francesa em processos de transformação de identidades

  24. João de Souza Lima (1898-1982) e Alípio Dutra (1892-1964). Paulistanismo e integração no universo cultural francês em atmosfera de euforia

  25. "Tietê Borba" no grupo do Musée de l'Homme e Paul Rivet (1876-1958). Aproximações a estudos de inserção político-cultural da presença brasileira na França de entre-guerras

  26. Tensões franco-alemãs na identidade alsaciana e suas interferências no Pensamento, nos Estudos das Religiões e do Espiritualismo: Teutonismo e Celtismo. Édouard Schuré (1841-1929) e sua recepção no Brasil

  27. Contextos franco-alemães no Movimento Bach e suas extensões no Brasil. Órgãos da Alsácia e Movimento Organístico. Charles-Marie-Widor (1844-1937) e Albert Schweitzer (1875-1965)

  28. Haut-Andlau. Crise da Cultura e suas causas éticas. Relendo análises filosófico-culturais de Albert Schweitzer e "O Espírito das Catedrais" de Paulo Duarte (1899-1984)

  29. Judeus da Alsácia e imigrantes alsacianos na vida cultural do Brasil e da Argentina. Valse des Alliées do brasileiro Louis Henri (Levy) (1861-1935)

  30. Costa Rica e Brasil nos estudos musicológicos. Alguns aspectos da cooperação internacional

  31. 68: Música contemporânea e difusão cultural em relações bilaterais. Paulo Affonso de Moura Ferreira

  32. 68: "Concerto do Ano". Arnaldo Estrela, João Carlos Martins, Gilberto Tinetti, Caio Pagano

  33. 68: O "muito antigo", o contemporâneo e o popular ."Mestres Cantores" e "barber-shop-music"

  34. 68: Renovação de repertórios e musicologia histórica. Klaus-Dieter Wolff e Roberto Schnorrenberg

  35. 68: Nelson Freire e Simon Blech

  36. 68: Retorno às Variações sobre o Hino Nacional Brasileiro de L. M. Gottschalk (1829-1869) e The Stars and Stripes Forever. Guiomar Novaes e Donald Iohanos

  37. 68: Difusão cultural nipo-brasileira

  38. 68: Tradição e renovação na difusão camerística: Mariuccia Iacovino e Arnaldo Estrella

  39. 68: Filosofia, História da Música e Difusão Musical. Walter Lourenção

  40. 68: Conceito de "Ars Nova" e difusão cultural. Ars Nova da UFMG. Carlos Alberto Pinto da Fonseca

  41. 68: Órgão como instrumento solista e intuitos renovadores do movimento Bach. Karl Richter

  42. 68: Do Direito à difusão cultural. Madrigal das Arcadas e Luís Roberto Borges

  43. 68: Difusão austro-brasileira e cultura caipira. Lydia Alimonda, Theodoro Nogueira e Coral Paulistano

  44. 68: Das "raízes cravistas" do piano aos estudos culturais. Estelinha Epstein e Rossini Tavares de Lima

  45. 68: Música popular e música para cravo na renovação do repertório: Paulo Herculano e Samuel Kerr

  46. 68: "Melhor pianista do ano" pela Associação Paulista de Críticos Teatrais

  47. 68: Conservatórios e sintomas de crise no ensino musical

  48. 68: Ópera italiana em São Paulo: Questões de renovação e exigências de público. Armando Belardi (1900-1989)

  49. 68: Centenário de Rossini e renovação. L'Insieme di Firenze

  50. 68: Orquestra Sinfônica de Amadores e Orquestra Universitária de Concertos. Leon Kaniefsky

  51. 68: Relações culturais americano-israelitas. Isaac Stern

  52. Ballett de Stuttgart e Márcia Haydée

  53. Von Kameke e a Kantorei St. Petri de Hamburgo

  54. Duo Bauer-Bung

  55. Áustria-Brasil. Paul Badura Skoda

  56. Bulgária-Brasil. Vladi Simeónov e a Orquestra Filarmônica Infantil dos Pioneiros

  57. EUA-Brasil. Ruggero Ricci

  58. França-Brasil. Eric Heidsieck

  59. Itália-Brasil. Quartetto Italiano

  60. Polonia-Brasil. Stanislaw Wislocki

  61. Portugal-Brasil. Sequeira Costa

  62. Rússia-Brasil. Sergei Dorenski

  63. Questões de Direito e Justiça nas relações histórico-culturais em contextos globais. Paradigma da justiça social e do Direito: Santo Ivo na Bretanha, Portugal e Brasil

  64. Eleanor Florence Dewey (1912-2008) - Mère Marie du Rédempteur C.S.A.

  65. Sônia Maria de Freitas. Presença Portuguesa em São Paulo

  66. Elena Pájaro Peres: A imigração galega em São Paulo 1946-1964

  67. Candido Malta Campos e José Geraldo Simões Júnior (Organizadores): Palacete Santa Helena, Pioneiro de Modernidade

  68. Ruth Sprung Tarasantchi. Pintores paisagistas. São Paulo: 1890 a 1920

  69. História política e história das instituições científico-culturais: O Instituto Luso-Brasileiro de Alta Cultura, a "alma da raça" e a pátria virtual

  70. Veneza. Fascismo e música na história político-cultural das relações Itália-Brasil.

  71. Colóquio de Ciência do Folclore: Brasil e comunidades portuguesas de imigrantes na Europa Central

  72. Classicismo e Revivals. Processos identificatórios britânicos e dimensões da arquitetura vitoriana no Brasil

  73. Toulouse - Valencia - São Luís do Paraitinga. Franciscanismo e ethos da cultura

  74. São Paulo-Vale do Paraíba. Contemplatividade em paradigmas do Homem e estudos teórico-culturais. Significados da canonização de Fr. Antonio de Sant'Anna Galvão OFM

  75. "Música na procura de uma terra sem males"

  76. Palavras de saudação do Prefeito da Estância de Joanópolis / Grußworte des Bürgermeisters von Joanópolis

  77. São Gonçalo do Amarante: Um santo de causas sociais. Rogai por nós! / São Gonçalo do Amarante: Ein Heiliger sozialer Angelegenheiten. Bete für uns!

  78. Do convívio com os índios / Aus dem Zusammenleben mit Indianern

  79. Regiões de "Cultura Caipira" no interior de São Paulo / 2. Phase des Kongresses: Gebiete der "Cultura Caipira" im Hinterland von SP

  80. Trovadores no médio Tietê / Trovadores am mittleren Tietê

  81. Estudos culturais do Interior: história de um ideal de renovação das ciências e das artes / Kulturstudien des Landesinneren: Geschichte eines Ideals der Erneuerung der Künste und der Wissenschaften

  82. Saudação da Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista (FESB) / Grußwort der Stiftung für Hochschulstudien von Bragança Paulista (FESB)

  83. O Grupo Afro da FESB / Die "Afro"-Gruppe der FESB

  84. Mobilidade na História da Música: Movimentos horizontais e verticais no processo de crescente urbanização / Mobilität in der Musikgeschichte: Horizontale und vertikale Bewegungen im Prozeß zunehmender Verstädterung

  85. Imagens do Encontro de Bragança Paulista

  86. Regiões de "Cultura Caiçara" no litoral entre São Paulo e Rio de Janeiro / 3. Phase des Kongresses: Gebiete der "Cultura Caiçara" an der Künste zwischen SP und RJ

  87. Economia e cultura de imigrantes católicos no Estado de São Paulo e a ação de Franciscanos da Saxônia

  88. Ciclo pelo ano Oscar Niemeyer: São Paulo. Auditório do Ibirapuera. Gestos, pathos, sinais e sentido na arquitetura do passado moderno

  89. Ciclo pelo Ano Goethe II. Cultura memorial na história das relações Brasil-Alemanha como objeto de estudos: o Ano Goethe de 1932 no Brasil

  90. Milão-São Paulo. Construção de perpetuidades na identidade cultural. Ano Carlos Gomes

  91. Gardelegen. Formação prussiana e sua influência na história intercultural da educação no Brasil

  92. Ubatuba: Sabedoria/Cultura e exaltatio crucis. Contextos pouco considerados

  93. Ano Mozart/A.C.Gomes. Italianidades e ópera em processos híbridos. Reflexões no Museo Teatrale do Teatro alla Scala, Milão

  94. Imagens e princípios. Homenagem a Desidério Aytai

  95. Aparecida do Norte: Pesquisa musical na cidade-santuário nacional

  96. Malta na esfera musical italiana e nos círculos italianos no Brasil

  97. Da província à metrópole. Cosmopolitismo e música. Recordando um documento: Hymne 52.me Anniversaire du Brésil, Louis Bertin

  98. A discussão a respeito de "Pelo Telefone" e a valsa "Telephone" de Ed. Ferreira

  99. José Geraldo de Souza

  100. Benedicto Moreira

  101. Hinos cívicos como documentos histórico-musicais: Achegas para o estudo da Revolução Constitucionalista (1932)

  102. Marcha-Canção "Washington Luís"- Pedro de Sá Pereira

  103. O "Passo do Soldado", marcha da Liga de Defesa Paulista - Marcello Tupynambá

  104. Hino-Marcha "Para a frente! Paulistas!..." - Sargento B. João Pedro da Força Pública do Estado de São Paulo

  105. "Hino a São Paulo" - Paulo Florence

  106. "Ser Paulista" - João Gomes Júnior

  107. "São Paulo, Grande e forte" - Bellini Tavares de Lima

  108. "São Paulo Invicto" - Ruy Botti Cartolano

  109. "Hymno Paulista" - João Baptista Julião

  110. "Hymno dos Bandeirantes" pelo IV Centenário de Cananéia - Eduardo Bourdot

  111. "Canto dos Bandeirantes" pelo IV Centenário de São Vicente -Eduardo Russomanno

  112. Permanência musical de sentimentos cívicos

  113. Hinos na Administração e Funcionalismo

  114. Genolatria

  115. Martin Braunwieser e o "Espírito de Mozart" no Brasil

  116. Salzburg, Mozarteum e Brasil

  117. Atenas, Olímpia e Brasil

  118. Culto a Mozart em São Paulo

  119. G. Stutzer. Memórias de um pastor evangélico: "Na Alemanha e no Brasil"-

  120. W. Ule. Um viajante alemão no ano da inauguração do Teatro Municipal de São Paulo-

  121. J. Kretzen. Música na religiosidade cabocla na "Floresta de São Paulo" entre o Paraná e o Tietê

  122. Documentos da vida musical alemã no Brasil. Sociedade Masculina de Canto "Lyra"

  123. M. Begrich - Música na publicação comemorativa da comunidade evangélica de São Paulo (1933)

  124. E. Roselius - Diário de viagem do Czar Ferdinando da Bulgária no Brasil (1927/28)

  125. W. Müller - Carnaval em "A bela América do Sul" (1928)

  126. Martin Braunwieser (Salzburg, 6-VI-1901 - São Paulo, 1-XII-1991)

  127. C. A. Gomes Cardim, J. Gomes Jr. - O ensino da música pelo método analítico (1914)

  128. Dança de São Gonçalo em Joanópolis e seu preocupante Destino

  129. Dança de São Gonçalo em Bom Jesus dos Perdões

  130. Three decades of Gregorian Chant in Brazil

  131. Pesquisa da cultura da litoralidade e ecologia da Mata Atlântica / Litorale Kulturforschung und Ökologie des Atlantischen Waldes: Erneuerungsdynamik aus internationalen Vernetzungen und Solidaritäten

  132. De Forte a Museu: Da história de acontecimentos significativos à pesquisa da cultura do quotidiano de grupos populacionais caiçaras / Von Festung zu Museum: Zwischen Geschichte signifikanter Ereignisse und Erforschung der Alltagskultur von Caiçara-Bevölkerungsgruppen

  133. Memória e música no método de transformação cultural - para a reconstrução da História das Mentalidades dos primeiros tempos: José de Anchieta S.J. / Memoria und Musik in der Methodik der Kulturumformung - Zur Mentalitätsgeschichtlichen Rekonstruktion der ersten Zeiten: José de Anchieta S.J.


















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